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Entenda o que são as doenças metabólicas

Conhecidas como doenças metabólicas, essa categoria comporta uma série de complicações que envolvem a resistência que o corpo tem à insulina, induzindo o pâncreas a produzir o hormônio em grandes quantidades. 

Mas se você não sabe como tudo ocorre, fique tranquilo pois trouxemos um conteúdo dedicado para te explicar!

Acima de tudo, ficamos felizes que você tenha chegado até aqui em busca dessas informações, uma vez que as doenças metabólicas estejam se agravando com o passar dos anos.

Portanto, basta acompanhar o post!

O que são doenças metabólicas?

As doenças metabólicas são caracterizadas por complicações relacionadas à obesidade, sedentarismo e alimentação consideravelmente inadequada. Infelizmente, essas características estão muito ativas em nosso meio atual.

Partindo deste princípio, outras doenças ganham espaço em cenários de saúde como esse.

Além do diagnóstico por exame, algumas características físicas também podem retratar a resistência à insulina no corpo, como: lesões em regiões de dobra no corpo, similares a verrugas mais escuras.

O que é metabolismo?

Ao mesmo tempo, você pode se perguntar do que se trata o metabolismo e como ele funciona.

Quando tratamos no termo “metabolismo” nos referimos a reações que o nosso organismo gera, ou seja, as reações energéticas e estruturais do corpo. 

Essas duas categorias podem ser divididas da seguinte maneira:

Anabolismo: Reações de biomoléculas que produzem substâncias necessárias para o crescimento e manutenção do organismo.

Catabolismo: Reações químicas que quebram moléculas baseadas na liberação de energia necessária.

Partindo desses pontos, podemos entender melhor sobre as doenças metabólicas.

Quais são as principais doenças metabólicas?

o que é e quais são as doenças metabólicas
Saiba quais são as principais doenças metabólicas. | Imagem: Pixabay

Agora você poderá conferir quais são as principais doenças metabólicas e como elas agem em nosso organismo.

Obesidade

Em primeiro lugar, destacamos a mais conhecida: a obesidade.

A doença é caracterizada pelo excesso de comida e acúmulo de gordura corporal. E não apenas isso, a mesma também está interligada com uma série de novas complicações, incluindo até mesmo a diabetes.

Sua causa principal está baseada na falta de atividades físicas, sedentarismo, má alimentação e alterações de hormônio.

Pessoas que sofrem com essa doença, estão consideravelmente mais propícias a desenvolver outros quadros como, diabetes, pressão alta, pedra na vesícula e outros.

O tratamento e acompanhamento especializado deve ser procurado o quanto antes.

Diabetes do tipo 2

A próxima doença que podemos citar é a diabetes do tipo 2, definida por níveis elevados de açúcar no sangue.

Sua causa ocorre a partir da falta de insulina no corpo, uma vez que a mesma move as moléculas de açúcar para outras células de armazenamento. Desse modo, o corpo não produz o hormônio na quantidade ideal.

O tipo 2 ocorre a partir do momento em que o organismo se torna resistente à insulina e mantém o açúcar no sangue.

Pressão alta

Bastante conhecida entre a população, a pressão alta está diretamente relacionada à pressão do sangue entre as artérias, gerando o risco de problemas cardíacos.

A pressão da qual falamos, funciona de acordo com a quantidade de sangue que o seu coração bombeia ou a intensidade do fluxo sanguíneo entre suas artérias, considerando o fato de elas serem mais estreitas ou não.

A pressão alta também pode ser resultado de outras doenças, como diabetes ou hipertireoidismo.

AVC

Também conhecido como “derrame cerebral”, a doença trata de umas das principais causas de morte atuais.

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) acontece quando os vasos sanguíneos do cérebro entopem ou se rompem, resultando em uma paralisia na área que ficou sem a circulação sanguínea.

Como posso prevenir as doenças metabólicas?

Por se tratar de doenças crônicas, a possibilidade da cura total se torna uma alternativa mais complicada, portanto, podemos resolvê-las com um controle regular de hábitos.

De modo geral, os pontos que mais precisam ser mudados são: alimentação, exercícios físicos, novos hábitos, acompanhamento médico e medicamentos devidamente prescritos.

Todos os tratamentos seguem cronogramas específicos, por isso, consultar o seu médico é a melhor opção.

Conclusão

Agora que você conheceu um pouco mais sobre as doenças metabólicas, fique atento aos hábitos de alimentação e estilo de vida, priorizando sempre a saúde e o bem-estar de seu corpo.

Se esse post te ajudou, continue nos acompanhando clicando aqui!

Até a próxima.

4 sintomas de intolerância à lactose

A intolerância à lactose pode ser muito mais desagradável do que parece. Além dos desconfortos regulares, toda a alimentação precisa ser mudada, ainda que determinada comida seja a sua preferida.

Hoje, separamos um post exclusivo contando tudo sobre este tipo de intolerância e qual é a melhor maneira de lidar com ela.

Confira!

O que é intolerância à lactose e quais são seus principais sintomas?

sintomas da intolerância à lactose
Veja os principais sintomas da intolerância à lactose | Imagem: Pixabay

Podemos considerar, que grande parte das pessoas acreditam que a intolerância à lactose seja uma determinada alergia do leite de vaca ou similares, quando na verdade, se trata de uma deficiência do estômago em digerir o açúcar de alimentos que levam leite.

Seus sintomas principais, são: 

  1. Náuseas: sensação de enjoo e tontura.
  2. Vômitos: no caso da lactose, o vômito pode ser causado pela reação que o alimento gera no estômago, considerando que o mesmo não possui a quantidade correta da enzima lactase.
  3. Diarreia: a lactose também gera o efeito de fermentação no intestino, provocando a diarreia.
  4. Gases e constipação: assim como o sintoma anterior, os gases e as constipações são geradas pela liberação de eletrólitos e também pela fermentação.

No entanto, vale considerar que os sintomas não estão unicamente isolados, uma vez que dores de cabeça, dores musculares, inchaço e até perda de concentração podem compor a intolerância.

Em alguns casos específicos, sintomas como alergia, afta, rinite, sinusite também se destacam durante a crise.

De todos os modos, a consulta de um médico é indispensável. O mesmo te explicará todos os sintomas e indicará o tratamento ideal de acordo com o seu caso.

Como ocorre uma crise de intolerância à lactose?

De modo geral, os sintomas aparecem aproximadamente uma hora após a ingestão do alimento à base de leite. No entanto, cada pessoa reage de uma maneira, uma vez que os organismos possuem atividades distintas.

Pessoas que sofrem com essa condição, não possuem a quantia ideal da enzima lactase, que é responsável pelo processo de digestão dos alimentos dessa categoria.

Assim que os sintomas estiverem totalmente ativos, a pessoa sentirá dores de barriga e muito provavelmente precisará correr ao banheiro. Infelizmente, as dores e incômodos tendem a persistir no corpo até que a lactose seja totalmente eliminada do organismo. 

Se você preferir agilizar este processo de maneira natural, aconselhamos a ingestão de muita água ou de qualquer outro líquido leve, como chá, por exemplo.

O que posso fazer durante uma crise?

Na hora que você chega ao banheiro, já não há muito o que fazer, mas é possível evitar voltar até lá!

Primeiramente, um médico especialista deverá ser consultado para que o seu caso seja acompanhado. É por intermédio de exames que você poderá regrar seu tratamento e encontrar as melhores maneiras de evitar uma nova crise.

Após isso, a sua dieta é o ponto mais primordial. A alimentação representa grande parte de sua melhora, evitando que você tenha novos sustos, dores e incômodos. 

Mas não fique preocupado se você não sabe o que comer, médicos nutricionistas te mostram! Algumas receitas para intolerantes à lactose podem reformular tranquilamente todo o seu cardápio, seu corpo e seu organismo. 

Considerando o fato de que o seu corpo só aliviará a carga com a limpeza de toda a lactose, sugerimos não ingerir da próxima vez!

Conclusão

Agora que você já entendeu mais sobre a intolerância à lactose, com certeza ficará bem mais aliviado em saber que não precisará sentir dor de barriga novamente.

Este post foi útil para você? Então continue acompanhando nossos conteúdos clicando aqui!

Até a próxima!

Saturação: o que é e como saber se está normal?

O corpo humano tem várias funções que são vitais para continuar funcionando normalmente, e uma das que mais se sobressai pela sua importância e pela gravidade das consequências quando é afetada de alguma forma é a respiração, através então da saturação. O oxigênio garante que tudo funcione como deve em nosso organismo, entretanto, às vezes ele se encontra em uma concentração mais baixa do que deveria, causando uma série de sintomas e problemas.

A saturação é um dos parâmetros que deve sempre ser medido ao levar um paciente a emergência ou em situações de doenças respiratórias e sintomas como falta de ar abrupta e repentina. Entretanto, nem sempre é fácil entender o que é saturação e como saber se está normal. Preparamos um guia simples e rápido sobre os conceitos mais importantes sobre a saturação, confira:

O que é saturação de oxigênio?

É um parâmetro vital para definir qual é o nível e a entrega de oxigênio no sangue, sendo possível identificar diversos problemas de saúde ou montar condutas de tratamento a partir do resultado do oxímetro (equipamento que mede a saturação). A importância da saturação é ainda maior para pacientes que tenham doenças respiratórias, como doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), asma, pneumonia, anemia, câncer pulmonar ou distúrbios cardiopulmonares.

Quais são os sintomas da saturação de oxigênio alterada?

sintomas da saturação baixa
Veja quais são os sintomas da alteração na saturação. | Imagem: Acvida Cuidadores

A condição de alteração da saturação do oxigênio mais comum é a hipoxemia, quando o nível de oxigênio que está circulando no sangue pode cair abaixo dos valores que são considerados normais. As células do nosso corpo precisam de oxigênio para desempenhar o papel fundamental no organismo.

Os sintomas mais comuns são falta de ar, dor de cabeça, tontura, ansiedade, batimento cardíaco lento, respiração rápida, vômitos, vertigens, fala confusa, dor no peito, fala arrastada, e isso pode ocorrer até mesmo com pessoas de ótima saúde. Outro sintoma que pode ocorrer são lábios e unhas azulados, pela falta de oxigênio e circulação sanguínea no local.

Como saber se a saturação de oxigênio está normal?

A escala normal do Sp02 é de 95 – 100%. Se o valor estiver abaixo do oxigênio, é considerado baixo, precisando de suprimento externo para o bem-estar e segurança do paciente.

É muito importante que, não somente os portadores de doenças respiratórias crônicas, como toda a sociedade em geral, ainda mais em tempos de pandemia, tenham acesso à informação correta sobre parâmetros vitais sobre a respiração, que geralmente é o primeiro sintoma ao contrair o novo coronavírus, assim como em outras doenças de ordem respiratória.

Com todas as informações passadas sobre a saturação de oxigênio, o que é e como saber se está normal, poderá sanar todas as suas dúvidas sobre esse parâmetro imprescindível para a saúde e segurança da vida, além de estar antenado quanto aos sintomas que a hipoxemia costuma causar. Não se esqueça de, caso sentir qualquer um desses sintomas, especialmente se for portador de alguma das doenças citadas acima, buscar ajuda médica com urgência!

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Para mais dicas e informações de saúde, te esperamos por aqui em nossos próximos posts. Até breve!

Gosto de ferro na boca: o que pode ser e quando procurar um médico?

O sabor é o resultado da ação das papilas gustativas, as quais estão presentes em milhares de milhares em nosso corpo, mas para que elas enviem a informação correta acerca do gosto para o cérebro, é necessário que nosso organismo esteja funcionando normalmente. No entanto, em algumas situações você pode acabar sentindo gosto de ferro na boca.

Alguém que esteja resfriado ou em uma fase ativa da sinusite, por estar com o nariz entupido, pode não sentir o gosto da refeição, e assim, as papilas enviam informações incompletas ao cérebro. O mesmo acontece ao causar o gosto de ferro na boca, mas neste caso, muitos motivos podem estar envolvidos.

Alterações no paladar são sintomas geralmente muito desconfortáveis para todos, pois afetam o sabor dos alimentos, bebidas e até mesmo o dia a dia, por causarem enjoos e mal estar em geral. Uma dessas alterações é o gosto de ferro na boca, entretanto, muitas pessoas não sabem o que é, o que pode ser e quando procurar um médico. 

O que é o gosto metálico na boca?

A alteração de paladar que deixa um gosto metálico na boca é chamada de disgeusia, e pode ter diversas causas, desde hormonais até mesmo emocionais. Geralmente é uma condição passageira que não dura mais de uma semana, entretanto, é de extrema importância estar de olho nessas alterações.

Quais são as possíveis causas de gosto de ferro na boca?

gosto de ferro na boca
Motivos do gosto de ferro na boca. | Imagem: Notícias ao Minuto

Esse sintoma pode ter diversas causas, dentre elas, as mais comuns são:

  • Ansiedade  (a redução da saliva deixa a boca mais seca, causando muitas vezes mau hálito e até mesmo gosto metálico na boca);
  • Bebida alcoólica;
  • Dengue;
  • Refluxo;
  • Problemas no fígado;
  • Hemocromatose, que é o excesso de ferro no organismo;
  • Infecções e doenças virais, como gripe;
  • Resfriados;
  • Sinusite, principalmente na fase aguda;
  • Gravidez;
  • Medicações (antibióticos, antifúngicos, anti depressivos, etc)
  • Gengivite (sangramento e inflamação na gengivas);
  • Procedimentos dentais recém realizados;
  • Diabetes, etc.

Entretanto, a causa só pode ser descoberta e tratada por um médico, por meio de exames laboratoriais, como o exame de sangue, por exemplo.

Quando procurar um médico? O que devo fazer para eliminar esse gosto?

Caso essa alteração no paladar esteja causando dificuldades na hora de comer, ingerir líquidos, constrangimento (devido ao possível mau hálito) ou outros incômodos, não hesite em procurar ajuda médica ou de um cirurgião-dentista.

Para conseguir eliminar essa alteração do seu paladar, é necessário primeiro que seja identificada a causa, para que o profissional da saúde prescreva o tratamento correto. Em alguns casos específicos como na gravidez, por exemplo, que algumas gestantes relatam essa alteração de paladar, o sintoma costuma desaparecer de forma natural ao longo da gestação (dos primeiros meses) ou depois do nascimento do bebê.

Com todas as informações passadas sobre a disgeusia, o gosto de ferro na boca, como tratar e quando procurar um médico, fica mais fácil para o paciente procurar ajuda qualificada e saber que raramente é motivo de preocupação. Entretanto, cabe a nós, quando recebemos uma prescrição médica para cuidar de nossa saúde fazer tudo como foi pedido, para obter os melhores resultados.

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Intubação orotraqueal: o que é e para que serve?

O conhecimento salva vidas! Saber mais sobre procedimentos de emergência, como a intubação orotraqueal, possibilita a todos nós não somente ajudarmos a sociedade a disseminar informações corretas, mas também a orientar famílias ou pacientes que possam vir a precisar desse procedimento. 

Entretanto, nem sempre é uma missão fácil encontrar informações que expliquem de forma fácil e sem termos técnicos o que é a intubação orotraqueal, o que é e para que serve. Para te ajudar, fizemos um guia rápido sobre o procedimento para você, confira:

O que é a entubação orotraqueal?

A intubação orotraqueal, muitas vezes conhecida apenas como intubação, a forma como é mais mais chamada em emergências, hospitais e  pela sociedade em geral, é um procedimento que salva vidas, no qual o profissional médico insere um tubo que vai desde a boca do paciente até a traqueia, mantendo uma via aberta e sem impedimentos da chegada do ar para o pulmão, garantindo que a respiração seja feita adequadamente. O tubo é ligado anteriormente a inserção, em um respirador, que exerce a função artificial dos músculos do pulmão.

A intubação é indicada o paciente está em risco e estado grave, em que o médico necessita ter, para segurança da pessoa, o total do controle sobre a respiração do paciente, o que pode ocorrer durante cirurgias com anestesia geral, por decorrência de doenças, acidentes, choques sépticos, etc.

Como um procedimento de alto risco e complexidade, só deve ser feito por profissionais capacitados e em locais com equipamentos próprios para a intubação orotraqueal, caso seja feito de forma diferente, pode causar lesões graves ou permanentes nas vias respiratórias.

Para que serve a intubação orotraqueal?

intubação orotraqueal
Saiba tudo sobre a intubação orotraqueal. | Imagem: InterFISIO

A intubação orotraqueal serve para que o profissional médico tenha pleno controle sobre a respiração do paciente em determinadas situações, como:

  • Cirurgias com anestesia geral,
  • Parada cardiorrespiratória;
  • Acidentes;
  • Obstruções da via respiratória, como em um choque anafilático;
  • Tratamento intensivo de pessoas em estado grave ou de risco iminente de vida, etc.

Como é feita a intubação orotraqueal?

O processo de intubação orotraqueal é feito com o paciente de barriga para cima e quase sempre inconsciente, e caso seja em cirurgia, é feita somente após o início da anestesia, para evitar o desconforto e dor do paciente. Para fazer o processo corretamente, é necessário duas pessoas para executar os passos: um que mantenha o pescoço firme e a coluna ereta, em alinhamento com a via respiratória, e um que faça a inserção do tubo.

Existem diversos de diversos tamanhos, mas o que varia entre eles é o seu diâmetro, sendo os mais usados os de 7 e 8 mm, em pacientes adultos, caso sejam crianças, o diâmetro é escolhido de acordo com a idade.

Depois que o processo acima é feito, é preciso puxar o queixo da pessoa para trás e abrir a boca do paciente para posicionar o aparelho que vai até o começo da via respiratória, o laringoscópio, que permite observar a glote e as pregas vocais. Somente ali é inserido o tubo, sendo preso em um pequeno balão insuflável que é ligado a um respirador, que faz o trabalho do pulmão de forma artificial, e então, o processo de intubação orotraqueal se completa.

Ao entender mais sobre esse processo que salva vidas, é possível não só informar outras pessoas com informações verdadeiras, mas também garantir que, caso algo possa acontecer com pessoas próximas, poderá saber como se reportar ao médico e entender o que está sendo feito e acontecendo.

Com todas as informações passadas sobre a intubação orotraqueal, para que serve e como é feita, poderá ajudar a sociedade a ter acesso às informações corretas, bem como compreender esse procedimento que salva vidas.

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Automação para whatsapp: como criar uma automação inteligente?

O WhatsApp é, sem dúvidas, o meio de troca de mensagens mais usado no mundo atualmente, não somente por pessoas físicas, mas também por empresas, o que deixa a interação mais fácil e rápida, em tempo real, além de conter a criptografia de ponta a ponta, o que mantém a segurança dos dois lados.

Entretanto, quanto mais mensagens uma empresa recebe, maior é o tempo de espera por resposta para o cliente, pois nem sempre há atendentes disponíveis para manter as respostas em dia e o atendimento zerado no aplicativo, sendo necessária uma automação para agilizar os processos. 

Com o dia a dia, mesmo com algumas pessoas, nem sempre é fácil entender como fazer uma automação inteligente de WhatsApp para a área da saúde. Para ajudar nesse processo, preparamos um guia rápido com tudo o que é necessário para criar essa estrutura, confira:

O que é a automação para WhatsApp e como funciona?

A automação para WhatsApp é uma configuração inata do aplicativo para ajudar empresas e empreendedores a escalarem suas respostas, tornando os processos mais ágeis e o tempo de espera por respostas menor para os clientes. Para ter acesso, é necessário fazer o download do WhatsApp Business, que é próprio para isso e seguir alguns passo a passo.

Funciona, depois de configurado, literalmente como um robô, que irá responder de acordo com a interação do usuário e as palavras usadas, que serão como gatilhos para que a automação responda, ou caso necessite, redirecione para o atendimento humano.

Como fazer uma automação inteligente para WhatsApp?

Após fazer o download do WhatsApp Business API, que é gratuito, é necessário fazer alguns ajustes para ter a sua automação. Vamos ao passo a passo:

  • Ao realizar a instalação do aplicativo, você pode optar por ser um cliente ou um provedor de soluções. Seguidamente, o aplicativo também irá solicitar informações como nome da sua empresa, a URL do site, bem como, os dados do representante da empresa. 
  • Sendo assim, depois que sua inscrição for revisada e aprovada, você poderá começar a usar a ferramenta API do WhatsApp.
  • Avalie o fluxo de mensagens: Tenha em mente, antes de começar as configurações, toda a jornada do seu cliente (desde a marcação de consultas aos dados de pagamento), isso será útil;
  • Contrate o servidor de automações (chatbot) da sua preferência: Existem hoje em dia existem diversas empresas que fornecem esse serviço, que criam o robô do zero e fazem a integração para você, pois construir um conteúdo de automação do zero é um processo que envolve programação e conhecimentos avançados;
  • Após a contratação, quando você receber a automação, poderá criar uma demonstração usando outro número de telefone para verificar a funcionalidade, as respostas recebidas e se está funcional como espera para a sua clínica, consultório, etc.
  • Após o teste, poderá fazer as correções necessárias para tornar a experiência mais agradável para os clientes.

A automação para WhatsApp é um divisor de águas na modernização das empresas, pois ajuda a escalonar as respostas, diminuindo o tempo de espera do cliente e aumentando a retenção dos mesmos.

Com todas as informações passadas sobre a automação, já poderá colocar o passo a passo em prática para deixar o dia a dia mais fácil!

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O que causa a encefalomalácia e quem trata essas “lesões” no cérebro?

Hoje em dia, com a correria da rotina, ouvimos falar de muitas questões de saúde, entretanto, falta um aprofundamento para podermos saber mais sobre assuntos tão importantes como esses, que nem sempre é fácil de encontrar, ainda mais com informações de fontes seguras. Assim é com a encefalomalácia: muito ouvimos falar, mas pouco entendemos a seu respeito. Para ajudar na compreensão do que se trata a encefalomalácia, seu conceito, causas e quem trata essa condição, preparamos um guia prático e rápido, confira.

O que é a encefalomalácia?

Para podermos entender mais sobre essa patologia, precisamos entender a raiz das palavras que compõem seu nome. O termo “malácia” vem da língua grega, “malaika”, que significa “amolecimento”, “amolecido”, sendo esse termo usado na medicina como sufixo no nome de diversas doenças degenerativas, como por exemplo: condromalácia (amolecimento na patela do joelho), osteomalácia (amolecimento dos ossos), traqueomalácia, e a encefalomalácia, que é o acometimento de todo o conjunto cerebral, que é o cérebro, tronco cerebral e cerebelo, ou seja, tudo o que está dentro do crânio.

Entretanto, a encefalomalácia não é uma doença, e sim uma consequência advinda de diversos fatores, como doenças, acometimentos, acidentes, tudo o que possa diminuir a densidade do encéfalo, sendo as causas mais comuns os tumores que comprimem por tempo prolongado o tecido cerebral, traumatismo craniano, isquemia, esclerose múltipla, AVC, trauma, manipulação cirúrgica, etc. Essas lesões podem ser encontradas até mesmo em EEG de portadores de doença de Alzheimer.

A encefalomalácia, também chamada de gliose, pode ser resumida como uma região do tecido cerebral ou do conjunto encefálico que sofreu algum dano, logo, são lesões cicatriciais (lesões das cicatrizes deixadas por uma doença ou acidente).

Sua gravidade depende muito da extensão da doença que a causou e do tamanho da lesão.

Existem fatores de risco para o desenvolvimento da encefalomalácia?

Alguns fatores de risco para a encefalomalácia são tabagismo, colesterol alto, triglicerídeos altos, alcoolismo, obesidade, sobrepeso, sedentarismo, diabetes, hipertensão, vasculites, lúpus eritematoso sistêmico, casos persistentes e graves de enxaqueca com aura, portadores de alguns transtornos, como o transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão maior, dependência química e enxaqueca com aura.

 Entretanto, até quem tem uma boa saúde e não apresenta os casos (ou a maioria dos casos) acima pode desenvolver uma gliose, por diversos motivos já citamos, pois alguns AVCs isquêmicos, por exemplo, não causam nenhum tipo de sintoma e são silenciosos, sendo descobertos apenas em exames de imagem, nos check ups.

Quem trata essas lesões no cérebro?

encefalomalácia
Saiba quem trata a encefalomalácia. | Imagem: Freepik

Quem trata as lesões da encefalomalácia, bem como é a especialidade que geralmente diagnostica a patologia, é o neurologista. Por meio de exames de imagem e análise do histórico trazido pelo paciente é possível o diagnóstico, bem como a prescrição do tratamento por parte do médico.

Na maioria das vezes, se as lesões forem pequenas e os achados forem de poucas manchas, são alterações benignas ou sem grandes sintomas vinculados. Entretanto, isso deve ser avaliado e visto por um médico especializado, pois qualquer deslize ou caso o tratamento ideal não seja feito, pode ser um fator de risco para a saúde do paciente.

Acesso às informações corretas sobre doenças, hoje em dia, é uma utilidade pública e de muita valia, pois não poderemos informar melhor pessoas que passam pelo problema, bem como guiar familiares que convivem com os pacientes e deter o avanço de notícias falsas e tratamentos alternativos que muitas vezes podem colocar a saúde da população em risco.

Com todas as informações passadas sobre a encefalomalácia, o que é e qual é a especialidade médica que trata essas lesões, será mais fácil entender do que se trata e até mesmo informar pacientes e familiares de quem convive com essa questão de saúde. Não se esqueça que, nesse caso, é imprescindível o acompanhamento de um médico especialista, para garantir tanto o diagnóstico correto como o tratamento mais adequado.

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Para mais dicas e informações de saúde, te esperamos por aqui em nossos próximos posts. Até breve!

O que significa bastonetes baixo no resultado do exame?

Quem nunca ficou perdido ao receber o resultado de um hemograma, ao se deparar com tantas informações e números, não é mesmo? São nomes diferentes, números e valores de referências, que por não fazerem parte da nossa rotina, muitas vezes podem nos causar dúvidas e até mesmo preocupações sobre a realidade da nossa saúde. Isso acontece, por exemplo, quando aparece bastonetes baixo.

Frequentemente, durante exames rotineiros ou conversas com os médicos, recebemos a solicitação médica de um hemograma completo para avaliar nossa situação, e todas as informações ali podem revelar muitas coisas sobre o paciente, e uma das contagens realizadas pelo profissional de saúde é a dos bastonetes.

É completamente normal que não saibamos do que se trata, já que não é um termo usual da nossa rotina, mas em alguns laboratórios é possível verificar o valor de referência, e ao perceber que o valor está menor do que deveria, ficamos um pouco apreensivos. Para entender melhor o que significa bastonetes baixos no resultado do exame, o que são e quais são suas principais causas, preparamos um guia rápido e informativo, confira:

O que são bastonetes?

Os bastonetes são neutrófilos imaturos, ainda não desenvolvidos (provavelmente você também tenha visto esse nome no seu hemograma). Quando o bastonete se desenvolve, recebe o nome de segmentado. Os neutrófilos, em si, são um tipo de glóbulo branco, que são células de defesa do sangue que participam de forma ativa no combate das infecções e doenças linfoproliferativas.

O que significa bastonetes baixos no resultado do exame?

exame de sangue
Saiba como interpretar o seu exame de sangue. | Imagem: VEJA

O nível de bastonetes baixos no resultado do seu hemograma pode ser por vários motivos, como por exemplo:

  • Problema na produção de neutrófilos pela medula óssea;
  • Rápida ou súbita utilização dos bastonetes pelo sistema imunológico;
  • Aumento de destruição dessas células;
  • Problemas genéticos;
  • Doenças inflamatórias;
  • Uso de determinados medicamentos (corticóides, anti inflamatórios, e alguns outros);
  • Infecções;
  • Processos linfoproliferativos;
  • Doenças autoimunes, entre outros.

E ainda, algumas situações de saúde ou do dia a dia podem fazer com a circulação dos mesmos seja diminuída no sangue, como estresse, uso de corticóides, principalmente se por muito tempo, uso de antibióticos, antifúngicos, quimioterapia, antitérmicos e tratamento para AIDS/HIV.

Os exames de sangue são imprescindíveis no check up de saúde de toda sociedade, que deve ser realizado uma vez ano, independente da idade e mesmo que o indivíduo seja assintomático. É um exame confiável, preciso, indolor e de resultado rápido que pode indicar ao profissional a necessidade de uma investigação maior ou de exames mais complexos, como exames de imagem, toque, ou até mesmo o encaminhamento para outros especialistas.

Com essas informações sobre bastonetes, seu conceito, o que pode significar bastonetes baixos no hemograma e quais as possíveis causas, poderá conversar com mais calma e propriedade com o seu médico, lembrando sempre que os valores de referência podem ser levemente diferentes em cada laboratório. Somente após a confirmação por parte do médico da causa desta contagem baixa é que devemos ter cautela ou procurar o tratamento adequado, do contrário, pode ser resultado do uso de algum medicamento, ou irá descobrir conversando com o seu profissional da saúde de confiança.

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Para mais dicas e informações de saúde, te esperamos por aqui em nossos próximos posts. Até breve!

Streptococcus positivo: o que significa este resultado na gestação?

Você já ouviu falar em Streptococcus? Essa é uma bactéria muito comum entre as mulheres, podendo dizer que uma a cada cinco gestantes a possui. Portanto, o que muitas pessoas podem não saber é que Streptococcus positivo pode ser muito perigoso na gestação, precisando ser muito bem avaliado neste período.

E foi pensando nisso que criamos o post de hoje: para que você saiba do que se trata Streptococcus positivo e quais os riscos dessa condição durante a gestação. Continue a leitura para conferir.

O que é Streptococcus?

Antes de mais nada, precisamos te explicar do que se trata Streptococcus. Vamos lá: como dito anteriormente, refere-se a um tipo de bactérias com formato arredondado com coloração violeta ou azul escura que podem ser encontradas em cadeia no organismo. 

Embora em algumas pessoas esse tipo de bactéria pode estar presente e não causar nenhum tipo de doença, é muito importante realizar o exame durante a gravidez para evitar que o bebê sofra consequências graves.

O exame de Streptococcus deu positivo. E agora?

riscos da Streptococcus positivo
Streptococcus positivo na gestação: saiba quais são os riscos. | Imagem: Cláudia Abril

No caso de Streptococcus positivo durante a gestação, os cuidados da equipe médica responsável e da mamãe precisam ser redobrados, uma vez que essa bactéria é muito responsável pela morte de bebês com idade inferior a 90 dias (que estão com o sistema imune ainda em formação).

Isso porque ela poderá causar diversas condições graves ao bebê (principalmente os bebês prematuros), como: meningite, pneumonia e infecção generalizada. E os principais sintomas que correspondem a essa bactéria no organismo dos bebês são: febre, choro constante, recusa alimentar e sono excessivo. Portanto, caso você observe algum desses sintomas no seu filho(a), não hesite e busque ajuda médica o quanto antes.

Por outro lado, para evitar a contaminação ao bebê, esta que costuma acontecer no momento do parto normal, a gestante deve realizar o exame anal e vaginal durante a 35ª e a 37ª semana gestacional. Em caso de resultado positivo, o mais recomendado pelos médicos é a aplicação de antibióticos cerca de quatro horas antes do parto para que a situação possa ser revertida. 

Se porventura o antibiótico for administrado antes deste prazo, o que poderá acontecer é uma nova reprodução de bactérias, colocando em risco a saúde do bebê. E, em caso da administração em um prazo menor de tempo, não haverá tempo hábil para que a medicação seja absorvida por completo no organismo.

Caso a gestante opte pela cesárea, provavelmente o uso do antibiótico não torna-se obrigatório, embora alguns profissionais escolhem administrá-lo como forma de prevenção.

Bom, esperamos que você tenha conseguido compreender do que se trata o Streptococcus positivo e seus riscos durante a gestação. Mas se porventura você tiver ficado com alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

Ah, e caso você esteja em busca de um médico obstetra para acompanhamento da sua gestação, não tenha dúvidas que no app Sarar você o encontrará com facilidade, segurança e economia. Acesse o nosso site e saiba mais

Quer mais dicas e informações de saúde como essa? Continue de olho em nosso blog. Te esperamos por aqui nos próximos posts!

Linfopenia no exame de sangue: o que significa?

Se você realizou um exame de sangue recente que apontou linfopenia em seus resultados, muito provavelmente você está assustado(a) e em busca de resultados sobre o que isso significa, correto?

Bom, de antemão já queremos te adiantar que essa é uma situação relativamente comum e de fácil tratamento (a depender da sua causa). No entanto, nós criamos esse post para você poder ficar por dentro de tudo que se diz respeito ao assunto. Basta continuar a leitura para conferir!

O que é linpofenia?

Linfopenia, também conhecida como linfocitopenia refere-se a uma condição onde há um baixo nível de linfócitos no sangue, correspondendo aos valores inferiores a 1500 células por microlitro em jovens, 1.000 em adultos e 800 em adultos maiores.

Vale dizer que os linfócitos são conhecidos como glóbulos brancos que exercem uma função essencial para o nosso sistema imunológico, fazendo com que seus níveis abaixo do esperado cause um sinal de alerta.

Essa condição pode estar associada também à pancitopenia, que é quando há uma redução no número total de células no sangue.

Quais são as classificações da linpofenia?

do que se trata a linfopenia
Informações sobre a linfopenia. | Imagem: Tua Saúde

Existem três tipos de classificações da linfopenia, sendo eles:

  • Linfocitopenia T: é quando há uma redução de linfócitos T, mas com números normais dos outros linfócitos. Isso é causado geralmente pelo HIV (aids) ou através da quimioterapia;
  • Linfocitopenia B: aqui diz respeito quando há redução de linfócitos B, mas com números normais de outros linfócitos. Sua causa é, na grande maioria das vezes, associada ao uso de remédios que suprimem o sistema imunológico;
  • Linfocitopenia NK: por fim, essa condição refere-se aos casos em que há pouca quantidade de linfócitos NK, mas com números normais de outros linfócitos. No entanto, essa é uma condição rara de acontecer.

Há ainda a condição em que os três linfócitos estão reduzidos, sendo assim, não há nenhuma nomenclatura ou classificação adicional, tendo causas diferentes das que listamos anteriormente. Veja a seguir.

O que causa essa alteração no exame?

Bom, agora você já deve ter entendido do que se trata a linfopenia. Porém, para uma avaliação ampla do assunto, você deve ficar por dentro também das causas dessa alteração. Confira na lista a seguir umas das principais causas da linfopenia:

  • Infecção viral recente: essa é considerada a causa mais comum dessa alteração, podendo ser uma gripe ou uma monocleose;
  • Outras infecções, como: tuberculose, sepse, febre tifoide e hanseníase
  • Desnutrição proteico-calórica ou deficiência de zinco: como o que ocorre em pacientes com má-absorção intestinal, diarreia crônica ou dieta insuficiente;
  • Medicações: use de alguns remédios como os imunossupressores podem acabar acarretando a alteração no exame;
  • Doenças autoimunes, como: artrite reumatoide, lúpus miastenia grave e outras.

Sinais e sintomas da linfopenia

Em relação aos sinais e sintomas dessa condição de saúde, vale dizer que não existe nenhum sintoma que seja atrelado a ela. No entanto, se não for diagnosticada e tratada, a linfopenia pode acabar causando vulnerabilidade às infecções e câncer ao paciente.

Tratamento da linfopenia

Como foi dito anteriormente, a linfopenia está associada a diversas causas. Por isso, para determinar qual é o melhor tratamento, você precisa primeiro encontrar o que a acarretou.

Para isso, a consulta com um profissional de saúde é extremamente importante, uma vez que somente ele poderá fechar o diagnóstico e determinar o melhor tratamento para o seu caso.

Através do app Sarar você encontra diversos profissionais para lhe auxiliar. Acesse: www.sarar.com.br e saiba mais!

No mais, esperamos que você possa ter entendido as principais questões sobre o assunto. Em caso de dúvidas, não deixe de comentar aqui que nós te esclareceremos.

Ah, e se porventura você quiser continuar acompanhando assuntos como esse, basta ficar de olho aqui em nosso blog. Até os próximos posts!

O que pode causar a hemoglobina na urina?

A presença da hemoglobina na urina, também conhecida como hemoglobinúria, ocorre quando há destruição das hemácias do sangue, fazendo com que um de seus constituintes (hemoglobina) acabe sendo eliminado pela urina.

Essa condição pode ocasionar em urinas avermelhadas ou transparentes, embora nem sempre apresente sintomas. Em casos assintomáticos, a hemoglobina na urina só será identificada através da realização de exames químicos ou microscópicos.

Quando identificada, a mesma precisa ser avaliada e tratada com o auxílio de um urologista, sendo o profissional mais indicado para avaliação dos sintomas e causas.

No entanto, podemos dizer que essa é uma condição que pode surgir em crianças, adultos ou até mesmo durante a gravidez. E suas principais causas são: infecções nos rins, pedras nos rins ou doenças renais graves.

Para mais informações sobre o assunto, basta continuar a leitura!

Hemoglobina na urina: principais causas

Sabe-se que um exame normal de urina não deve apresentar nenhum vestígio de hemoglobina na urina. Portanto, a hemoglobinúria não é uma situação atípica e pode ocorrer em diversas situações.

Veja abaixo as principais causas aqui:

  • Problemas renais, como nefrite aguda ou pielonefrite;
  • Malária;
  • Câncer no rim;
  • Queimaduras graves;
  • Tuberculose no trato urinário;
  • Anemia falciforme;
  • Período menstrual;
  • Síndrome Hemolítico Urêmica;
  • Reação transfusional;
  • Frio excessivo;
  • Hemoglobinúria paroxística noturna

Como identificar a hemoglobina na urina?

causas hemoglobina na urina
Saiba como identificar a hemoglobina na urina. | Imagem: Tua Saúde

Como foi dito anteriormente, a hemoglobina na urina é identificada através de exames químicos ou microscópicos.

No caso de exames químicos, você irá observar a tira reagente quando há hemoglobina na urina, enquanto nos exames normais não existem nenhuma alteração. Normalmente, quanto mais forem observados sinais, traços ou cruzes na tira, maior será a quantidade.

Já no exame microscópico, que é realizado através da sedimentoscopia, a hemoglobina é detectada através do sangue presente, podendo ser normal se apresentar até 3 ou 5 hemácias no campo ou menos que 10.000 células por ml. 

Quais são os sinais e sintomas?

Essa condição nem sempre apresentas sintomas, porém alguns pacientes podem notar alteração na urina, como urina vermelha ou transparente. Já em casos graves, os sintomas mais frequentes são: cansaço excessivo, fadiga, palidez e até mesmo anemia. 

Tratamento da hemoglobinúria 

O tratamento da presença de hemoglobina na urina irá depender da sua causa e gravidade, devendo ser orientada por um médico urologista. São tratamentos comuns para essa condição: uso de antibióticos ou aplicação de sonda vesical.

Bom, esperamos que você tenha entendido quais são as principais causa da hemoglobina na urina. Em caso de dúvidas sobre o assunto, não deixe de comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, se estiver em busca de um bom profissional para identificação e acompanhamento dos sintomas, não deixe de consultar o app Sarar. Através dele você localiza profissionais de diversas especialidades, consegue agendar sua consulta com facilidade e o melhor de tudo: garante até 70% de economia nas consultas e exames. Acesse o nosso site e saiba mais.

Por fim, para continuar acompanhando dicas de saúde e bem-estar, fique de olho em nosso blog. Te esperamos por aqui nos próximos posts!