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Efeitos da vacina do coronavírus: saiba o que esperar quando tomar a vacina

Um assunto que tem sido muito questionado entre as pessoas são os efeitos da vacina do coronavírus. Afinal, a velocidade com que os imunizantes foram desenvolvidos e testados fazem com que as pessoas questionem se as reações adversas foram realmente testadas.

Mas a boa notícia é que, até agora, os resultados foram bastante positivos, sem que haja a constatação de efeitos da vacina muito graves ou até mesmo fatais.

Criamos esse post para que você possa saber o que esperar de reações ao tomar a vacina. Confira a seguir!

Saiba quais são os principais efeitos da vacina do coronavírus

A vacina do coronavírus, por ser algo novo, tem gerado muitas dúvidas entre os pacientes de todo o mundo. E uma das principais questões levantadas é rem relação aos efeitos colaterais. Qual será a reação do corpo ao tomar a vacina? Devemos nos preocupar?

Veja quais são os efeitos normais e raros da vacina do coronavírus.

efeitos da vacina do coronavírus

Efeitos normais da vacinação

Após ser vacinado(a), é normal apresentar certas reações pelo corpo, especialmente na área da aplicação, como: vermelhidão, inchaço ou dor. Há também outros sintomas que podem ser notados durante os três primeiros dias da vacinação, como: fadiga, febre, dor de cabeça e dores nos membros.

Embora esses sintomas possam preocupar os pacientes, é importante ressaltar que além de comum são esperados para mostrar que a vacina é eficaz, uma vez que estimula o sistema imunológico e faz com que o organismo produza anticorpos contra uma infecção que foi simulada pela vacinação.

Efeitos raros da vacinação

Entretanto, há algumas pessoas que podem apresentar efeitos da vacina além do esperado, sendo estes os choques alérgicos, tornando-se necessária uma observação mais criteriosa e até mesmo intervenção médica para tratamento dos sintomas.

Os casos de efeitos raros são isolados e em uma pequena parcela de pessoas, não sendo diagnosticado nenhum óbito proveniente da vacina.

Enfim, se você está à espera da vacina do coronavírus e apreensivo(a) pelos sintomas que a mesma pode te proporcionar, o que temos a dizer é que o mais indicado é que você passe por uma consulta médica para que o profissional possa te esclarecer suas dúvidas. O cuidado com a nossa saúde não pode parar e estar bem assistido é sempre a melhor opção.

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Esperamos que você tenha conseguido entender quais são os principais efeitos da vacina do coronavírus. Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar. Te esperamos por aqui. Até a próxima!

Formigamento: o que pode ser de acordo com a região do corpo?

Uma coisa é fato: todo mundo já teve a sensação de formigamento ao menos uma vez na vida. E isso ocorre geralmente devido a uma compressão do nervo na região, ocasionado pela falta de oxigênio ou por problemas no nervo ou no sistema nervoso central.

O formigamento tende a ser um problema passageiro e que mostra melhora com a movimentação do membro e/ou após massagens locais. Entretanto, é preciso ter atenção pois se a sensação não passar dentro de minutos, pode ser indicativo de problemas de saúde como: má circulação, AVC, hérnia de disco e diabetes, sendo necessário a consulta com um médico para avaliação do seu caso.

Criamos esse post para que você saiba o que o formigamento pode indicar de acordo com cada região de corpo para auxiliar na identificação dos sintomas. Confira a seguir.

Saiba como identificar os tipos de formigamento

Saber quais são os sinais e sintomas das condições de saúde que provocam formigamento são essenciais para que você saiba quando deve ou não procurar ajuda médica. Veja a lista abaixo:

Mau posicionamento do corpo

Ficar muito tempo sentado, deitado ou parado na mesma posição é uma das principais causas do formigamento, especialmente quando você está com as pernas cruzadas ou com peso sobre o membro comprimido. Quando isso acontece, movimente-se e faça alongamentos para que a sensação passe o mais breve possível.

Hérnia de disco

A hérnia de disco é uma condição que provoca o desgaste na articulação da coluna, causando dormência na coluna que pode irradiar até as pernas e dedos dos pés. Para evitar o aparecimento da doença e dos sintomas, cuide da hérnia e faça acompanhamento com profissionais especializados.

Diabetes

A diabetes é uma doença que pode provocar má circulação no sangue, principalmente nas extremidades do corpo (pés e mãos), sendo a causa dos formigamentos. Para controlar este sintoma, mantenha as consultas médicas em dia e siga rigorosamente o tratamento indicado.

Síndrome do Túnel do Carpo

Essa doença provoca compressão de um nervo que passa pelo punho e causa sintomas como: dormência, formigamento e sensação de agulhadas na mão e nos dedos que pioram durante a noite. Para alívio dos sintomas, busque usar munhequeira de imobilização do pulso, fazer alongamentos no local e buscar atendimento médico para que o melhor tratamento seja iniciado.

AVC

O AVC provoca sintomas como: fraqueza muscular em um dos lados do corpo, formigamento, dificuldade para falar e tonturas. Então se você desconfia que está sofrendo um Acidente Vascular Cerebral, procure imediatamente uma urgência médica para ser examinado, afinal, sintomas não tratados podem deixar sequelas graves ou até mesmo ser fatal.

Falta de Vitamina B12, cálcio, potássio ou sódio

Quando alguns nutrientes estão em falta no organismo, você poderá sofrer problemas decorrentes a falta de circulação, anemia e dificuldade para transmitir impulsos nervosos, o que causa dormência e formigamento. Portanto, para evitar esses sintomas, busque manter uma dieta saudável e equilibrada, ingerindo ao menos 2 copos de leite ou iogurte, 3 frutas e consumindo verduras e legumes nas refeições principais.

Doenças do sistema nervoso

Doenças do sistema nervoso, como a esclerose múltipla, provocam formigamento que são repetitivos e podem afetar um membro do corpo por vez, sendo acompanhados de outros sintomas como: dor nos olhos, perda de parte da visão, tonturas e tremores. Neste caso, procure um médico para identificação da causa do problema e para que o tratamento possa ser iniciado.

Ansiedade e Estresse

A ansiedade e estresse também podem ser desencadeadores do formigamento e neste caso as regiões do corpo mais afetadas são: mãos, braços e língua. Em crises do pânico, o sintoma pode ser acompanhado também de suor frio, palpitações cardíacas e dor no peito e/ou barriga.

Quando isso acontecer, busque um local calmo, respire fundo várias vezes, concentrando-se para regular a sua respiração e melhorar a sua circulação sanguínea. Além disso, faça atividades que controlem o estresse e sempre que necessário busque ajuda profissional.

Síndrome de Guillain-Barré

A síndrome de Guillain-Barré ocorre normalmente após ter uma gripe, dengue ou Zika e pode causar sintomas como dormência, formigamento, fraqueza e dor nas pernas. Em caso de suspeitas da síndrome, vá a um pronto-socorro imediatamente pois com o agravamento dos sintomas a doença pode acabar atingindo os pulmões e até mesmo comprometer a respiração.

Uso de alguns medicamentos

O uso de alguns medicamentos, como aqueles para quimioterapia, AIDS ou o antibiótico metronidazol, podem acabar causando formigamento como um de seus efeitos colaterais. Converse com seu médico para ver a possibilidade da troca de medicamento ou para avaliar o que pode ser feito para que os sintomas sejam aliviados.

Excesso de bebida alcóolica

A ingestão em excesso de bebida alcóolica pode acabar provocando danos nos nervos das extremidades do corpo, o que pode causar câimbras e formigamentos nos pés e nas mãos. Neste caso, o ideal é reduzir o consumo e realizar um check-up para analisar se há algum outro comprometimento na saúde.

Mordidas de animais

A mordida de alguns animais (cães, gatos, cobras ou aranhas) pode acabar causando formigamento no local. Neste caso, observe a presença de outros sintomas como: queimação, inchaço, tremores, febre ou pus no local, uma vez que estes são indicadores de infecções ou doenças como a raiva, para que sejam relatados ao médico.

E aí, conseguiu compreender quais são as causas do formigamento e o que deve ser feito em cada uma das situações? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

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Sintomas de coronavírus: como identificar e o que fazer quando sentir

A situação atual da pandemia tem deixado muitas incertezas, e uma delas é referente a ida ou não à emergência em caso de sintomas de coronavírus. Afinal, se a pessoa estiver realmente contaminada, ela pode acabar contaminando outras pessoas, e caso ela não esteja, ela pode se expor ao vírus e acabar se contaminando devido a ida ao hospital.

Mas será que pensar assim é realmente a melhor opção? O fato é que a não ida ao médico devido a essa incerteza pode acabar deixando pessoas com sintomas de coronavírus graves em casa sem os devidos cuidados.

Nós separamos algumas características da doença para que você saiba como identificar os sintomas leves e graves da doença e entenda de uma vez por todas o que fazer quando os sentir. Confira abaixo!

Sintomas de coronavírus: leves e graves

Os sintomas de coronavírus são semelhantes aos de uma infecção respiratória comum, como: resfriados, gripes e sinusites. No entanto, no caso da covid-19, o quadro pode acabar se complicando e causando sintomas mais graves. Veja quais são os principais sintomas da doença:

Sintomas leves

  • Febre ou sensação febril;
  • Calafrios;
  • Tosse;
  • Dor de garganta;
  • Dor de cabeça;
  • Congestão nasal (coriza);
  • Problemas no olfato ou paladar

Sintomas graves

  • Dificuldade intensa para respirar e/ou desconforto respiratório;
  • Pressão no peito;
  • Saturação de oxigênio no sangue maior que 95%;
  • Coloração azulada no rosto ou região dos lábios (cianose)
como identificar coronavírus

O que fazer quando começar a sentir os sintomas de coronavírus?

A grande maioria das pessoas contaminadas pelo covid-19 apresenta sintomas leves, ou seja, sem que haja necessidade de internação hospitalar ou avaliação médica presencial. Neste caso, o deslocamento ao hospital pode sim apresentar um risco tanto para o paciente quanto para as pessoas em sua volta.

Diante disso, a melhor opção para pessoas com sintomas de coronavírus leves e que não são do grupo de risco é a consulta por telemedicina além do isolamento domiciliar (este que deverá ser iniciado assim que você suspeitar da doença).

Para o isolamento domiciliar, lembre-se que é importante tomar alguns cuidados para garantir sua eficácia e a sua saúde e de seus familiares. Confira:

  • Cuidados pessoais: manter hábitos saudáveis vai contribuir para uma boa recuperação. Por isso, hidrate-se corretamente ingerindo, no mínimo, dois litros de água diariamente, tenha uma alimentação leve e balanceada e permaneça de repouso o máximo possível, observando a evolução dos seus sintomas, sempre atento àqueles que são considerados graves;
  • Isolamento domiciliar: o isolamento domiciliar é indispensável para os pacientes que estão com suspeita de covid-19. Portanto, permaneça em isolamento por 10 dias corridos a partir da data que os sintomas apareceram ou até a liberação médica. Ele deve ser feito preferencialmente em um quarto isolado, com porta fechada e janela aberta, sem compartilhar objetos e cômodos com outras pessoas. Se for preciso sair do cômodo e encontrar com alguém (seja profissionais da saúde ou familiares), não se esqueça de utilizar máscaras faciais e evitar o máximo de contato físico possível;
  • Higiene: a higiene pessoal é indispensável neste momento. Então lembre-se de lavar as mãos e utilizar álcool gel frequentemente;
  • Limpeza do ambiente: além da higiene pessoal, lembre-se também da limpeza do ambiente. Para isso, limpe e desinfecte os objetos de uso comum com álcool 70% ou água sanitária e lembre-se: o lixo de pessoas infectadas precisam ser separados e descartados com frequência.

Por outro lado, pessoas que apresentarem qualquer um dos sintomas de coronavírus grave e/ou estiverem no grupo de risco, devem se dirigir imediatamente a uma urgência para serem examinadas e o tratamento iniciado. Veja quais são as características do grupo de risco:

  • Idosos acima de 60 anos;
  • Grávidas ou mulheres que tiveram bebê há menos de 2 semanas;
  • Crianças menores de 5 anos;
  • Portadores de doenças pulmonares e/ou tuberculose;
  • Portadores de doenças metabólicas e/ou cardiovasculares;
  • Obesos;
  • Imunossuprimidos ou em tratamento oncológico;
  • Pacientes com distúrbios do desenvolvimento ou com doenças cromossômicas;
  • Portadores de doenças nos rins, no fígado ou do sangue;
  • Indígenas e/ou população aldeada.

E aí, conseguiu compreender quais são os principais sintomas de coronavírus e o que você deve fazer quando os sentir? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

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Câimbra: como evitar e o que fazer quando sentir?

A câimbra é uma contração involuntária, rápida e dolorosa que pode aparecer em qualquer parte do corpo, sendo mais comum nas pernas, pés e mãos. A sua duração não costuma ser longa, durando em média 10 minutos e geralmente não está associada a nenhum problema grave de saúde, o que não costuma preocupar os médicos e pacientes.

Entretanto, as câimbras também podem acabar acontecendo durante a gravidez ou decorrente a algumas complicações de saúde, como: falta de minerais, diabetes, miopatia, doenças de fígado e outras.

Então se porventura você notar que as câimbras estão persistentes, com aparição mais de uma vez ao dia e as crises com duração de mais de 10 minutos, o recomendado é que você procure um clínico geral para que você possa ser examinado(a) e a causa da câimbra seja identificada.

E se você quiser saber como evitar o aparecimento das câimbras e o que pode ser feito quando começar a sentir, basta continuar a leitura desse post. Vem com a gente! 😊

Como evitar o aparecimento de câimbra

Como evitar o aparecimento de câimbra

É importante ressaltar que a câimbra não tem cura. Porém, há alguns cuidados diários que você pode tomar para evitar o seu aparecimento e prevenir a repetição das crises. Veja abaixo quais são:

  • Hidrate-se corretamente: crie o hábito de tomar bastante líquido ao longo do dia, especialmente antes de praticar exercícios físicos. Dessa forma, você manterá seus músculos hidratados e assim eles terão mais facilidade para contrair e relaxar;
  • Faça exercícios de alongamento: o alongamento deve ser feito antes e depois de praticar qualquer atividade física mais prolongada. Caso as câimbras apareçam durante a noite, faça os alongamentos antes de se deitar;
  • Tenha uma alimentação balanceada: ter uma alimentação balanceada, rica em frutas e vegetais, irá garantir que o seu organismo terá as vitaminas e sais minerais que ele precisa para funcionar corretamente, incluindo os músculos.

O que fazer quando sentir

Embora as crises não costumem ser duradouras, o incômodo das câimbras são intensos e muitas das vezes é necessário que os pacientes tomem algumas medidas para aliviá-las. Mas lembre-se: remédios analgésicos e anti-inflamatórios não demonstram nenhuma efetividade para isso.

Veja quais são as medidas que você deve tomar durante as crises de câimbras:

  • Alongamento e massagem: quando estiver sentindo câimbra, você deve alongar o músculo em espasmo e massagear a área afetada em movimentos circulares a fim de promover o relaxamento e aliviar a dor. Caso a câimbra seja na perna, uma outra dica importante é ficar em pé e colocar peso sobre a perna acometida. Se porventura você não conseguir ficar em pé, sente-se estique a perna e, com o auxílio das mãos, puxe o pé para trás;
  • Aplicação de calor no local: uma vez que o aumento da temperatura promoverá o relaxamento dos músculos, essa é mais uma dica valiosa para o alívio das câimbras.

E aí, conseguiu compreender como aliviar as crises de câimbras e o que você deve fazer quando sentí-las? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

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Hanseníase: o que é, como identificar, prevenção e qual médico pode tratar

Antigamente conhecida como lepra, hanseníase (CID 10 – A30) é uma doença infecciosa e contagiosa que causam sintomas como: manchas na pele, formigamento, dormência nas extremidades e até mesmo sérias incapacidades físicas.

Mas você sabe o que é, de fato, a doença, como identificá-la, como previni-la e qual é a especialidade médica recomendada para tratá-la? É sobre isso que falaremos aqui. Confira abaixo!

O que é Hanseníase?

Como foi dito anteriormente, hanseníase trata-se de uma doença infeciosa e contagiosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae. É considerada uma doença lenta, uma vez que pode levar até 20 anos para que os primeiros sintomas apareçam pelo corpo.

A hanseníase não é hereditária e a sua evolução pode variar de pessoa para pessoa, de acordo com as características imunológicas de cada um.

Embora a doença tenha cura, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento mais rápido e fácil.

Sintomas

A hanseníase pode causar sintomas mais brandos nos estágios iniciais e sintomas mais graves no seu estágio avançado. Confira abaixo alguns dos sintomas que pacientes infectados podem apresentar:

  • Sensação de formigamento;
  • Fisgadas ou dormências nas extremidades;
  • Manchas brancas ou avermelhadas na pele;
  • Perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e/ou tato;
  • Perda da sensibilidade em áreas do corpo e da secreção de suor;
  • Nódulos e placas pelo corpo

Hanseníase avançada

  • Diminuição da força muscular;
  • Paralisia nas mãos e pés;
  • Encurtamento dos dedos;
  • Úlceras crônicas nos pés;
  • Cegueira;
  • Perda das sobrancelhas;
  • Edema (inchaço) no nariz e/ou orelhas

Diagnóstico

A forma de identificar a doença é inicialmente por meio de exames dermatológicos e neurológicos para identificar lesões ou áreas da pele que possuem alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos que possuem alterações sensitivas, motoras ou anatômicas.

Os exames solicitados pelos médicos para a confirmação da hanseníase são:

  • Exame baciloscópico de esfregaço cutâneo biópsia cutânea
  • Pesquisa do DNA da bactéria em fragmentos de tecido (PCR)
  • Pesquisa de anticorpos anti-PGL-1 no sangue (exame só disponível em laboratórios de pesquisa)

E as especialidades médicas que podem diagnosticar e tratar a hanseníase são: dermatologista, infectologista e clínico geral.

Prevenção

Quando se trata da prevenção da doença, os cuidados baseiam-se em medidas básicas de higiene (em especial a lavagem das mãos) e a aplicação da vacina BCG.

No brasil, a BCG está dentre as vacinas obrigatórias e é importante que a mesma seja dada assim que o bebê nasce. Caso isso não seja possível, ela deve ser ministrada no seu primeiro mês de vida.

E aí, conseguiu compreender do que se trata a hanseníase e quais são seus principais sintomas, diagnóstico e prevenção? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

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Tipo sanguíneo: por que e como saber qual é o seu tipo sanguíneo?

Entender qual é o seu tipo sanguíneo é muito importante para que você saiba de qual tipo você pode receber e para qual tipo você pode doar. Para isso, há algumas formas de testagem: exame de sangue (tipagem sanguínea), doação de sangue ou através da consulta em exames anteriores que tenham essa informação, como o teste de tipagem sanguínea do recém-nascido, que é realizado junto ao teste do pezinho.

Nesse post iremos te explicar como é realizado cada um destes exames, e ainda te passaremos outras informações a respeito dos tipos sanguíneos para que você possa ficar por dentro da importância desse tema. Veja abaixo:

Entenda como saber qual é o seu tipo sanguíneo

tipo sanguíneo

Como foi dito anteriormente, há alguns exames que são capazes de detectar o seu tipo sanguíneo. Confira:

Exame de tipagem sanguínea

O exame de sangue específico para determinar o tipo sanguíneo é chamado de tipagem sanguínea. Para realizá-lo, basta dirigir-se a um hospital ou laboratório de exames ambulatoriais, sem ser necessária nenhuma preparação prévia.

O preço costuma variar entre R$ 10,00 e R$ 25,00 e pode ser realizado por qualquer pessoa, sendo muito pedido para gestantes durante as consultas no pré-natal.

Doação de sangue

Outra forma de descobrir o seu tipo sanguíneo é através da doação de sangue. Para realizá-la, você deve dirigir-se a uma das unidades de coleta de sangue, como hemocentros e centros de hematologia, e enquadrar-se nos pré-requisitos solicitados (ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar mais de 50kg são um deles).

Resultado da tipagem sanguínea do recém-nascido

O teste de tipagem sanguínea do recém-nascido é um dos exames que o bebê faz assim que nasce e a sua função é especificadamente determinar qual é o tipo sanguíneo da criança. Essa informação fica registrada na maternidade, dentro do prontuário do recém-nascido. Além disso, o resultado também é entregue em uma caderneta aos seus pais.

Qual é a importância de saber o meu tipo sanguíneo?

Saber qual é o tipo sanguíneo é especialmente importante para as mulheres grávidas. Isso porque se a mãe for Rh- e o pai da criança for Rh+, a criança tem grandes chances de ser Rh+ e, nesses casos, a gestante precisará receber um medicamento específico para garantir que o corpo não irá formar anticorpos que podem acabar atacando as células sanguíneas do bebê.

Além disso, saber o seu tipo sanguíneo vai garantir que você entenda quais tipos de sangue são compatíveis para garantir que você não irá receber um tipo que não condiz com o seu, fato que pode acabar desencadeando uma resposta imune perigosa, e, em alguns casos, até mesmo fatal.

E aí, conseguiu compreender as principais informações a respeito da importância e de como é possível saber qual é o seu tipo sanguíneo? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este tema, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

E para mais informações e dicas de saúde, não deixe de continuar acompanhando o nosso blog. Nos próximos dias divulgaremos outros posts e nós te esperamos por aqui. Até a próxima!

Candidíase em bebê: qual é a causa e o tratamento?

A candidíase em bebê, popularmente conhecida como sapinho, refere-se a uma infecção na boca causada pelo fungo Candida albicans. O seu principal sintoma é o aparecimento de pontinhos ou placas brancas na boca do bebê, que por vezes são confundidas com restos de leite e sua causa é muito associada à baixa imunidade.

Mas afinal, o que realmente se justifica o aparecimento da doença? Quais são os tratamentos? É sobre isso que falaremos nesse post. Confira a seguir.

Sintomas da candidíase em bebê

Como foi dito anteriormente, o principal sintoma da candidíase em bebê é o surgimento de pontinhos brancos ou placas na boca do bebê. Entretanto, essa condição pode vir acompanhada de outros sintomas. São eles:

  • Pontinhos brancos ou placas brancas na boca do bebê;
  • Choro constante;
  • Febre acima dos 38ºC;
  • Dificuldade para engolir;
  • Inchaço na garganta;
  • E, em alguns casos, dor.

Principais causas

A candidíase no bebê, que é causado pelo fungo Candida albicans, pode ser transmitida no momento do parto quando o bebê passa pelo canal vaginal. Porém, a causa mais comum da doença está associada ao contato com chupetas e/ou mamadeiras contaminados com o fungo.

Além disso, se o bebê estiver sendo amamentado e a mãe ou o bebê estiverem tomando antibiótico, a chance de proliferação do fungo é maior.

Tratamentos para sapinho

O tratamento da candidíase em bebê consiste no uso de antifúngico em forma de líquido, creme ou gel na região infectada.

Entretanto, antes de iniciar qualquer tratamento, lembre-se que a avaliação médica é de extrema importância. Para isso, não deixe de marcar uma consulta para seu filho para que o profissional possa examiná-lo e indicar o tratamento mais eficaz.

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Como evitar a candidíase em bebê

Candidíase em bebê: qual é a causa e o tratamento?
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Para evitar o surgimento da candidíase no bebê é indispensável que você tome alguns cuidados. São eles:

  • Esteja sempre com as mãos limpas antes de mexer com o bebê;
  • Não beije na boca dele;
  • Esterilize as chupetas, mamadeiras e talheres;
  • No caso dos bebês durante a amamentação, aplique cremes antifúngicos nos mamilos conforme orientação médica.

Bom, esperamos que você possa ter entendido quais são os principais sintomas, causas e tratamentos da candidíase em bebê. Mas se tiver ficado com alguma dúvida referente a este tema, basta comentar aqui que te esclarecemos.

No mais, te aguardamos por aqui em nosso blog para mais dicas a respeito de saúde e bem-estar. Até a próxima!

Inchaço nas pernas é normal? Saiba quando o inchaço é sinal de alerta!

O verão está chegando e nessa época do ano é muito comum que percebamos o inchaço nas pernas. A razão disso é que, com as temperaturas elevadas, os vasos sanguíneos acabam se dilatando e os líquidos que estão dentro dele acabam indo para fora e, se porventura o paciente estiver consumindo sal em excesso ou estiver no período menstrual, os efeitos podem ser ainda mais acentuados.

Há também outros motivos que podem ocasionar inchaço nas pernas, como: sobrepeso, ficar sentado por muitas horas no dia, final da gestação e TPM, motivos que por sinal não costumam gerar grandes complicações.

Todavia, as pernas inchadas podem também ser indícios de doenças, fazendo com que o paciente precise ficar atento à gravidade do sintoma e ao aparecimento de outras queixas. São doenças que causam inchaço nas pernas: varizes, trombose ou linfedema.

Criamos esse post para te ajudar a distinguir quando o inchaço nas pernas podem ser indícios de doenças e para te ajudar no alívio deste sintoma. Veja abaixo.

Quando o inchaço nas pernas pode ser preocupante?

Como foi dito anteriormente, há situações em que o inchaço nas pernas não apresentam grandes problemas e que podem ser contornados através de alguns cuidados diários (falaremos sobre isso adiante). Porém, se por acaso você estiver notando suas pernas inchadas acompanhada de algum dos outros sintomas da lista abaixo, recomendamos que você marque uma consulta com um profissional da saúde para averiguar a sua situação.

Veja quais são os principais sintomas das doenças que apresentam inchaço nas pernas:

  • Varizes: referem-se às varizes quando as veias estão distorcidas e dilatadas e, embora dolorosas, elas costumam ser benignas. Dentre os seus sintomas estão: dores nas pernas, vasos sanguíneos inchados na pele, descoloração ou escurecimento da pele, úlceras, inchaço nas pernas e pés, coceira, pernas pesadas ou sensação de formigamento.
  • Trombose: é conhecida como trombose a formação de coágulos sanguíneos em uma ou mais veias localizadas nos membros inferiores do corpo. É uma doença considerada grave que, quando não é diagnosticada e tratada corretamente, pode ser fatal. Dentre seus sintomas estão: dor nas pernas (principalmente nas panturrilhas), sensação de queimação na região afetada, mudanças na cor da pele (que pode ficar vermelha ou azul) e edema (inchaço) apenas na perna afetada.
  • Linfedema: é o inchaço na perna ou braço ocasionado pela obstrução do sistema linfático que pode causar sintomas como: inchaço nas pernas, braços ou escrotal, além de pele com aspecto de casca de laranja ou com pequenos crescimentos.

O que fazer para reduzir os incômodos das pernas inchadas?

Se você sofre com inchaço nas pernas, o primeiro passo que você deve descartar é se o sintoma está ou não acompanhado de um problema de saúde. Para isso, marque uma consulta médica e faça exames de rotina para averiguação do caso. Se a resposta for negativa, siga as nossas dicas abaixo e veja os incômodos serem reduzidos consideravelmente:

  1. Evite ficar longos períodos com as pernas inativas;
  2. Reduza o consumo de sal;
  3. Evite a exposição excessiva a ambientes muito quentes;
  4. Evite o uso de calças muito apertadas;
  5. Evite o uso de saltos muito altos e de sandálias rasteiras;
  6. Deixe o pé da cama levemente elevado;
  7. Hidrate-se corretamente;
  8. Faça sessões de drenagem linfática sempre que necessário;
  9. Faça atividades físicas regularmente;
  10. Aumente o consumo de frutas e verduras.

E aí, conseguiu compreender quando o inchaço nas pernas é sinal de alerta? Esperamos que sim! Caso você queira agendar uma consulta para verificar os seus sintomas, não deixe de conhecer o app Sarar. Por ele você tem acesso à especialistas médicos com preço acessível e com uma facilidade que você nunca viu. Clique aqui e saiba mais.

Ficou com alguma dúvida referente a este tema? Comente aqui que nós te esclarecemos. No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar. Até a próxima!

Quais são as causas da ansiedade e como tratar?

A ansiedade, embora seja uma emoção comum diante a diversos momentos do nosso dia a dia, também pode ser considerada um problema de saúde se apresentada em excesso e com alguns sintomas específicos, sendo inclusive reconhecida como uma doença psíquica. Mas afinal… Você sabe quais são as causas da ansiedade? E o tratamento? Consiste em quê? É sobre isso que falaremos adiante. Confira!

Quais são as causas da ansiedade?

Não se sabe ao certo quais são os motivos que levam umas pessoas serem mais propensas do que as outras a desenvolver crises de ansiedade descontroladas. Porém, há algumas causas que podem estar envolvidas. São elas:

  • Genética: pessoas com histórico familiar de ansiedade estão mais suscetíveis a desenvolver a doença;
  • Ambiente: passar por alguma situação estressante ou traumática e/ou conviver em ambientes de conflitos também é um fator que contribui para o aparecimento de crises de ansiedade;
  • Mentalidade: a forma com que a pessoa pensa e encara os problemas diariamente pode fazer com que ela seja mais ansiosa e desenvolva crises descontroladas;
  • Doenças físicas: algumas doenças físicas também possuem relação com a ansiedade, como: problemas cardiovasculares, doenças hormonais, problemas respiratórios e/ou doenças crônicas.

Fatores de risco

Além das causas descritas acima, há algumas condições que levam os pacientes terem maior predisposição para uma crise de ansiedade descontrolada. Veja quais são:

  • Eventos traumáticos durante a infância e/ou na vida adulta;
  • Estresse acumulado;
  • Tipo de personalidade (algumas pessoas já são naturalmente ansiosas fazendo com que elas estejam mais suscetíveis a desenvolver o problema);
  • Abuso de substâncias, como: álcool, cigarro e drogas ilícitas.

Principais sintomas

As crises de ansiedade podem vir acompanhadas de diferentes sintomas físicos e emocionais. Confira quais são os principais:

  • Tensão ou nervosismo;
  • Sensação que algo de ruim irá acontecer;
  • Dificuldade para concentrar;
  • Descontrole dos pensamentos;
  • Problemas para dormir;
  • Irritabilidade;
  • Agitação nos braços e pernas;
  • Dor ou aperto no peito;
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Respiração ofegante e/ou falta de ar;
  • Sudorese;
  • Fadiga;
  • Boca seca;
  • Náusea;
  • Tensão muscular;
  • Problemas intestinais
  • Entre outros.

Como tratar as crises de ansiedade?

Caso você identifique que está passando por uma crise de ansiedade, o ideal a se fazer é tentar não desesperar e buscar tratamentos eficazes para contornar essa situação. Para isso, cuide da sua alimentação, faça atividades físicas regulares, hidrate-se corretamente, faça exercícios de respiração e, é claro: consulte um especialista para que ele possa entender mais sobre o seu problema e te indicar o tratamento mais eficaz.

Muitas vezes pessoas com crises de ansiedade são encaminhadas para tratamentos com psicoterapias ou até mesmo são indicadas a tomar medicações específicas para tal (ansiolíticos). Mas não se esqueça: somente um profissional da saúde poderá te dizer qual é o tratamento mais indicado para seu caso.

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Bom, esperamos que você tenha conseguido compreender quais são as principais causas e tratamentos da ansiedade. Se tiver ficado com alguma dúvida referente a este assunto, não deixe de comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, te aguardamos por aqui em nossos próximos posts para mais dicas de saúde e bem-estar. Até a próxima!

Hipotireoidismo: quais são as causas, como diagnosticar e tratar?

O hipotireoidismo é uma condição quando as glândulas da tireoide não consegue produzir hormônios suficientes para suprir as necessidades do seu organismo. Com isso, o paciente começa a apresentar sintomas que vão desde o ganho de peso inexplicável, fadiga excessiva, prisão de ventre, queda de cabelo e até mesmo a depressão.

Mas afinal… Você sabe quais são as causas, diagnóstico e tratamento da doença? É sobre isso que iremos falar aqui nesse post. Confira a seguir!

O que causa o hipotireoidismo?

Em sua grande maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma disfunção autoimune conhecida como Tireoidite de Hashimoto, fazendo com que seu organismo tenha dificuldades para produzir os hormônios de forma suficiente para o seu perfeito funcionamento.

Entretanto, há também a possibilidade de outras causas que vão desde vírus, bactérias e até mesmo histórico familiar, embora essas ainda sejam situações nebulosas para os cientistas.

Quais são seus principais sintomas?

Os sintomas da doença podem variar de cada organismo, podendo inclusive haver casos assintomáticos ou em que os sintomas se desenvolvem bem lentamente, dificultando o seu diagnóstico.

De toda forma, os sintomas mais comuns de hipotireoidismo são:

  • Ganho de peso inexplicável;
  • Fadiga;
  • Prisão de ventre;
  • Inchaço no rosto;
  • Sensibilidade ao frio;
  • Rouquidão;
  • Fraqueza muscular;
  • Alteração no colesterol (colesterol alto);
  • Dores, sensibilidade e rigidez nos músculos;
  • Queda de cabelo inexplicável;
  • Ritmo cardíaco lento;
  • Problemas de memória;
  • Depressão

Grupo de risco para hipotireoidismo

Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver a doença, porém, há alguns fatores que são considerados de risco e aumentam a chance do descontrole da tireoide. São eles:

  • Ser mulher;
  • Ter 60 anos ou mais;
  • Ser portador(a) de alguma doença autoimune;
  • Ter histórico familiar de doença autoimune;
  • Fazer o uso de medicamentos que prejudicam a produção dos hormônios da tireoide;
  • Já ter realizado alguma cirurgia na tireoide;
  • Ter passado por sessões de radioterapia;
  • Estar grávida ou ter dado a luz em um período de 6 meses.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico em sua grande maioria das vezes ocorre através da queixa do paciente ao médico junto aos exames que comprovam se há ou não descontrole tireoidiano.

Portanto, se você possui um ou mais sintomas dessa lista, recomendamos que você procure um médico de sua confiança para averiguar o seu caso e constatar se há ou não a presença da doença.

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Tratamentos para hipotireoidismo

O tratamento dessa doença pode variar de acordo com cada organismo e por isso é de extrema importância que você consulte um médico para que ele possa te avaliar. Mas, de toda forma, a sua grande maioria se consiste no uso diário de medicamentos que sintetizam a produção de hormônios.

E aí, conseguiu compreender do que se trata o hipotireoidismo? Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

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