fbpx

Ardência ao urinar: quando este sinal é preocupante?

Pelo menos alguma vez na vida já sentiu aquela ardência incômoda ao ir no banheiro? É uma sensação de desconforto, queimação e ardência ao urinar. Pois saiba que este é um sintoma de várias doenças, entre elas a infecção do trato urinário, ou seja, na região onde a urina é produzida, armazenada e expelida.

Além de muito inconveniente, causa dores pélvicas e micção frequente. O tratamento imediato é necessário, podendo prevenir possíveis complicações como a infecção renal.

O que é uma infecção do trato urinário?

Uma infecção do trato urinário ocorre quando as bactérias crescem nos rins, bexiga ou uretra. A uretra é o tubo que conecta a bexiga à abertura entre o clitóris e a vagina para que a urina possa sair do corpo.

Uma vez instaladas, as bactérias causam estragos, incluindo ainda sentir vontade de urinar mesmo quando a bexiga está vazia, urina turva ou avermelhada.

E se a infecção se espalhar para os rins ou corrente sanguínea, a mulher também poderá ter náusea e vômito, febre, calafrios e dor no meio das costas.

Ardência ao urinar em mulheres

Existem alguns fatores de risco que podem ocasionar ou agravar infecções do trato urinário em mulheres, são eles:

  • Atividade sexual: diafragma, espermicida e alguns lubrificantes vaginais podem alterar a composição bacteriana da vagina;
  • Sistema imunológico: doenças crônicas ou agudas podem enfraquecer o sistema imunológico do corpo;
  • Disfunção miccional: condições que dificultam o esvaziamento completo da bexiga;
  • Menopausa: durante a menopausa os níveis de pH do corpo feminino mudam, alterando a flora bacteriana da vagina.

Apesar dos riscos, felizmente é possível prevenir a infecção com algumas medidas simples. Por exemplo:

  • Esvaziar a bexiga com mais frequência, pelo menos a cada quatro horas durante o dia;
  • urinar imediatamente após a relação sexual;
  • beber mais água;
  • evitar produtos femininos como fragrâncias.

É importante lembrar que não há como adivinhar o motivo da ardência ao urinar, portanto, consultar um médico é fundamental. Afinal, a ardência ao urinar nas mulheres também pode significar outros problemas de saúde como:

  • Candidíase, quando surge um crescimento excessivo de fungos na região íntima, também causado pelo enfraquecimento do sistema imune;
  • Pedras nos rins, ou o cálculo renal, que surge a partir da formação de pequenos cristais que atrapalham o funcionamento do sistema urinário;
  • Infecções sexualmente transmissíveis, contraídas por meio da relação sexual sem preservativo e apresentando corrimento amarelado, sangramento, coceira e feridas na região genital;
  • Pequenas feridas no órgão genital, podendo causar irritação e acompanhadas de sangramento. É mais frequente nas mulheres com a fricção do contato íntimo;
  • Uso de produtos de higiene íntima, na farmácia ou em qualquer drogaria, existem uma variedade de produtos oferecidos para as mulheres e que podem ser usados na região íntima.

Por mais atraentes que possam ser, provocam alergia ou desequilibram o pH. Além da ardência, vem acompanhada da coceira constante e vermelhidão na região íntima.

Os fatores de risco para os homens

Os homens também sofrem com a ardência ao urinar, e, neste caso, o incômodo pode ter outros significados. A micção dolorosa é um problema que pode revelar sintomas de doenças como infecções do trato urinário, cálculos renais, alterações na próstata e doenças sexualmente transmissíveis.

Urinar constantemente, porém sem dor, também pode ser um efeito colateral de certos medicamentos ou um sintoma de diabetes. Nestes casos, é sempre bom consultar um médico.

Doenças bacterianas X virais: quais são as diferenças

É muito comum a confusão entre o que são as doenças bacterianas e o que são as doenças virais. Para acabar com essa dúvida de uma vez por todas, vamos explicar aqui, as principais diferenças!

As doenças bacterianas

Em primeiro lugar é preciso saber sobre os aspectos relacionados à medicação. Os antibióticos geralmente matam as bactérias, microrganismos unicelulares que se proliferam em muitos tipos diferentes de ambientes. Elas são diversas e podem ter uma grande variedade de formas e recursos estruturais.

Porém, o uso inadequado de medicação ajudou a criar doenças resistentes ao tratamento e algumas variedades de bactérias vivem em extremos de frio ou calor e lixo radioativo. Outras, nos intestinos das pessoas, onde ajudam a digerir os alimentos. Elas podem se reproduzir por conta própria.

Registros fossilizados mostram que existem bactérias há cerca de 3,5 bilhões de anos. A maioria é inofensiva e algumas realmente ajudam na digestão dos alimentos, destruindo micróbios causadores de doenças, lutando contra as células cancerosas e fornecendo nutrientes essenciais. Menos de 1% causam doenças nas pessoas, mas há exceções, como infecções da garganta, do trato urinário, tuberculose, meningite, tétano, etc.

Muitas infecções bacterianas são contagiosas, o que significa que podem ser transmitidas de pessoa para pessoa. Isso pode ocorrer de muitas maneiras, incluindo toque e beijo, contato com os fluidos corporais de uma pessoa infectada, principalmente após contato sexual ou quando a pessoa tosse ou espirra, e superfícies contaminadas, como maçanetas ou torneiras.

Além de picada de inseto e consumo de água contaminada. Os sintomas duram de 10 a 14 dias e continuam a piorar em vez de melhorar. A febre é mais alta do que normalmente observada em um resfriado.

Doenças virais

Ao contrário das bactérias, os vírus não sobrevivem sem um hospedeiro. Eles só podem se reproduzir ligando-se às células, reprogramando-as para produzir novos vírus até que se rompam e morram.

Em outros, transformam células normais em malignas ou cancerosas. Os vírus, por sua vez, são ainda menores do que as bactérias e precisam necessariamente de hospedeiros vivos (pessoas, plantas ou animais) para se multiplicarem.

Caso contrário, não podem sobreviver. Assim como as infecções bacterianas, as virais também são contagiosas, podendo ser transmitidas de maneiras semelhantes às bacterianas e causando doenças como gripe, gastroenterite, catapora, sarampo, meningite, HIV, hepatite, Zika e Covid-19.

Tratamento

Os antibióticos não são eficazes contra os vírus. As vacinas foram desenvolvidas desde o início do século 20 e reduziram drasticamente o número de novos casos de doenças virais, como poliomielite, sarampo e varicela. Além disso, podem prevenir infecções como gripe, hepatite A, hepatite B, papilomavírus humano (HPV) e outros.

Diagnóstico

Em alguns casos, é difícil determinar se uma doença é viral ou bacteriana porque podem ser causadas por ambos (caso da meningite, pneumonia e diarreia). Somente o médico pode determinar a causa ao fazer um exame físico. Se necessário, também pode solicitar um teste de sangue ou urina para ajudar a confirmar o diagnóstico.

Meu resfriado é por doenças bacterianas ou virais?

Um resfriado pode causar nariz entupido ou coriza, dor de garganta e febre baixa, mas um resfriado é bacteriano ou viral?

O resfriado comum é causado por vários vírus diferentes. Não há muito que você possa fazer para tratar, exceto esperar e usar medicamentos de venda livre para ajudar a aliviar seus sintomas. Em alguns casos, uma infecção bacteriana secundária pode se desenvolver durante ou após um resfriado, evoluindo para sinusite, problema no ouvido e pneumonia.

Quais são as doenças virais mais comuns?

O fato é assustador, porém real. Os vírus são organismos microscópicos existentes em quase todos os lugares. Na realidade, são considerados a entidade biológica mais abundante do planeta e capazes de infectar os seres vivos. E variam em complexidade. Alguns podem causar doenças virais fatais, já outros provocam infecções sem reações perceptíveis.

Os efeitos variam conforme o tipo de organismo. Seu material genético, RNA ou DNA, é envolto por uma camada de proteína e lipídio (gordura) e não pode se replicar sem um hospedeiro, por isso são classificados como parasitas.

Os vírus têm diferentes formas e tamanhos, sendo descobertos a todo momento. Grande parte surge de outras espécies, preocupando os cientistas, caso do coronavírus, passado para os humanos a partir de um animal selvagem considerado uma iguaria na China.

Estes organismos microscópicos podem ser transmitidos de pessoa para pessoa e de mãe para filho durante a gravidez ou o parto. E podem se espalhar de várias formas: comer ou beber água contaminada, ter contato sexual com uma pessoa infectada com um vírus sexualmente transmissível e trocar fluidos corporais tais como saliva, tosse ou espirro.

Outras formas é tocar superfícies ou respirar gotículas transportadas pelo ar. Existe ainda a transmissão indireta de pessoa para pessoa por um hospedeiro, como um mosquito, carrapato ou rato do campo

Nesse post, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre doenças virais.

Doenças mais comuns

A mais falada das doenças virais ultimamente e que vem contaminado e levando a morte milhões de pessoas no mundo inteiro, a Covid-19, pelo agente coronavírus. Outras séries de doenças causadas por vírus são o resfriado comum e diferentes tipos de gripe, sarampo, caxumba, rubéola, catapora, herpes, hepatite, poliomelite, raiva, febre ebola, HIV, dengue, Zika e o HPV.

Não existe cura, e, em alguns casos, somente a vacinação pode impedir sua propagação. A grande maioria das infecções virais desencadeia uma resposta do sistema imunológico, mas o HIV, por exemplo, têm maneiras de escapar das defesas do corpo.

Tratamentos para doenças virais

Quando o sistema imunológico do corpo detecta um vírus, ele começa a responder, para permitir que as células sobrevivam ao ataque. As infecções bacterianas podem ser tratadas com antibióticos, mas as virais requerem vacinações para preveni-las ou medicamentos antivirais para tratá-las. Muitas vezes, o único tratamento possível é o alívio dos sintomas.

Foi graças a pandemia da AIDS, uma doença autoimune que os antivirais foram desenvolvidos amplamente. Essas drogas não destroem o patógeno, mas inibem seu desenvolvimento e retardam o progresso da doença. Estes medicamentos também estão disponíveis para tratar a infecção pelo vírus herpes simplex, hepatite B, hepatite C, gripe, herpes e catapora.

Consequências para o corpo

Os sintomas comuns de doenças virais incluem sintomas semelhantes aos da gripe e mal-estar. No entanto, as doenças mais comuns, o resfriado comum e a gripe, são autolimitadas em pessoas geralmente saudáveis. Isso significa que a infecção causa a doença por um período de tempo, depois se resolve e os sintomas desaparecem conforme o sistema imunológico ataca o vírus e o corpo se recupera.

Em alguns casos, as doenças virais podem levar a complicações graves, possivelmente com risco de vida, como desidratação, pneumonia bacteriana e outras infecções bacterianas secundárias. Pessoas sob risco de complicações incluem aquelas que têm uma doença crônica ou um sistema imunológico suprimido ou comprometido. Em caso de dúvida, é melhor consultar seu médico de confiança.

Atenção redobrada para doenças respiratórias e a Covid-19

Todos os métodos de prevenção em relação à Covid-19 devem ser redobrados para quem sofre de doenças respiratórias (bronquites, renites e sinusites).

Por exemplo, pessoas com asma moderada ou grave têm maior probabilidade de apresentar uma doença grave por coronavírus e complicações bem mais graves em caso de contágio. Tanto que a Organização Mundial de Saúde incluiu a doença no grupo de maior risco por ser crônica, levando a uma inflamação broncopulmonar.

Os fumantes também são os mais vulneráveis, pois os cigarros, muitas vezes contaminados, ficam em contato com os lábios, aumentando a possibilidade de transmissão do vírus. Correm sérios riscos também as pessoas que sofrem de pneumonia, condições em que aumentam as necessidades na utilização da ventilação mecânica.

Em casos de complicações sérias, podem levar ao choque, falência de múltiplos órgãos e, em casos mais extremos, a morte.

Sintomas idênticos de doenças respiratórias e COVID-19

Os sintomas da Covid-19 são muito parecidos com outras doenças respiratórias causadas por vírus. Com a pandemia em decurso, os pacientes infectados registram sintomas como febre, prostração e tosse seca. Alguns podem ainda ter dores pelo corpo, congestão nasal, coriza, dor de garganta e diarreia.

Estudos realizados na China, Coreia do Sul e Alemanha constataram ainda perda do olfato e do paladar nos pacientes com infectados pelo coronavírus. Assim, a Associação Brasileira de Rinologia (ABR) orienta o isolamento domiciliar por 14 dias até passar os sintomas, que parecem ser temporários na maioria dos casos. Recomenda-se que pacientes com quadros gripais leves (febre, tosse, coriza, mas sem falta de ar) fiquem em casa e tentem contato com o médico de confiança.

Orientações médicas

Médicos recomendam que portadores de asma e rinite alérgica mantenham seus tratamentos para evitar complicações que podem ser confundidas com os sintomas do Covid-19. Além de tomar todos os remédios, é importante manter a casa arejada e fazer a higiene do ambiente de forma regular.

O isolamento deve ser mais rígido para as pessoas com mais de 60 anos. Por se tratarem de pacientes crônicos, eles devem ser constantemente monitorados por um especialista capaz de orientá-los sobre uso de medicamentos como broncodilatadores e corticoides. A vacinação contra a gripe e doenças pneumocócicas devem ser mantidas e incentivadas, reduzindo o volume da doença na população e a possibilidade da influenza ser descartada com facilidade. Sempre que são registrados surtos de alguma doença infectocontagiosa, a imunização sempre volta a chamar a atenção. Isto porque as vacinas estimulam a produção de anticorpos, agentes de defesa que atuam contra os microorganismos que provocam a enfermidade.

Outras dicas

É fundamental, e sempre bom reforçar: para quem sofre de doenças respiratórias é preciso deixar o sistema imunológico sempre forte. Manter-se hidratado, evitar o fumo e o contato com pessoas resfriadas, mantendo distância e deixar o ar circular em todos os ambientes. É bom lembrar de lavar frequentemente as roupas de cama e deixá-las expostas ao sol, evitando bichos de pelúcia, tapetes e outros produtos com pelo. Respirar sempre que possível pelo seu nariz (e não pela boca), pois as narinas possuem uma função de filtrar o ar e aquecê-lo.

Saiba qual é o médico que trata de doenças cardiovasculares

Dia 29 de setembro é o dia mundial do coração, data criada para lembrar dos cuidados necessários para evitar doenças cardiovasculares. Essas são as doenças que mais matam no mundo e precisam de cuidados constantes. Saiba qual médico seguir e como prevenir enfermidades. 

Qual médico trata de doenças cardiovasculares?

As doenças cardiovasculares são enfermidades relacionadas ao coração e aos vasos sanguíneos (artérias, veias e vasos capilares), os responsáveis por levar e trazer o sangue para o coração. O médico responsável por tratar tais doenças é o cardiologista

No geral indica-se uma visita anual ao cardiologista. No entanto, caso alguma comorbidade seja encontrada ou sintomas típicos surjam no dia a dia, o médico deve ser consultado muito antes desses 12 meses finalizarem. Exames de rotina e visita ao médico anual são indicados para adultos de todas as faixas etárias. 

Os perigos das doenças cardiovasculares

No Brasil, doenças do coração são responsáveis por 30% das mortes no país, matando mais que o câncer e acidentes no trânsito. Estamos falando de um órgão resistente que aguenta estresse e sedentarismo contínuo e grandes esforços físicos. Contudo, quando ele ‘falha,’ costuma ser um problema silencioso.

O entupimento das vias coronárias é gradativo e pequeno. Pode demorar entre 20 e 30 anos até um problema no coração mostrar um sintoma ou ser fatal.

Os problemas mais comuns são as arritmias e o infarto, responsáveis por mais de 80 mil mortes no Brasil em 2018. Eles simplesmente acontecem com pouco tempo para socorro após os sintomas iniciarem. 

Embora o número seja alto, não é para muito alarde. Isso porque 80% das pessoas que já sofreram com infarto sobreviveram no país. Isso quer dizer que com o cuidado certo e tratando da saúde na rotina diária, é possível passar por esses problemas. 

As principais doenças cardiovasculares

Segundo a Organização Mundial de Saúde as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte em todo o mundo há mais de uma década. As principais são:

  • Trombose: coágulos no sangue que podem se desalojar e entupir veias;
  • Coronariana: quando os vasos do músculo cardíaco são afetados;
  • Arterial periférica: problemas nos vasos que irrigam braços e pernas;
  • Cerebrovascular: um problema focado nos vasos de irrigação do cérebro;
  • Cardio-reumática: danos na musculatura cardíaca e válvulas causadas por ação de bactérias estreptocócicas;
  • Congênita: quando o coração já se desenvolve com problemas. 

Os principais sintomas das doenças cardiovasculares

Apesar de serem condições clínicas silenciosas, as doenças cardiovasculares podem enviar sinais de que algo não está legal com o coração. Pode-se observar, por exemplo, dores de cabeça. A dor de cabeça é um sinal clínico de aumento de pressão arterial, ou seja, algo não está legal com o coração. 

Pode-se esperar ainda:

  • Fadiga;
  • Arritmia;
  • Dor no peito;
  • Dormência nas mãos e nos pés;
  • Dificuldade na fala;
  • Desmaios.

O tratamento para doenças cardiovasculares

Existem vários tipos de tratamento de acordo com a doença cardíaca apresentada. O acompanhamento pode ser clínico, com medicamentos de uso temporário para uma reavaliação ou contínuo. Remédios para controle de pressão arterial, por exemplo, são de uso contínuo. 

A intervenção cirúrgica é indicada com doenças cardiovasculares. Neste caso são feitos exames e escolhida a melhor metodologia de acordo com o problema. Mas lembramos que quando diagnosticadas precocemente as doenças cardiovasculares podem ser tratadas ou evitadas.

Quais são as doenças autoimunes mais perigosas?

Nosso sistema imunológico foi projetado para proteger o organismo contra seres externos, invasoras que ameaçam o bom funcionamento do corpo. Mas, às vezes, essa função é alterada e nosso corpo é atacado de dentro para fora. Quando isso acontece temos as doenças autoimunes em ação. Saiba mais sobre elas a seguir.

Entenda o que é uma doença autoimune

Alguns médicos definem as doenças autoimunes como a “perversão” do sistema imunológico do corpo. Isso porque a função básica desse sistema é proteger o nosso organismo, e tais doenças o fazem agir de forma contrária.

As doenças autoimunes são aquelas que fazem o nosso sistema imunológico atacar e destruir tecidos saudáveis. Desta forma essas condições médicas invertem a real função de algumas células. O corpo então deixa de proteger-se contra vírus e bactérias e ataca partes de si mesmo.

As doenças autoimunes mais perigosas

Existem dois tipos de doenças autoimunes: as precipitadas e as genéticas. Na versão ‘precipitada’, tais enfermidades são desencadeadas por fatores externos como, por exemplo, componentes químicos e a exposição à raio ultra violeta.

Já as de origem genética aparecem naturalmente. Elas podem se mostrar por meio do mapeamento genético, mas nem sempre se expressam ou demoram a aparecer.

Há uma estimativa de que mais de 30% de pessoas no mundo são portadoras de doenças autoimunes e não sabem disso.

Elencamos abaixo as doenças autoimunes mais perigosas. Confira!

Esclerose Múltipla

Estima-se que 130 pessoas a cada 100 mil habitantes desenvolvem esta doença autoimune, uma das mais conhecidas no mundo, por ser uma das mais cruéis.

A doença é causada quando anticorpos atacam a bainha de mielina, os responsáveis por levar o impulso nervoso de um neurônio para o outro. E quando este caminho é danificado perde-se o envio de informações do cérebro para o restante do corpo.

Começa com movimentos involuntários contraindo comandos cerebrais. A medida que a doença evolui, é comum perder o controle dos movimentos do corpo. No geral os pacientes acabam em uma cadeira de rodas.

Diabetes tipo 1

Estima-se que mais de 250 milhões de pessoas tenham diabetes no mundo. A popularidade não torna a diabetes menos perigosa, infelizmente. Um dos números é bem alarmante e alto: cerca de 15% dos pacientes perde a capacidade de visão em algum percentual.

Nesta enfermidade os anticorpos não reconhecem o pâncreas e o ataca incansavelmente. Logo, o órgão não consegue produzir insulina e é preciso, então, a ingestão manual.

O portador de diabetes do tipo 1 necessita, na maior parte dos casos, de uma dieta controlada e de ingestões de insulina diariamente.

Lúpus

Os números são altos, estima-se mais de 5 milhões de pessoas no mundo. Mais de 5% dos que desenvolveram Lúpus morrem nos primeiros cinco anos por infecções.

Nesta enfermidade o sistema imunológico começa a produzir anticorpos para determinadas partes do corpo. O grande problema é: pode ser qualquer uma e sem aviso prévio. E não há como prever, apenas tentar acompanhar um novo ataque por meio de exames de sangue.

Vitiligo

Esta, talvez, seja uma das doenças autoimunes mais conhecidas. São manchas na pele, ou seja, uma despigmentação.

Estima-se, que no mundo tem mais de 76 milhões de portadores de vitiligo. Uma das doenças autoimunes populares em números, mas que ainda é um mistério médico.

As manchas surgem na pele sem causas aparentes e não vão embora. Contudo, elas são controladas para evitar maior propagação com medicamentos. O vitiligo, é cada vez mais estudado por pesquisadores ligados à Organização Mundial de Saúde na busca de melhores tratamentos e prevenções.

Coronavírus: quais são os sintomas e tratamento?

O coronavírus não é um vírus novo. Ele na verdade já é conhecido do meio médico por causar diferentes resfriados. Contudo, estamos diante de uma nova versão vinda da China em 2019 que causou a pandemia da COVID-19. Entenda mais sobre este novo coronavírus a seguir.

Entenda um pouco mais sobre o novo coronavírus

A COVID-19 é uma doença causada por um vírus, o novo coronavírus. Esse “novo” foi incluído porque já conhecemos o coronavírus de outros momentos. Inclusive já tivemos problemas com um tipo, o Sars-COVID-19, o responsável por nossa vacinação anual da gripe.

Contudo, este é realmente um novo coronavírus. Não é impossível de ser combatido, mas é perigoso por sua contaminação rápida. Ele se propaga pelo ar e é resistente em superfícies, podendo então, contaminar pessoas por respirar sem máscara ou tocando objetos e levando aos olhos, nariz e boca.

Por enquanto temos como profilaxia o isolamento social, evitar cumprimentar com toques, usar a máscara e lavar mãos e rosto. O uso de álcool 70% para desinfecção de superfícies e das mãos tem se mostrado eficiente também.

Os sintomas do novo coronavírus de casos leves

Os infectados com o novo coronavírus são divididos em dois tipos: sintomáticos e assintomáticos. Há aqueles que não desenvolvem sintomas, os assintomáticos. Neste caso eles podem transmitir a doença mas não sentem nada. Apesar disso, eles precisam, da mesma forma, ficar em quarentena.

Já os sintomáticos são aqueles que desenvolvem a doença de forma clara, podendo receber um diagnóstico mesmo sem exame. Ou seja, estão visivelmente com a doença. Neste caso eles podem sentir nos quadros mais simples:

  • Indisposição
  • dores no corpo;
  • febre;
  • Tosse seca;
  • Congestão nasal;
  • Espirros; 
  • Coriza;
  • Perda do apetite;
  • dores em todo o corpo.

Todos os sintomas acima são de uma gripe comum, por isso um exame é solicitado em emergências hospitalares. Contudo, ter contato com uma pessoa com os sintomas já é um forte indicador de que está diante dos sintomas da COVID-19.

Sintomas do novo coronavírus mais graves

Quando o quadro do paciente com a COVID-19 se agrava é comum que os sintomas mudem. Nestes casos o paciente pode sentir:

  • Enxaqueca;
  • Perda de olfato;
  • Perda de paladar;
  • Dores de cabeça intensas;
  • Confusão mental;
  • Dificuldade de respirar.

A dificuldade de respirar é o sintoma mais grave da COVID-19. Ele é também o principal motivo de internação de pacientes. Com a oxigenação baixa, não conseguem respirar e precisam ser entubados. Inclusive, podem passar de alguns dias na intubação até meses nos casos mais graves.

Quando ir ao hospital com o novo coronavírus?

A indicação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que os pacientes infectados com o novo coronavírus procurem um hospital apenas com sintomas intensos. Se são leves e suportáveis, é preciso aderir à quarentena em casa. Ou seja: isolamento social por 15 dias. Repouso, alimentação balanceada e muito líquido devem fazer parte da profilaxia.

A ida ao hospital deve acontecer quando os sintomas estão dignos de uma ajuda médica. Com falta de ar o indicado é ir à unidade de internação médica mais próxima porque há uma grande chance de necessidade do uso de um respirador. Isso deve ser feito de pronto, quando o paciente sentir uma resistência na entrada do ar ou não conseguir respirar normalmente.

Endometriose: qual é a hora certa para procurar um médico?

A cólica é um dos sintomas mais comuns da TPM (tensão pré menstrual). Entretanto, ela deve ser suportável e permitir uma rotina diária. Porém, quando surge forte demais é possível que a mulher esteja com endometriose, uma das doenças do sistema reprodutor feminino mais comuns. Saiba mais a seguir.

Entenda o que é endometriose

O útero possui o formato de uma pera e é revestido por uma mucosa conhecida como endométrio. Esta mucosa recebe o útero quando há a gravidez para o desenvolvimento do feto. Mas quando a gravidez não acontece é eliminada a cada 21 dias na menstruação. 

Contudo, esse descarte deve ir para a vagina diretamente, mas nem sempre isso acontece. A mucosa é descartada sempre, mas ela pode se deslocar em sentido contrário. Nos casos negativos ela vai para a cavidade abdominal ou para os ovários. É aí que surge a endometriose. 

A endometriose é o acúmulo do endométrio em locais inapropriados do corpo e a dor surge exatamente por este acúmulo estar em locais inadequados.

Quando se deve ir ao médico?

O principal sintoma da endometriose é a cólica. No entanto, ela é diferente das cólicas normais, pois é mais forte, fazendo com que muitas mulheres não consigam seguir com a sua rotina diária. Muitas, inclusive, não conseguem trabalhar e necessitam de uma medicação. 

A indicação dos médicos é marcar uma consulta, caso haja uma cólica forte e intensa. E se houver uma mudança no comportamento da menstruação, é ainda mais urgente marcar a consulta, porque alguma coisa não está normal. 

Outros sintomas cabíveis de uma consulta ao médico são:

  • Dores durante relações sexuais;
  • Alterações urinárias – dores ao urinar, ardência ou dificuldades;
  • Alterações intestinais – diarreia, prisão de ventre ou dores abdominais;
  • Dificuldades de engravidar.

Os exames de rotina ajudam a prevenir a endometriose

A indicação dos médicos é uma consulta anual com um ginecologista, para mulheres de todas as idades. Isso deve iniciar após o início da vida sexual, ou seja, quando a mulher se tornar sexualmente ativa. E mesmo estando em abstinência é preciso procurar um médico. 

As consultas de rotina ao ginecologista incluem vários exames. O papanicolau, por exemplo, é um deles. Na endovaginal, também é possível ver traços de uma endometriose, caso ela exista. 

No entanto, há exames específicos, que o médico pode solicitar. Como a ressonância magnética, por exemplo, capaz de perceber rápido a presença da endometriose, tendo em vista a ótima  qualidade da imagem. 

Já a  videolaparoscopia pode ser indicada para quem apresenta um grupo de sintomas, cuja causa não fora encontrada. .

Mulheres do grupo de risco devem se consultar sempre

Estudos indicam a presença de alguns fatores de riscos, responsáveis por aumentar as chances do surgimento da endometriose. São eles:

  • Mães com endometriose;
  • Imunidade baixa;
  • Estresse.

Os períodos de maior ansiedade, são responsáveis por um aumento significativo da endometriose em mulheres entre 30 e 40 anos. 

Tratamento para a endometriose

Após o diagnóstico por um profissional da área de saúde, é preciso iniciar o tratamento. Há dois tipos de tratamento: clínico ou cirúrgico. 

O tratamento clínico envolve medicamentos e acompanhamento médico. Infelizmente nem todas as mulheres respondem positivamente a ele. 

Já o tratamento cirúrgico, depende do grau de endometriose da paciente. A ‘exploração’ cirúrgica consiste em remover os focos da mucosa, alojados em diferentes partes do corpo, para acabar com as inflamações.

Como saber se você sofre de ansiedade?

Se alguém marca um encontro com você há um nervosismo para encontrar a roupa certa. As horas parecem não passar e há um medo de tudo dar errado. Se este quadro é comum em diversas situações do seu dia a dia, talvez você sofra de ansiedade. Saiba mais sobre ela a seguir!

Entendendo o que é ansiedade

A ansiedade é uma reação natural do nosso organismo em determinadas situações as quais geramos alguma expectativa, seja ela positiva ou negativa. Alguns especialistas definem a ansiedade ainda como uma emoção do nosso corpo, normal e esperada.

Podemos sentir ansiedade diante de diversas situações, as quais podem ser agradáveis ou nem tanto. É comum, por exemplo, sentir-se ansioso antes do primeiro encontro com o paquera. Ou quando se sabe ainda, que o namorado quer fazer o pedido de noivado. São situações estressantes de alguma forma, para a saúde mental, que deixam a pessoa ansiosa.

É possível uma mesma pessoa sentir ansiedade de diferentes formas. Ela pode ser positiva ou negativa, dependendo da situação. Pode ser sintoma de um medo, de um pavor, por exemplo. É uma forma, portanto, do corpo se proteger de algo o qual teme bastante.

Contudo, quando os sentimentos relacionados à ansiedade se tornam excessivos, obsessivos e interferirem na vida cotidiana, há motivo de preocupação. Pois significa que a saúde mental da pessoa está comprometida.

Será que eu sou ansioso? – Sintomas da ansiedade

Para saber se você sofre de ansiedade não é preciso muito esforço, mas a doença deve ser diagnosticada por um profissional. No entanto, se você quiser ter uma breve noção, basta realizar uma auto análise diante de algumas situações do seu cotidiano. Alguns dos sintomas da ansiedade clássicos são:

 

  • Sudorese excessiva em partes específicas do corpo; 
  • Mãos frias;
  • Aceleração dos batimentos cardíacos;
  • Falta de ar;
  • Insônia;
  • Mãos trêmulas;
  • Dores de cabeça;
  • Tensões nos músculos.

Esses sintomas podem ser comuns diante de uma situação de estresse, seja ela positiva ou negativa. Você pode sentir apenas algum ou outro sintoma, ou então, todos os citados acima. 

Sintomas graves de ansiedade

Em alguns casos os sintomas de ansiedade não são amenos. Inclusive, são tão fortes que assustam, mas ainda são considerados normais dada a frequência que acontecem. São eles:

  • Vômitos;
  • Calafrios;
  • Insônia durante dias;
  • Desmaios;
  • Sensação de sufocamento;
  • Dores no peito.

Neste caso o sistema nervoso está em alerta máximo. É comum encontrar pacientes em uma sala de emergência com tais sintomas mas nenhuma causa clínica física. Em outras palavras, sem uma doença aparente.

Quando a ansiedade pode ser um problema?

Sentir-se ansioso é comum e aguardado. Como seres humanos, sofremos um turbilhão de sensações, nem sempre as melhores e nem sempre as piores. É comum sentir medo, desejar muito uma coisa a ponto de alterar o seu estado mental e físico.

Porém, temos um problema quando a ansiedade é uma barreira para a execução de algumas atividades. Se ao aguardar um jantar você fica tão ansioso que não consegue comer ou trabalhar, está diante de um problema. Neste caso pode ser necessário procurar ajuda médica. Seria interessante, portanto, procurar um psicólogo ou psiquiatra para conversar sobre o assunto.