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Networking: como essa prática pode ajudar a conquistar clientes

Realizar networking é trabalhar sua rede de clientes, colegas, parceiros, trocando informações relevantes com base na colaboração e ajuda mútua.

Essa troca ajuda a construir um relacionamento duradouro e é essencial para manter uma boa reputação com o passar do tempo. 

E você? Sabe como usar estratégia a favor do seu negócio? Pensando nisso, preparamos um post para auxiliá-lo nessa tarefa. Boa leitura!

Por que o networking é importante e como colocá-lo em prática

Cada vez mais, o espírito colaborativo do networking está se infiltrando nos ambientes de trabalhos tradicionalmente competitivos. 

Nesse sentido, o advento das Tecnologias 4.0 confirma: não importa seu setor de atuação, você deve priorizar o bom relacionamento e a troca de informações com o cliente para conseguir ter um diferencial positivo e alcançar a fidelização.

Em operações intensivas em conhecimento, em que o diferencial é o serviço e atendimento prestado ao consumidor, o networking se torna essencial para conquistar clientes satisfeitos.

Porém, cuidado! Sem uma boa organização, é muito fácil de esquecer clientes que não se fazem ouvir de maneira mais incisiva, o que pode gerar falsas prioridades na sua rede. 

Por isso, existem empresas especializadas que realizam programas de rede de referência de marketing boca-a-boca estruturado, através de eventos e do desenvolvimento de conteúdos.

Assim, parceiros e colaboradores recomendam-se mutuamente gerando novas fontes de receitas.

Portanto, fique atento a parcerias para realizar o seu networking de uma forma sustentável, informativa e consistente e siga as dicas que listamos a seguir:

  • Deixe de lado a timidez e reconecte-se com clientes antigos. Fortaleça sempre a sua base, afinal, é nela que está construída a sua casa; 
  • Lembre-se: construir networking não significa apenas distribuir cartões e apertos de mão! É preciso realmente estabelecer relações e compartilhar dos mesmos interesses;
  • Escolha uma plataforma amigável aos seus clientes. Que redes sociais eles frequentam? Otimize a sua entrega de informação.

    Você pode estar postando conteúdos maravilhosos no LinkedIn, mas, se seus clientes estão em peso no Instagram, por exemplo, de nada adiantará;
  • Crie conteúdos pertinentes às necessidades específicas dos seus clientes. Dessa forma, a geração de valor por interação cresce exponencialmente.
  • Realize um mapeamento de horários com um maior fluxo de clientes nas plataformas escolhidas para suas interações;
  • Mantenha uma presença ativa nas redes. Monte uma agenda e seja consistente.

    Para isso, utilize ferramentas de postagem e agendamento de mídias sociais. Aplicativos como Promo Republic, Hootsuite, Buffer, TweetDeck e CoSchedule podem ajudá-lo (e muito!);
  • Não veja seus colegas de profissão como concorrentes. Eles fazem parte da sua rede e, em colaboração, vocês podem se beneficiar de uma maneira que sozinhos nunca conseguiriam;
  • Saiba se expressar bem em público. Entenda a hora de falar e de ouvir e evite tecer críticas a outras empresas e pessoas, por exemplo. Isso poderá afetar negativamente a sua reputação;
  • Compartilhe suas conquistas. Mostre, através das redes sociais, que você é uma pessoa que está constantemente buscando se atualizar e melhorar profissionalmente. 

Isso agregará ainda mais valor ao seu negócio ou marca. 

E então, gostou das dicas para colocar o networking em prática? Esperamos que sim! Não deixe de acompanhar nossas outras postagens do blog. Até a próxima! 

Consulta com angiologista: 10 perguntas para fazer

Em uma consulta com angiologista, são tratados problemas referentes ao sistema circulatório, o qual compreende as veias, artérias e vasos linfáticos. Esse especialista é responsável por realizar o diagnóstico de enfermidades vasculares que não necessitam de intervenções cirúrgicas. 

Geralmente, esse tipo de profissional é bastante procurado por pacientes que buscam tratamentos para varizes e vasinhos, os quais são identificados mais facilmente por serem visíveis e estarem relacionados à questão estética.

Desse modo, o angiologista poderá tratar tanto de doenças já existentes quanto indicar métodos a fim de preveni-las, como uma alimentação balanceada, uso de meias de compressão e medicações específicas, por exemplo. 

Angiologista x Cirurgião vascular: qual a diferença?

A principal diferença entre as duas especialidades está relacionada ao tipo de tratamento que realizam. O angiologista, como já dissemos anteriormente, utilizará tratamentos clínicos para cuidar de enfermidades que afetam o sistema circulatório.

O cirurgião vascular, por sua vez, poderá fazer intervenções mais invasivas, como laser, radiofrequência e cirurgias convencionais. 

Vale lembrar que nem sempre é fácil distinguir qual dos dois especialistas será o mais indicado para cada caso, uma vez que é necessária uma avaliação detalhada do quadro individual do paciente. 

Há, ainda, a possibilidade de que ambos os profissionais trabalhem em conjunto com o intuito de definir as melhores e mais eficazes soluções para a doença em questão.  

Quais os tipos de doenças tratadas pelo angiologista?

Embora os problemas mais comuns sejam as varizes, há uma infinidade de outras doenças que podem ser tratadas por um angiologista, entre elas:

  • Vasculite
  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Síndrome de Raynaud
  • Arteriosclerose
  • Linfagite
  • Fístulas arteriovenosas
  • Aneurisma arterial
  • Pé de diabético
  • Embolia pulmonar
  • Insuficiência vascular cerebral
  • Trombose venosa profunda
  • Neuropatia diabética
  • Doença venosa

Em que casos devo procurar um angiologista?

Como muitas dessas doenças não são necessariamente visíveis, é preciso ficar atento e procurar um médico ao sentir quaisquer dos sintomas elencados abaixo:

  • Dor ao caminhar;
  • Câimbras;
  • Sensação de peso nas pernas;
  • Dormência nas panturrilhas;
  • Veias com coloração azulada ou arroxeada;
  • Coceira crônica;
  • Inchaço nos tornozelos;
  • Cansaço excessivo nos membros inferiores;
  • Sensação de formigamento;
  • Sensação de queimação na planta dos pés e pernas.
  • Alteração de temperatura.

Quais perguntas devo fazer na consulta?

Sabemos que muitas dúvidas surgem frente ao diagnóstico de uma doença. Sendo assim, preparamos algumas perguntas que poderão guiá-lo no momento da consulta:

  1. Quais os tratamentos mais acessíveis para o meu caso?
  2. Em minha família há histórico de doenças vasculares. Quais precauções devo tomar?
  3. Quais hábitos posso mudar para ter mais sucesso em meu tratamento?
  4. Como meus resultados se comparam ao que é considerado “normal”?
  5. Que tipo de atividades devo evitar?
  6. Quais os gastos que terei durante o tratamento?
  7. Em quanto tempo conseguirei perceber os resultados?
  8. Ganhei peso nos últimos meses, isso pode ter alguma relação com o diagnóstico que recebi?
  9. Quais efeitos colaterais podem surgir no decorrer do tratamento?
  10. Quando deverei retornar para a próxima consulta?

Lembre-se, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, mais fácil será de evitar que a enfermidade se agrave. Não deixe de agendar sua consulta pelo aplicativo da Sarar. Nós te ajudamos a encontrar os melhores especialistas pelo melhor custo x benefício!

O que esperar de uma consulta com psiquiatra?

Por muito tempo, as pessoas acreditavam no mito de que a consulta com psiquiatra era indicada para tratar indivíduos considerados “loucos”. Com o acesso à informação que temos nos dias de hoje, foi possível quebrar esse estigma e entender melhor de que forma esse especialista atua.

Assim, se você tem dúvidas sobre como será a primeira consulta, quando deve procurar um psiquiatra e quais transtornos são tratados por ele, acompanhe o post a seguir!

O que faz um médico psiquiatra?

Um médico especialista na área da psiquiatria cuida da saúde mental de seus pacientes. Ele é responsável por realizar o diagnóstico e cuidar de disfunções como:

Transtornos de ansiedade: transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), síndrome do pânico, entre outros;
Depressão;
– Transtorno de bipolaridade;
– Transtornos alimentares: anorexia, bulimia e vigorexia;
– Esquizofrenia;
– Autismo;
– Síndrome de Burnout;
– Alzheimer;
– Déficit de atenção.

Ao identificar com precisão o problema enfrentado pelo paciente, o psiquiatra indicará o tipo de tratamento adequado a fim de resolvê-lo. Esse tratamento pode ser feito, geralmente, utilizando um destes três métodos:

– Tratamento farmacológico: em que são prescritos remédios;
– Tratamento psicoterapêutico: com o acompanhamento de um psicólogo;
– Tratamento combinado: em que é necessário unir o farmacológico e o psicoterapêutico para que se obtenha o resultado desejado.

Como é a primeira consulta com o psiquiatra?

Em primeiro lugar, o especialista irá perguntar o que levou o paciente a procurá-lo. Como as patologias tratadas pelo psiquiatra não são tão visíveis fisicamente, é preciso ser sincero e aberto para que o profissional consiga entender o quadro.

Além disso, o psiquiatra precisará investigar o histórico clínico do paciente. Para isso, poderão ser realizadas perguntas relacionadas aos seus hábitos, família, trabalho, relacionamentos pessoais e hobbies.

Ainda, é possível que sejam solicitados alguns exames físicos, pois, como se sabe, algumas doenças são fruto de desequilíbrios químicos no organismo. Os exames laboratoriais e de imagens mais indicados pelos psiquiatras são:

– dosagem de anticonvulsivantes no sangue;

– dosagem de hormônios;

– dosagem de lítio no sangue;

– eletrocardiograma;

– função hepática;

– função renal;

– glicemia de jejum;

– hemograma;

– ressonância nuclear magnética do cérebro;

– ultrassom;

– tomografia;

– testes neuropsicológicos.

Quando devo procurar por esse especialista?

Em alguns casos, pode ser que um outro profissional solicite o encaminhamento para um psiquiatra. Uma vez que algumas doenças podem apresentar sintomas físicos, como problemas digestivos, alteração de sono e falta de ar, por exemplo.

Assim, não é incomum que um clínico geral, pneumologista, neurologista, entre outros especialistas indiquem que o paciente procure um especialista em psiquiatria.

Além disso, o próprio paciente também pode ficar atento a alguns sintomas:

– Alterações de apetite: tanto a falta de vontade para se alimentar quanto o consumo de alimentos em excesso podem indicar algum problema emocional;
– Sono desregulado: quando há episódios recorrentes de insônia, por exemplo;
– Medos irracionais e excessivos que o impeçam de realizar simples tarefas cotidianas;
– Tensão muscular constante;
– Outros sintomas físicos como falta de ar, calafrios, arritmia, suor em excesso, náuseas.

Se você tem percebido alguns desses sintomas citados anteriormente, que tal agendar uma consulta com um psiquiatra? Não deixe de cuidar da sua saúde mental.

Nós podemos te ajudar, basta clicar aqui.

Dor no pulmão: o que pode ser e como agir quando sentir

É comum que muitas pessoas já tenham sentido algum tipo de desconforto ou dor no pulmão. Nem sempre essas dores podem indicar doenças graves, como câncer e pneumonia, entretanto, é sempre bom estar atento aos diferentes sintomas e procurar um médico se necessário.

Quer saber mais sobre as possíveis causas dessa dor e como agir quando sentir? Acompanhe a leitura desse post!

O que causa a dor no pulmão?

1. Crise de ansiedade

Um dos sintomas mais comuns ao se ter uma crise de ansiedade são as dores fortes no peito. Normalmente, essa sensação vem associada a outros sintomas, como dificuldade para respirar, tremores, aceleração dos batimentos cardíacos, calafrios e náuseas.

As crises de ansiedade geralmente ocorrem por conta de situações traumáticas ou de muito estresse. Assim, caso sinta esses sintomas com frequência, recomendamos que procure ajuda de um psiquiatra.

Fazer terapia e cuidar da saúde mental com o acompanhamento de um psicólogo também pode auxiliar bastante no controle das crises.

2. Pneumonia

Ocasionada pela infecção dos pulmões, a pneumonia é uma doença não contagiosa que pode derivar de uma simples gripe. Quando o paciente está com a imunidade baixa, bactérias podem penetrar o sistema respiratório com mais facilidade.

Consequentemente, há um acúmulo de secreções nos alvéolos, o que impede a entrada e saída de gases.

Entre os principais sintomas, estão a tosse com catarro, febre, dor no pulmão, fadiga e sensação de peito carregado. Para que a doença tenha um tratamento adequado, é preciso que um médico faça alguns exames, como a gasometria, a fim de obter um resultado preciso.

3. Pleurisia

A pleurisia ou pleurite nada mais é do que uma inflamação do tecido chamado pleura, o qual reveste os pulmões. Ela pode ser desencadeada pela gripe, pneumonia ou artrite reumatoide.

Portanto, ao sentir dores intensas no peito ao tossir e respirar, apresentar febre, pulso acelerado e fraqueza, procure um pneumologista ou clínico geral.

4. Embolia pulmonar

Causada pelo entupimento das artérias do pulmão, a embolia, também conhecida como trombose pulmonar, pode ser fatal se não tratada devidamente.

Isso porque a obstrução dessas veias impede que o sangue circule, causando a falência da área afetada.

Assim, é necessário atentar-se e procurar atendimento médico imediatamente caso sinta dor intensa na região torácica, falta de ar, pele e unhas azuladas, febre e tosse seca ou com sangue.

5. Asma

Acometendo mais de 20 milhões de pessoas em todo o território brasileiro, a asma é causada pela inflamação das vias aéreas. Diversos são os fatores que podem desencadeá-la, dentre eles, destacamos os ácaros, fungos, a poluição e fumaça de cigarros.

O paciente asmático pode sentir muita dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. Embora a doença não tenha cura, é possível conviver bem com ela. Para isso, o acompanhamento com o médico certo é essencial para avaliar o quadro clínico de cada paciente.

Como agir quando sentir dor no pulmão?

Ao sentir dores muito fortes ou até mesmo incessantes nos pulmões, é imprescindível a procura por ajuda médica e evitar se automedicar. Uma boa avaliação feita por um profissional pode evitar e prevenir muitos problemas futuros mais graves.

Essas dicas foram úteis para você? Então, não deixe de comentar e continuar acompanhando nossos posts!

Qual é a melhor máscara para se proteger do coronavírus?

A pandemia do novo coronavírus pegou todo o mundo de surpresa, e para se proteger da doença é necessário tomar alguns cuidados básicos. Dentre eles, é muito provável que você já saiba que um dos principais é adotar o uso correto da máscara.

Mas… Qual é a melhor máscara para se proteger do coronavírus? Existe variação na efetividade de cada uma delas? É sobre isso que falaremos no post de hoje! Confira abaixo.

Quais são os tipos de máscara disponíveis?

Bom, antes de te dizer qual é mais indicada em cada ocasião, é importante que você saiba primeiro quais são os tipos de máscara disponíveis. Veja a seguir:

  • Máscara de tecido: é aquela produzida artesanalmente em casa ou confecções. Para isso, são utilizados materiais não médicos, como é o caso do tecido, malha ou retalhos. É o tipo de máscara que mais costumamos ver nas ruas, além disso, ela pode ser reutilizada (desde que você saiba fazer a higienização correta da peça);
  • Máscara cirúrgica (descartável): a máscara cirúrgica, popularmente conhecida como máscara descartável, é produzida industrialmente a partir da utilização de materiais específicos e descartáveis, sendo muito utilizada em ambientes hospitalares. Em comparação às máscaras de tecido, a máscara cirúrgica se destaca pelo fato de conseguir filtrar mais partículas que os tecidos comuns e por conter um arame que garante maior adequação no nariz, diminuindo assim as frestas e dando maior proteção.
  • Máscara N95: por fim, essa opção também possui produção industrial e é muito voltada para profissionais de saúde. E o motivo disso é que ela possui melhor proteção contra aerossóis (as menores partículas respiratórias) contribuindo para a não transmissão do vírus.

Qual é a melhor máscara?

tipos de máscara coronavírus
Confira quando usar cada tipo de máscara. | Imagem: Pixabay

Depois de ver a descrição de cada uma delas, é provável que você esteja imaginando que a melhor máscara para proteger do coronavírus seja a N95 devido a sua grande proteção, correto?

Em partes, sim. Essa é de fato a máscara que mais protege da lista. No entanto, mais importante do que adquirir a opção de maior proteção para usá-la diariamente, é essencial que você saiba quais são as ocasiões específicas para cada uma delas:

  • Máscara de tecido: máscaras desse modelo devem ser usadas por todas as pessoas ao saírem de casa, seja para frequentar lugares abertos ou fechados (como é o caso de supermercados, praças, ônibus, etc.);
  • Máscara cirúrgica: ela é muito recomendada para pacientes que estejam com suspeita ou confirmação de sintomas gripais. Afinal, elas oferecem proteção maior do que as máscaras de tecido. Se porventura você tiver contato com pessoas com sintomas de gripe, o ideal é que você também use esse tipo de máscara.
  • Máscara N95: já a máscara N95, considerada a melhor máscara no quesito proteção, não precisa necessariamente ser usada por todo mundo. Até porque é um material mais caro e menos acessível. Entretanto, profissionais de saúde que forem realizar procedimentos cirúrgicos ou que trabalhem em áreas com muita exposição ao vírus devem fazer o uso dessa máscara.

E aí, conseguiu compreender a diferença entre as máscaras para definir qual é a melhor para cada ocasião? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, não deixe de comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, não se esqueça que os cuidados devem ser contínuos para evitar a disseminação do coronavírus. Então sempre que possível higienize bem as suas mãos (com álcool gel e água e sabão) e se for precisar sair de casa, use máscara!

Por fim, se quiser mais dicas e informações de saúde e bem-estar como essa, basta continuar acompanhando o nosso blog. Nos vemos por aqui!

Como escolher o melhor plano de saúde para a família?

Uma coisa é fato: as pessoas têm ficado cada vez mais preocupadas com a saúde. Com isso, saber escolher o melhor plano de saúde para atender você e sua família é essencial para garantir o máximo de segurança, proteção e saúde a todos.

Mas afinal, será que você sabe, de fato, quais critérios que devem ser levados em consideração na hora da escolha? É sobre isso que falaremos aqui. Confira a seguir.

Veja as dicas de como escolher o melhor plano de saúde para a família

Na lista abaixo você vai observar o que deve ser levado em consideração na hora de escolher o melhor plano de saúde para você e para sua família. Veja só:

1 – Descubra o que quer

Esse primeiro passo pode por muitas vezes parecer óbvio, mas acredite, é essencial para garantir que você encontre um bom plano de saúde para você. Para isso, você precisará saber quais são as opções de cobertura, rede credenciada, valores de reembolso e faixa de preço mensal para que tudo se enquadre naquilo que você deseja. Falaremos sobre isso nos próximos tópicos!

2 – Entenda como o plano de saúde funciona

Muito se fala que é essencial ter um plano de saúde para ter acesso a profissionais qualificados e com preço acessível hoje em dia. Mas afinal, você sabe como ele funciona? Ter isso em mente é indispensável para a sua decisão.

O plano de saúde visa disponibilizar uma rede de serviços (profissionais, clínicas, laboratórios e hospitais) para seus clientes credenciados através de uma mensalidade. Ou seja: pagando um valor fixo mensal, você passa a ter direito à marcação de consultas e exames dentre as opções credenciadas pelo plano.

Entretanto, vale ressaltar que existem planos com coparticipação e sem coparticipação. Ou seja, nos planos com coparticipação, as mensalidades costumam ser menores, mas caso você agende algum procedimento, você irá pagar uma taxa adicional. Já os planos sem coparticipação, o valor mensal é único, independente de quantas consultas e exames você fizer. Mas, por outro lado, nessa modalidade a mensalidade costuma ser mais alta.

3 – Avalie o melhor tipo de cobertura

Em ambas as propostas, você deve avaliar qual tipo de cobertura do plano de saúde irá te proporcionar o melhor custo x benefício. Por exemplo, assim como você viu que os planos sem coparticipação tendem a ser mais caros, os planos de saúde com abrangência nacional também terão custos mais elevados do que aqueles que são regionais.

Para isso, faça um cálculo de quanto você deseja pagar no plano de saúde e quais vantagens têm em cada um deles para definir o melhor tipo de cobertura para você.

plano de saúde familiar
Confira os critérios para escolher o melhor plano de saúde para você e sua família. | Imagem: Freepik

4 – Conheça as operadoras de saúde disponíveis

Agora que você já sabe como funciona um plano de saúde e os tipos de cobertura, você deve verificar as operadoras de saúde para definir quais são as melhores opções para te atender. Para isso, leve em consideração os seguintes pontos:

  • Ranking das operadoras feito anualmente pela ANS;
  • Avaliações dos planos de saúde, disponíveis no site da ANS;
  • Nota do plano de saúde nos sites de reclamações

5 – Analise a rede credenciada

Se você já conseguiu separar uma ou mais opções de plano de saúde para atender você e sua família, não deixe de avaliar qual é a rede credenciada. Afinal, de nada adiantaria ser um bom plano se o mesmo não disponibilizar bons profissionais para você, não é mesmo?

Dentro do site ou app das operadoras é provável que você encontre a listagem dos profissionais credenciados. Verifique!

6 – Leve em consideração as opções de reembolso

Existem serviços que não estão inclusos nos planos de saúde, mas que há opção de reembolso (como é o caso da terapia, por exemplo). Então na hora de escolher o plano de saúde ideal, não deixe de avaliar também como funciona e quais são as condições de reembolso para certificar-se de que ele é, de fato, vantajoso para você.

7 – Confira os serviços adicionais

Por fim, mas não menos importante, os serviços adicionais oferecidos pelos planos de saúde são um critério bastante decisivo para te ajudar a escolher a melhor opção para sua família. Avalie então o que cada um oferece e qual se destaca entre as opções, verificando os critérios listados acima e também os serviços adicionais.

Bom, com nossas dicas é provável que você consiga se decidir quanto ao plano de saúde mais indicado para você. Mas lembre-se: caso você não queira fazer a contratação de um agora, a Sarar pode te ajudar (e muito!).

Com diversos profissionais credenciados, você consegue agendar consultas e exames sem complicação e o melhor: garantindo até 70% de desconto sobre o valor dos procedimentos. Clique aqui e conheça essa opção.

Se tiver ficado com alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar aqui que te esclarecemos. No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar. Nos vemos por aqui!

Quais são os principais alimentos que aumentam a imunidade?

Com certeza você já ouviu falar que ter uma alimentação saudável e balanceada é essencial para manter nossa saúde em dia, certo? E um dos principais benefícios que ela pode oferecer é em relação ao sistema imunológico. Pensando nisso, separamos nesse post os principais alimentos que aumentam a imunidade e que não podem faltar na sua dieta. Continue a leitura e confira quais são!

10 alimentos que aumentam a imunidade

Os alimentos dessa lista, quando consumidos diariamente, agem diretamente na formação de células do sistema autoimune. Além disso, eles contribuem também para a proteção das células do organismo contra o aparecimento de problemas de saúde e auxiliam no combate de infecções e processos inflamatórios que o organismo possa estar passando.

benefícios do morango para a imunidade
O morango é um dos alimentos que aumentam a imunidade. Confira abaixo a lista completa. | Imagem: Pixabay

Veja quais são os 10 alimentos que aumentam a imunidade:

1 – Morango

No topo da lista de alimentos que aumentam a imunidade está o morango. E o motivo disso é que essa fruta (muito saborosa, por sinal) é rica em vitamina C, um tipo de vitamina que contribui para o aumento de produção de células autoimune e em consequência disso, auxilia no combate e prevenção de infecções e inflamações.

Tendo em vista a importância da vitamina C para a saúde do sistema imunológico, bem como outras inúmeras vantagens que ela pode proporcionar no organismo, o recomendado é que você ingira entre 100 e 200 mg diariamente. São outros alimentos ricos em vitamina C: brócolis, acerola, laranja e kiwi.

2 – Batata-doce

A batata-doce é um alimento rico em vitamina A, vitamina C e outros antioxidantes que contribuem no desenvolvimento e fortalecimento do sistema imune. Sendo assim, o seu consumo regular também é bastante beneficente.

A vitamina A possui efeito terapêutico e consegue auxiliar no tratamento de diversas doenças infecciosas, sendo essa uma das suas principais importâncias para a saúde.

3 – Salmão

O salmão é um dos alimentos que aumentam a imunidade que você mais deve se atentar. Isso porque ele é rico em ômega 3, o que favorece na defesa do sistema imune e auxilia no combate de inflamações e, além disso, também contribui para a melhora da saúde no geral, especialmente no sistema cardiovascular.

4 – Iogurte natural

Dentre os alimentos que aumentam a imunidade, não poderíamos deixar de falar do iogurte natural. Um alimento rico em probióticos, bactérias boas que auxiliam no bom funcionamento do intestino e que possuem diversos outros benefícios, como: fortalece as defesas do corpo e fazem com que o organismo consiga reagir as agentes infecciosos.

5 – Alho

O alho possui alcina, um nutriente que auxilia na atividade antimicrobiana, inibindo o crescimento e proliferação de bactérias, vírus e fungos e contribuindo para a eliminação de toxinas e bactérias que interferem no funcionamento do intestino.

Por isso, também é considerado um excelente alimento para aumento da imunidade, sendo muito importante consumi-lo diariamente.

6 – Gengibre

O gengibre é uma raiz que auxilia diretamente na prevenção de infecções bacterianas, fúngicas e virais e, além disso, contribui também para o não aparecimento de outros problemas de saúde, como: diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares.

E aí, conseguiu compreender quais são os 6 principais alimentos que aumentam a imunidade? Esperamos que sim! Então lembre-se de inclui-los em sua alimentação para usufruir de todos esses benefícios.

Caso tenha ficado com alguma dúvida sobre esse assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos. E se porventura quiser acompanhar mais dicas de saúde e bem-estar, continue acompanhando o nosso blog. Até a próxima!

4 dicas de como aumentar a imunidade contra doenças

Uma das maiores preocupações quando se trata da nossa saúde e bem-estar é em relação à imunidade. Isso porque, quando nosso sistema imunológico está prejudicado, você fica mais suscetível a desenvolver problemas de saúde, sendo necessário que você pense em formas de como aumentar a imunidade contra doenças.

E é justamente pensando nisso que criamos esse post: para te ajudar a entender quais são as formas capazes de aumentar a imunidade para que você possa se organizar para implementá-las na sua rotina e usufruir dos seus benefícios. Confira a seguir!

Como aumentar a imunidade: confira nossas dicas

Estar com a imunidade em dia é um dos pontos principais quando se trata na prevenção contra os problemas de saúde, sendo essencial que você se atente a isso.

Por outro lado, o que também vale muita atenção são os sinais de que há algo de errado com o seu sistema imunológico. São alguns sintomas que indicam baixa na imunidade: febre, cansaço excessivo, resfriados constantes, vômitos e/ou diarreia.

Veja, na lista abaixo, as 4 dicas que reunimos para aumentar a imunidade e ter mais saúde e qualidade de vida:

1 – Tome sol diariamente

Um banho de sol diário é uma excelente forma de aumentar a sua vitamina D, o que agirá diretamente no seu sistema imunológico e no fortalecimento do seu corpo. Entretanto, lembre-se de que, embora o contato com o sol deva ser diário, você não deve exagerar.

Veja algumas dicas de quando e como você deve tomar sol nos seus dias:

2 – Tenha uma alimentação saudável e balanceada

Você já deve saber que uma alimentação saudável e balanceada proporciona inúmeros benefícios ao seu organismo. E um dos seus principais está ligado diretamente às formas de como aumentar a imunidade.

a alimentação contribui diretamente para o aumento da imunidade
Ter uma boa alimentação contribuirá diretamente ao aumento da sua imunidade. | Imagem: Pixabay

Portanto, inclua o máximo de comidas naturais em sua alimentação, como: carnes vermelhas, peixes, frutas, vegetais e legumes e, sempre que possível, evite o consumo exagerado de comidas industrializadas e frituras.

3 – Hidrate-se corretamente

Assim como a alimentação, a hidratação correta de água também oferece diversos benefícios à saúde. E em relação ao sistema imunológico, o consumo de pelo menos 2 litros de água diariamente está ligado ao fato de a hidratação contribuir para a eliminação de toxinas, transporte de nutrientes e, consequentemente, o fortalecimento da imunidade.

4 – Priorize uma boa noite de sono

Por fim, mas não menos importante, não se esqueça que dormir bem (ao menos 8 horas diárias) é essencial para garantir que sua imunidade estará em dia.

E a justificativa disso é que durante o sono o organismo passa pelo processo de revitalização e renovação celular, a fim de repor as energias e descansar as funções vitais do indivíduo, o que também está diretamente ligado à imunidade.

E aí, conseguiu compreender quais são as 4 dicas essenciais para manter a imunidade alta? Esperamos que sim! Agora basta incluí-las no seu dia a dia para garantir seus benefícios.

Caso tenha ficado com alguma dúvida em relação ao assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos. E se porventura você quiser continuar recebendo dicas e informações sobre saúde, continue acompanhando o nosso blog. Te esperamos por aqui!

Saúde da mulher: 8 cuidados indispensáveis para corpo e mente saudáveis

Se você deseja ter mais longevidade e qualidade de vida, é essencial que você preste atenção na saúde da mulher. E isso se explica pois, quando você tem mais cuidado com sua saúde e bem-estar, você consegue diagnosticar as doenças precocemente, ter mais disposição e autoestima e se sentir melhor.

Mas afinal… Você sabe quais são os cuidados que devem ser tomados diariamente para garantir uma boa saúde física e mental da mulher? É sobre isso que falaremos aqui. Acompanhe!

O que fazer para manter a saúde da mulher em dia

Antes de mais nada, vale ressaltar que para cuidar da saúde da mulher, você não precisa necessariamente tomar medidas drásticas. Com alguns cuidados diários já é possível cuidar de você e principalmente prevenir o aparecimento de alguns problemas de saúde. Veja abaixo quais são:

dicas sobre saúde da mulher
O autocuidado é essencial para todas as mulheres – Foto por Freepik

Tenha uma alimentação saudável

A alimentação saudável e balanceada é um dos principais fatores que precisam ser avaliados quando se trata da saúde da mulher, independente da sua idade. E isso se explica pois, através de uma dieta adequada ao seu perfil, você garante mais bem-estar físico e mental, e ainda reduz consideravelmente o aparecimento de doenças, como a diabetes e colesterol alto.

Priorize a sua saúde mental

Estar com a saúde mental em dia é essencial para que você tenha uma boa qualidade de vida. Portanto, se você estiver passando por qualquer transtorno emocional, como é o caso da ansiedade, depressão, insônia e/ou estresse, é essencial que você procure ajuda médica para que o melhor tratamento possa ser iniciado.

Marque avaliações periódicas de saúde da mulher

As avaliações periódicas de saúde são mais um fator essencial para a saúde da mulher. Afinal, através delas é possível que você evite o aparecimento de doenças, além de poder diagnosticar algum problema precocemente, o que aumenta consideravelmente as chances de cura.

Para encontrar bons profissionais para consultas de check up, não deixe de conhecer o app Sarar. Através dele você consegue agendar online com facilidade e segurança e ainda garante descontos de até 70% nas consultas e/ou procedimentos. Clique aqui e saiba mais.

Controle o seu peso

Quando falamos do controle de peso, não estamos focando apenas na estética. Na realidade, a maior importância é mesmo para a saúde, afinal, a obesidade pode desencadear sérios problemas de saúde, como é o caso da diabetes, hipertensão, AVC, cânceres, entre outros. Por isso, controlar o seu peso através de uma dieta balanceada e práticas de atividades físicas é essencial para a saúde da mulher.

Aumente a ingestão de água

A ingestão correta de água diariamente é fundamental para o perfeito funcionamento do metabolismo, atividades celulares e do intestino. Então não vacile e hidrate-se diariamente, consumindo, no mínimo, 2 litros de água diariamente.

Reduza a ingestão de sal

O sal, quando ingerido exageradamente, acaba sendo um dos grandes vilões para a saúde feminina. As consequências disso vão desde a retenção de líquidos e inchaço até a sobrecarga do coração, rins e vasos sanguíneos, sendo bastante preocupantes e aumentando consideravelmente a chance do desenvolvimento de hipertensão.

Diga não ao tabagismo

Parar de fumar é muito importante para quem quer manter a saúde da mulher em dia. Afinal, o tabagismo pode causar doenças cardiovasculares, respiratórias e até mesmo o câncer, condições de saúde muito sérias que em alguns casos podem ser até fatais. Cuide-se!

Cuide da sua autoestima

Por fim, não se esqueça da sua autoestima! Se sentir bem, bonita e confiante é essencial para que a mulher queira cuidar da sua saúde, além de manter o bem-estar físico elevados. Pensando nisso, sempre que possível, tire um tempo para você, faça skincare, hidrate o seu cabelo e pele, vá ao salão… Você merece muito.

E aí, conseguiu entender quais são os 8 cuidados essenciais para manter a saúde da mulher em dia? Então agora é hora de segui-los e cuidar mais de você.

Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, não deixe de comentar aqui. No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar como essa. Até a próxima!

Descubra qual é o grande perigo da imunidade baixa!

É bem provável que você saiba que o sistema imunológico é o principal responsável pela proteção do organismo contra infecções e doenças. E, por isso, é muito importante que você evite a imunidade baixa.

Mas afinal… Você sabe quais são as principais causas da imunidade baixa e principalmente como evitá-la? É sobre isso que falaremos no post de hoje. Confira a seguir!

Principais causas da imunidade baixa

As causas da imunidade baixa podem ser diversas. Por isso, se você tiver desconfiado(a) que o seu sistema imunológico está comprometido, o ideal é que você marque uma consulta médica para que o profissional possa te avaliar e indicar o tratamento mais indicado.

Entretanto, podemos citar como causas comuns da imunidade baixa a má alimentação e a variação hormonal.

Quais são os sintomas e perigo da imunidade baixa?

imunidade baixa
Foto por Freepik

Os principais sintomas relacionamentos ao comprometimento do sistema imunológico é a diminuição das defesas no organismo, que faz com que o paciente fica mais suscetível para desenvolver doenças recorrentes.

Porém, quando não ocorre tratamento adequado, o corpo começa a apresentar sintomas alarmantes, fazendo com que a imunidade baixa seja ainda mais perigosa.

Veja abaixo quais são esses sintomas:

  • Cansaço excessivo;
  • Náuseas, vômitos e/ou diarreias;
  • Otites;
  • Herpes genital e/ou labial;
  • Infecções respiratórias recorrentes;
  • Mudança de peso repentina;
  • Meningite e encefalite;
  • Queda de cabelo e/ou unhas fragilizadas;
  • Estresse e/ou depressão;
  • Deficiência de vitaminas;
  • Doenças simples que acabam ficando graves;
  • Entre outros.

O que fazer para evitá-la?

Bom, você pôde perceber que a imunidade baixa é realmente perigosa para o organismo, devendo ser tratada imediatamente assim que notar o aparecimento dos sintomas.

Além disso, é essencial que você adote algumas medidas diariamente para evitá-la. Confira a seguir quais são:

  • Beba bastante água;
  • Tenha uma alimentação saudável e equilibrada;
  • Pratique atividades físicas regularmente

E aí, conseguiu compreender quais são os perigos da imunidade baixa e o que você deve fazer para evitá-la? Esperamos que sim. E não se esqueça que, assim que notar o surgimento de um ou mais sintomas dessa lista, é essencial que você procure um atendimento médico para que possa ser examinado.

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