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Dor nas costelas: o que pode ser e quando ir a uma consulta

A dor nas costelas é uma condição pouco comum de acontecer e, na grande maioria das vezes, está associada a pancadas na região do peito ou das costelas, podendo surgir devido a acidentes de trânsito ou impactos durante atividades físicas.

No entanto, esse sintoma também pode indicar a presença de problemas respiratórios ou até mesmo embolia ou câncer. 

Pensando nisso, é essencial que você observe a intensidade e frequência da sua dor, para que assim possa buscar o auxílio médico ideal. Caso a dor seja muito intensa e/ou perdure por mais de 2 dias, fique em alerta e agende já uma consulta para avaliação do caso.

Para que você fique ainda mais por dentro do assunto, nós listamos abaixo quais são as principais causas da dor nas costelas. Continue a leitura para conferir.

Está sentindo dor nas costelas? Embora na maioria das vezes esse sintoma esteja associado a pancadas que surgem em acidentes de trânsito ou atividades físicas, é importante que você fique atento para garantir que não há nada grave com sua saúde.

Causas da dor nas costelas

Veja na lista abaixo as 6 principais causas da dor nas costelas.

1 – Pancada nas costelas

Como foi dito acima, a pancada nas costelas é a principal causa da dor nessa região. A mesma normalmente ocorre proveniente a quedas, acidentes de trânsito ou a prática de esportes, o que acaba causando um estiramento do músculo ou, em alguns casos, fraturas.

Essa condição não costuma ser grave, no entanto, para que os sintomas melhorem é recomendado que você faça repouso e aplique compressas frias na região.

No entanto, caso você perceba que a dor está muito intensa ou acompanhada de dificuldade para respirar, vá até um médico para a realização de um raio X e orientação sobre o melhor tratamento. 

2 – Costocondrite

dor nas costelas
Veja quais são as principais causas da dor nas costelas. | Imagem: VIX

Se porventura você não tiver sofrido nenhum impacto na região, e ainda assim presenciar dor nas costelas, provavelmente você está com um quadro de costocondrite

Ela ocorre devido à uma inflamação das cartilagens, e pode causar sintomas como: dor nas costelas e sensibilidade intensa na região dos mamilos.

Essa condição costuma desaparecer dentro de um prazo de 2 a 3 dias sem que seja necessário nenhum tratamento. Porém, em alguns casos, onde a dor é mais severa, os pacientes podem precisar tomar analgésicos, realizar compressas quentes na região e fazer repouso. 

3 – Pleurisia 

É conhecida como pleurisia a condição em que há inflamação que afeta a pleura. Neste caso, é comum que, além da dor nas costelas, o paciente apresente também uma dor ao inspirar.

Para tratamento, é importante que você compareça à consulta médica para que o melhor tratamento seja definido, que pode envolver o uso de antibióticos e a fisioterapia respiratória. 

4 – Fibromialgia 

A fibromialgia é um tipo de dor crônica que pode afetar diversas partes do corpo, como é o caso das costelas. Ela não possui uma causa específica e pode surgir em pacientes de diferentes idades.

Normalmente ela é diagnosticada após a realização de exames que comprovam que não há nenhuma outra causa que pode estar associada a dor nas costelas e em outras regiões, e em relação ao seu tratamento pode ser indicado a prática de acupuntura, fisioterapia e até mesmo a necessidade de alimentar-se melhor.

5 – Embolia pulmonar

A embolia pulmonar é uma situação grave e rara que ocorre quando uma artéria do pulmão fica bloqueada por um coágulo. Isso pode acarretar leões sérias e sintomas bastante incômodos, como: dor forte ao respirar, falta de ar, respiração rápida, tosse com sangue, suor excessivo e dor nas costelas.

No caso de embolia pulmonar, o paciente precisa se direcionar rapidamente a um centro de saúde para que o tratamento seja iniciado e o coágulo possa ser retirado.

6 – Câncer pulmonar 

Por fim, precisamos falar que, embora não seja tão frequente, a dor nas costelas e na região do peito podem indicar câncer pulmonar, especialmente se a mesma aparecer ao respirar fundo e acompanhada por outros sintomas, como: chiado ao respirar, tosse com sangue, dor nas costas e emagrecimento sem causa aparente.

Caso você perceba estes sintomas, o indicado é que você procure ajuda médica o quanto antes para que o tratamento possa ser iniciado prontamente, aumentando as chances de cura. Neste caso, o médico que você deve buscar é o pneumologista. 

E aí, conseguiu compreender quais são as principais causas da dor nas costelas e quando você deve buscar auxílio profissional? Esperamos que sim. Caso tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, não deixe de comentar aqui para que possamos te esclarecer.

Ah, e não se esqueça que através do app Sarar você encontra diversas opções de profissionais altamente capacitados para te atender. Acesse o nosso site e saiba mais.

Por fim, caso você queira continuar recebendo dicas de saúde como essa, basta acompanhar nossos próximos posts aqui no blog. Até a próxima! 

Ataque de pânico: o que é e como agir?

Um cotidiano cheio de preocupações, trabalho, problemas, contas e outras tarefas, pode ser o cenário ideal para o desenvolvimento de um ataque de pânico. Infelizmente, muitas pessoas sofrem com essa condição.

Mas afinal, por que ele acontece? De modo geral, diversos pacientes se questionam o motivo pelo qual este quadro se desenvolve, e o que fazer quando o mesmo estiver em atividade no corpo.

Se você também possui essas dúvidas, continue acompanhando o artigo que preparamos para você com as principais informações sobre o ataque de pânico.

Vamos lá?

O que é o ataque de pânico?

causas ataque pânico
O que é e principais sintomas do ataque de pânico. | Imagem: Pixabay

A princípio, o ataque de pânico é uma condição avançada da ansiedade, definida principalmente por sua alta descarga de hormônios e descontroles emocionais. Os sintomas podem ser aparentes por todo o corpo e também pelos comportamentos apresentados.

A principal sensação de um ataque de pânico é o medo. Na maioria dos casos, ele acontece em momentos de estresse, seja no trabalho, em casa ou em qualquer outro ambiente que apresente a mesma condição.

Ataque de pânico é a mesma coisa que síndrome do pânico?

A resposta para essa pergunta é não!

Isso porque o ataque de pânico ocorre de forma isolada, enquanto a síndrome do pânico acontece de forma recorrente e com grande intensidade do nível de medo.

A síndrome do pânico também exige muita atenção aos detalhes, considerando que o paciente deve evitar determinados lugares devido a suas reações.

Diferença entre síndrome do pânico e ataque de ansiedade

Como citamos no início, o ataque de pânico é um nível avançado de ansiedade, que leva uma pessoa a reagir com ações negativas e extremas aos estímulos externos.

Quando há um ataque de pânico, sintomas físicos e emocionais podem ser bastante intensos, sem motivo aparente em específico. Por isso, a mesma ocorre de maneira repentina em qualquer período do dia ou da noite.

Por outro lado, a ansiedade ocorre de maneira generalizada, apresentando sintomas como medo e a intensa vontade de desistir. De modo geral, a condição tem uma forte ligação com o emocional e geralmente é desencadeada por um motivo específico.

Principais sintomas

Entre os principais sintomas de um ataque de pânico, encontramos:

  • Medo de perder o sentido e o controle 
  • Medo de morrer ou de que uma tragédia aconteça
  • Sentimentos de indiferença
  • Sensação de estar fora da realidade
  • Ritmo cardíaco elevado
  • Falta de ar
  • Ondas de calor
  • Dores no peito
  • Tontura
  • Desmaio
  • Sensação de garganta fechada
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto

Existe tratamento?

Felizmente sim!

Primeiramente é importante manter o controle no momento de um ataque, respirando de modo a esquecer as coisas que estão acontecendo à sua volta. 

Você também pode optar por ficar em lugares mais tranquilos e silenciosos, ouvir uma música que gosta ou praticar técnicas de relaxamento.

Ao mesmo tempo, é importante procurar a causa dos ataques, visando o tratamento e prevenção de novas causas. Para isso, é necessário contar com um especialista, medicamentos para o auxílio das crises e alternativas que otimizem o seu emocional.

Conclusão

Portanto, se você sofre com ataques de pânico ou conhece alguém que passa por isso, não deixe de compartilhar tais informações e tratar a causa da melhor maneira possível.

Se esse post foi útil, continue nos acompanhando por aqui!

Até a próxima 🙂

O que é colite ulcerativa e como conviver com ela?

Hoje falaremos mais sobre a Colite Ulcerativa, uma doença que atinge o intestino grosso, podendo se estender do reto até outras extremidades.

Se você deseja entender mais sobre essa condição, e como ela atua em nosso corpo, acompanhe o post!

O que é colite ulcerativa?

Colite ulcerativa, que também pode ser conhecida como retocolite ulcerativa, é uma doença gerada exclusivamente no intestino grosso, mais especificamente no reto e no cólon, causando uma inflamação passível de úlceras, podendo ser crônica.

A doença atinge a mucosa do intestino grosso, se estendendo por outras regiões. É bastante importante ressaltar que a colite ulcerativa é determinada pelo seu tamanho, portanto, quanto maior ela for, mais grave sua condição.

A identificação dessa condição, pode ser dada pelos sintomas. Os mesmos estão interligados ao funcionamento do intestino do paciente, podendo variar os sinais que o mesmo apresenta. 

Ainda que muitas pessoas achem que as dores são apenas internas, existem casos de sintomas externos, como caroços avermelhados nos braços ou nas pernas.

Algumas pessoas, por exemplo, também podem apresentar sinais de variações no fígado. 

Por esses motivos, um exame médico é muito importante!

Sintomas de colite ulcerativa

causas e sintomas da colite ulcerativa
Saiba quais são as causas e sintomas da colite ulcerativa. | Imagem: Pixabay

Tratando dos sintomas, alguns deles podem representar ao surgimento de úlceras no intestino, veja só:

  • Dores abdominais agudas
  • Fezes com vestígios de muco ou sangue
  • Febre
  • Intensa necessidade de defecar
  • Cansaço
  • Dor e sangramento no reto 
  • Diarreia
  • Emagrecimento
  • Sons abdominais recorrentes

Para consultar os sintomas e se certificar da condição, o paciente deverá passar com um gastroenterologista, para que o seu diagnóstico seja feito, juntamente com os tratamentos indicados. 

De modo geral, o diagnóstico é feito através de uma avaliação minuciosa dos sintomas apresentados, juntamente com os exames de imagem que avaliam o intestino. Os exames mais conhecidos são: colonoscopia, tomografia e retossigmoidoscopia.

Qual é o tratamento para colite ulcerativa?

Infelizmente, colite ulcerativa é uma doença que não tem cura. Ainda assim, é possível eliminar os sintomas e deixar o paciente em um estado mais tranquilo, como por exemplo, eliminar as diarréias recorrentes.

Para isso, é necessário um tratamento específico de determinados medicamentos, que no caso são indicados pelo médico. Em alguns casos, o paciente também poderá reformular toda a dieta, visando a proteção e melhora do intestino. 

Alguns itens podem ser eliminados durante o tratamento: leite e outras bebidas fermentadas, como vinho ou cerveja. Temperos e alimentos picantes também devem ser dispensados do cardápio.

Ao mesmo tempo, também existem procedimentos que retiram o cólon para a inserção de uma bolsa no local. Entretanto, esta opção serve para casos mais extremos.

Possíveis causas

Ainda não há uma definição exata para a colite ulcerativa. O embasamento mais utilizado, é de que alguns agentes responsáveis pela defesa do organismo acabam atacando as células e a parede do intestino, dando origem a esta condição.

Quais pessoas são mais atingidas?

A colite ulcerativa é recorrente em pessoas na faixa etária de 15, 30 até 50 anos de idade. Além disso, a mesma também pode ser diagnosticada em pessoas que possuem má alimentação de modo intenso, podendo agravar a situação das úlceras e dos sintomas.

Conclusão

Se este post foi útil para você, não deixe de compartilhar com alguém que possua essa doença ou deseja realizar um tratamento.

Para ficar por dentro de mais informações como essas, continue nos acompanhando por aqui!

Até a próxima.

Artrite reumatoide: o que é, sinais e sintomas

Nosso corpo trabalha constantemente para proteger o organismo de corpos estranhos, como vírus e bactérias. Se porventura o sistema imunitário atacar as células saudáveis ao invés das corrompidas, é muito provável que o seu corpo esteja com uma doença autoimune da qual chamamos de Artrite Reumatoide (AR).

Desse modo, o corpo gera uma inflamação que compromete especificamente as articulações, podendo afetar outras áreas do organismo.

Para entender melhor sobre a doença, continue acompanhando o post!

O que é artrite reumatoide

A artrite reumatoide é uma doença que afeta uma fina camada de tecido conjuntivo, ou seja, as articulações: mãos, pés, joelhos, ombros, coluna e outros. Também é possível que a condição atinja órgãos como, pulmões, rins e coração, influenciando drasticamente o estado físico do paciente.

Infelizmente ainda não se sabem as reais causas para a manifestação da doença. No entanto, é válido notar que a mesma atinge mais mulheres do que homens, na faixa etária de 50 a 70 anos de idade.

Ao mesmo tempo, a artrite reumatoide pode sim atingir pessoas mais jovens, afetando as articulações com menores riscos de alterações.

Como é diagnosticada?

diagnóstico da artrite reumatóide
Saiba como a artrite reumatóide é diagnosticada.

A artrite reumatoide pode ser identificada por seus principais sintomas através de exames laboratoriais e por imagem, como: Raios X, ultrassonografia articular, ressonância, VHS e fator reumatoide.

Para diagnosticar a doença com maior facilidade, alguns sintomas foram categorizados como os principais critérios para nortear uma consulta e confirmação do quadro. 

São eles:

  • Rigidez durante a manhã
  • Artrite em mãos e punhos
  • Artrite em três ou mais áreas com sinais de inflamação
  • Nódulos
  • Artrite simétrica
  • Alterações radiográficas

Por que isso acontece? 

Como já dito, a artrite reumatoide não possui definição padrão. O que se sabe, é que o foco principal da doença está nas juntas, nos tecidos e também nos órgãos.

A princípio, o sistema imunitário do corpo apresenta uma instabilidade, gerando um processo inflamatório prolongado nas membranas sinoviais.

Por se tratar de uma condição que apresenta os anticorpos contra o próprio organismo, ela é classificada como autoimune.

Principais sintomas

Alguns dos principais sintomas da artrite reumatoide são certamente comuns, podendo ser facilmente confundidos com outras doenças.

Entre eles incluímos: a diminuição do apetite, mal-estar, perda de peso, febre, inchaço e rigidez matinal.

Ao mesmo tempo, alguns sinais podem deixar um ponto de alerta para o diagnóstico: dores e inchaço nas juntas, deformações e rigidez intensa e recorrente.

Não importa qual seja o sintoma, um diagnóstico especializado deve ser feito!

Tratamento de artrite reumatoide

Quanto mais cedo a artrite for diagnosticada, melhor será o seu tratamento!

No entanto, é importante salientar que ainda não foi possível garantir uma cura permanente da doença no corpo, mas foram criadas alternativas exclusivas para evitar o desenvolvimento do quadro.

Veja agora algumas das alternativas:

Repouso: indicado para casos que não sejam tão dolorosos. De qualquer modo, ele deve ser feito por pouco tempo.

Atividade física: se for feita juntamente com um acompanhamento, a opção pode ser boa para a melhoria do quadro de artrite.

Fisioterapia: pode ser considerada a melhor opção para pacientes que buscam controlar a situação das articulações e evitar a perda dos movimentos.

Medicamentos: Alguns medicamentos auxiliam nas dores, como anti-inflamatórios, analgésicos e alguns medicamentos específicos desenvolvidos através de biologia molecular.

Cirurgia: a colocação de próteses também está na lista de tratamentos que apresentam uma solução para estágios avançados da doença.

Conclusão

Se você possui artrite reumatoide ou conhece alguém que tenha, compartilhe essas informações para zelar pela procura de médicos especialistas juntamente com seus devidos tratamentos.

Se esse post foi útil para você, não deixe de nos acompanhar, basta clicar aqui!

Até a próxima!

Obesidade infantil: como prevenir?

Infelizmente a idade não inibe determinados tipos de doença, e a obesidade infantil é uma delas. Ainda que a criança, a alimentação, a prática de hábitos saudáveis e o controle da rotina, podem sim otimizar a saúde. E se isso for feito desde cedo, muitos problemas podem ser evitados.

A construção da alimentação começa quando somos pequenos, e o que ingerimos se perdura durante toda a vida até que alguém a mude. Partindo deste ponto, uma criança selecionará o seu cardápio baseado naquilo que está habituada a comer. 

Por motivos como esses, o papel dos pais ou responsáveis na vida de uma criança pode determinar o destino de sua condição física e mental.

Para que você entenda mais sobre a obesidade infantil e suas vertentes, separamos este post exclusivo com as principais informações.

Acompanhe!

Obesidade: o que é?

Em síntese, a obesidade é uma doença causada pela má alimentação de um indivíduo, gerando o acúmulo exagerado de gordura no corpo.

Ao mesmo tempo, existem outras causas que também podem originar essa condição, sendo uma das principais delas, o consumo de muitas calorias. O conflito ocorre quando a quantidade de alimento ingerido é consideravelmente maior do que a energia que o corpo gasta durante o dia. 

Alimentos gordurosos, com grande concentração de corantes e conservantes podem ser os principais inimigos do corpo humano. E de modo geral, a maioria das pessoas que possuem obesidade se alimentam deles.

O que causa a obesidade infantil?

causas da obesidade infantil
Descubra quais são as causas da obesidade infantil. | Imagem: Pixabay

Algumas pessoas ainda pensam que a obesidade infantil é gerada por fatores genéticos. Mas a verdade é que a doença não se trata apenas disso!

A condição também garante em sua composição, a prática de atividades físicas e a alimentação. Sem elas, é muito provável que o corpo modifique negativamente e te cause problemas de saúde.

Infelizmente, não é possível esconder que as crianças de hoje passam muito mais tempo em seus entretenimentos digitais, deixando de praticar atividades saudáveis e relaxantes.

Também é possível notar que a alimentação das mesmas não alcança 100% de saúde, uma vez que muitos pais tentam agradar seus filhos com doces, salgados e alimentos processados.

Desse modo, muitas crianças crescem em um cenário de aumento de peso e obesidade sem que isso seja visto como algo ruim e prejudicial.

Como identificar que uma criança está acima do peso?

Para diagnosticar uma criança com obesidade, o primeiro passo recomendado é ir a um médico ou nutricionista que realize o cálculo do IMC (peso, altura nascimento e sexo).

De acordo com o resultado da classificação do índice de massa corporal, será possível confirmar a obesidade infantil e redirecionar a causa aos seus devidos tratamentos.

Como prevenir a obesidade infantil?

Por se tratar de uma criança, a principal tarefa para evitar a obesidade infantil, é educar a mesma com bons hábitos, tanto de alimentação quanto da prática de atividades que distraiam a mente e exercite o corpo.

Você pode optar por matricular o seu filho ou filha em opções como: futebol, natação, ballet, dança e outros.

Se investir dinheiro não for a melhor condição no momento, resgate brincadeiras caseiras e cativantes para seus filhos, deixando-os longe de televisões e celulares.

Além disso, prepare alimentos saudáveis e os eduque para que gostem disso de maneira natural.

A mudança começa em um todo!

Conclusão

Agora que você já sabe sobre como evitar a obesidade infantil, não hesite em aplicar uma rotina saudável aos seus filhos.

Se gostou do conteúdo continue nos acompanhando por aqui!

Até mais!

Alzheimer: o que é e seus sintomas

Hoje falaremos sobre o Alzheimer, uma doença conhecida pelo esquecimento exagerado das coisas, por mais básicas e rotineiras que elas sejam. 

A origem da doença foi identificada e estudada por Aloysius Alzheimer, que em sequência, teve o seu sobrenome como a denominação principal de sua descoberta.

Hoje, podemos entender mais sobre a doença acompanhando os seus diversos estágios, que geralmente ocorrem na parcela de população com faixa etária superior a 65 anos.

Ainda que não haja cura, a doença deve ser conhecida para que as pessoas saibam lidar e identificar corretamente os principais sinais, buscando tratamentos e acompanhamentos especializados.

Se você deseja entender sobre o assunto, continue acompanhando!

O que é Alzheimer?

O Alzheimer é categorizado como uma doença causada pela morte de células cerebrais, influenciando nas funções como memória, atenção, fala e orientação.

Sua causa principal está na deficiência da produção de proteínas importantes no sistema nervoso central, desencadeando um efeito negativo. Desse modo, algumas partículas de proteínas mal processadas e tóxicas, correm pelos neurônios, gerando uma perda progressiva em determinadas regiões do cérebro.

Entre essas regiões, podemos destacar o córtex cerebral, a área responsável por gerenciar todas as atividades como memória, linguagem e raciocínio.

Quais os estágios do Alzheimer?

estágios do Alzheimer
Saiba quais são os estágios do Alzheimer. | Imagem: Pixabay

Antes de mais nada, vale salientar que o Alzheimer é apresentado em estágios diferenciados, variando suas reações e sintomas principais. Além disso, a doença tende a evoluir sem chance de barrar o avanço.

Em síntese, pessoas que possuem a doença tendem a viver por um período de até 10 anos após o diagnóstico.

Os estágios são:

Estágio 1: categoria inicial que influencia nas alterações da memória, personalidade e nas habilidades naturais de visualização.

Estágio 2: fase moderada que apresenta dificuldades na fala, nos movimentos e na realização de tarefas cotidianas do paciente.

Estágio 3: fase grave que influencia na execução de atividades comuns, incapacidade de controlar a vontade de urinar e defecar e bastante dificuldade para se alimentar.

Estágio 4: Na fase terminal do Alzheimer, o paciente geralmente se encontra em um estágio de muitas dores e infecções.

Quais são os principais sintomas do Alzheimer?

O primeiro sintoma perceptível do Alzheimer é o esquecimento, ou seja, a perda de memória. No entanto, ao decorrer da progressão do quadro, outros sintomas surgem, e alguns deles são:

  • Perda e falta de memória ao lembrar de acontecimentos recentes;
  • Dificuldade para discernir conversas e pensamentos;
  • Perguntar a mesma coisa várias vezes;
  • Não se lembrar de parentes e amigos;
  • Dificuldade para resolver problemas e criar alternativas;
  • Irritação intensa, agressividade e interpretações erradas;
  • Isolamento;
  • Dificuldade em encontrar as palavras certas durante a fala;

Como é feito o tratamento?

Infelizmente, o Alzheimer não tem cura, apenas tratamento. De maneira geral, os remédios para a doença servem para auxiliar na sobrevivência do paciente que já está debilitado pelos sintomas.

Vale ressaltar que os remédios devem ser indicados por um médico após consulta e diagnóstico da doença.

Jamais realize um tratamento baseado em breves pesquisas de remédios na internet sem o devido acompanhamento.

Conclusão

Por fim, você conheceu mais sobre os principais sintomas do Alzheimer, juntamente com seus principais estágios.

Para um diagnóstico, não deixe de consultar um médico.

Se esse conteúdo foi útil pra você, continue nos acompanhando por aqui.

Até a próxima!

Conheça os tipos de ansiedade

Os diversos tipos de ansiedade atingem uma parcela de até 10% dos brasileiros, fazendo com que tais pessoas sofram com os sintomas e ao mesmo tempo busquem tratamento para controlar os desequilíbrios.

No entanto, quando tais distúrbios se tornam excessivos e muito prejudiciais, um tratamento médico especializado é necessário.

E para que você saiba identificar esses quadros, preparamos um conteúdo exclusivo sobre eles.

Acompanhe!

Existem tipos diferentes de ansiedade?

A resposta é sim! 

Os diferentes tipos de ansiedade podem se manifestar de acordo com cada caso e pessoa, levando em conta os seus motivos e critérios pessoais.

Durante situações estressantes ou desafiadoras, por exemplo, a crise de ansiedade pode ser mais frequente e intensa, agindo de modo prejudicial na pessoa que a tem.

Como é feito o diagnóstico de ansiedade?

como descobrir ansiedade
Saiba qual é o diagnóstico da ansiedade. | Imagem: Pixabay

De modo geral, os sintomas de ansiedade podem ser identificados pela própria pessoa e também por um médico especialista, por intermédio de diagnósticos e exames.

Ao mesmo tempo, é importante ressaltar que o apoio profissional é extremamente fundamental neste período, uma vez que ele será o responsável por realizar os tratamentos adequados em você.

Quais os tipos de ansiedade existentes?

Os tipos de ansiedade podem ser definidos por sintomas como: medo excessivo, insegurança, tristeza, preocupação, sofrimento por antecipação, traumas e distúrbios.

Essas sensações automaticamente despertam reações negativas no cérebro que podem ser interpretadas como ameaçadoras.

Veja algumas delas a seguir!

Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)

O TOC é um transtorno compulsivo em que a pessoa realiza por diversas vezes, movimentos e ações repetidas.

Os pacientes que apresentam este quadro, ainda que saibam que ele é prejudicial, não conseguem evitá-lo, trazendo diversas complicações para o cérebro.

Casos como esses, devem ser direcionados a um profissional para que não haja evolução drástica do distúrbio.

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

A TAG é um transtorno que gera preocupação e tensão excessivas na pessoa. Geralmente, esses sintomas estão interligados a situações cotidianas como: estudos, trabalho, saúde, família e outros.

Uma vez que este quadro é diagnosticado no paciente, o mesmo pode desenvolver sintomas emocionais negativos como: dores de cabeça, dores de estômago, indisposição, irritação e tensão muscular.

Por isso, o acompanhamento médico é essencial para evitar novos problemas.

Síndrome do pânico

Bastante conhecida, a síndrome do pânico é desencadeada sem motivos aparentes. Os sintomas são certamente muito intensos e prejudiciais aos pacientes.

Os sinais mais comuns são: aceleração dos batimentos cardíacos, tontura, dores no peito, falta de ar, medo da morte e tensão.

Fobia social

O medo intenso de algo inexistente ou que não possa fazer mal algum, é denominado de Fobia Social.

Pacientes que se encontram neste quadro, possuem um medo inexplicável de multidões e até mesmo de animais.

O acompanhamento profissional é extremamente importante em casos assim, considerando que o paciente pode sofrer muito com sua fobia e por consequência, deixar de viver sua vida normalmente.

Ansiedade por estresse pós-traumático

Essa categoria de ansiedade está relacionada a pesadelos e lembranças de algum acontecimento traumático ocorrido no passado.

Sem os devidos tratamentos e acompanhamentos, o paciente pode manter este quadro pelo resto da vida, vivendo e sentindo o mesmo episódio como se fosse a primeira vez.

Quais são os principais tratamentos para todos os tipos de ansiedade?

Os tratamentos para as causas citadas acima podem variar entre: tratamento medicamentoso, tratamento alternativo, tratamento com recursos naturais ou psicoterapia.

A melhor alternativa será identificada após uma consulta com um doutor especialista.

Conclusão

Pode-se concluir, que é grande a importância de conhecer sobre os tipos de ansiedade, uma vez que você saberá identificar os sintomas e recorrer a um tratamento.

Neste momento, o acompanhamento ideal é o mais fundamental para preservar a sua saúde!

Se gostou do post, continue nos acompanhando por aqui!

Até a próxima.

Crise de ansiedade: o que fazer quando ela acontece?

Certamente muito conhecida, a crise de ansiedade ataca 63% da população brasileira, apresentando seus sintomas mais comuns e consequentemente ruins. 

Ao precisar por vezes suportar este desafio, muitas pessoas recorrem a inúmeros tratamentos e soluções, sejam elas provisórias ou não.

Em comum, todos se perguntam: o que fazer quando a crise de ansiedade ataca?

Com o intuito de agregar conhecimento e orientação, preparamos para você um conteúdo exclusivo sobre o assunto.

Com as devidas informações, o seu processo de evolução e melhoria poderá ser bem melhor.

Acompanhe!

O que é crise de ansiedade?

crise de ansiedade
Afinal de contas, você sabe do que se trata a crise de ansiedade? | Imagem: Pixabay

Antes de mais nada, é muito importante diferenciarmos a crise de ansiedade de uma sensação cotidiana, como nervoso ou expectativa, por exemplo.

No entanto, quando essas sensações se tornam excessivas e prejudiciais, talvez esteja na hora de realizar uma consulta e cuidar de sua saúde, uma vez que os sintomas podem se tornar um transtorno.

E é justamente este transtorno que chamamos de ansiedade, um distúrbio que atinge grande parcela da população em idade variadas.

No caso do transtorno de ansiedade generalizada (TAG), a doença pode ser considerada muito séria, influenciando na saúde emocional e também na física. Aspectos como medos constantes e irreais, podem fazer parte do quadro do paciente.

Em alguns casos, quando determinadas sensações dominam o cérebro, o paciente pode desenvolver ataques de pânico com uma profunda sensação de insegurança.

Todas essas condições estão fundamentadas na liberação de noradrenalina e adrenalina que ocorre no organismo. Tais substâncias influenciam em outros processos internos que manifestam reações físicas e emocionais, variando suas periodicidades e intensidades. 

Quais são os sintomas de uma crise de ansiedade?

Agora que você já entendeu a base de uma crise de ansiedade, chegou o momento de aprender sobre os principais sintomas.

Pontuá-los em novas ocorrências, pode fazer com que você lide de maneira mais positiva e flexível à ela.

No momento em que este alerta acontece, os principais sinais são:

  • Palpitação ou coração acelerado;
  • Suor;
  • Aperto do peito;
  • Sensação de garganta fechada;
  • Tremor;
  • Náuseas;
  • Formigamento;
  • Medo de enlouquecer;
  • Medo constante de morrer;
  • Dores e desconfortos no corpo.

Para quem já possui um histórico de ansiedade, os sintomas acima podem ser recorrentes em locais, momentos ou ocasiões específicas, variando sua categoria de acordo com cada pessoa.

Por este motivo, é bastante importante selecionar os ambientes e situações a qual o indivíduo irá se submeter.

O que fazer quando ela acontece?

A pergunta acima é a mais frequente entre pessoas que convivem ou que enfrentam uma crise de ansiedade, direta ou indiretamente.

Conhecer as maneiras de aliviar e auxiliar na tranquilização de um alerta, podem fomentar a melhora e evitar novos ataques

Entre algumas dicas, podemos destacar:

– Desvie a atenção dos seus sintomas: se você notar sintomas típicos de uma crise de ansiedade, desvie sua atenção imediatamente! Não focar nas sensações, pode dispensá-las de seu corpo, aliviando a sensação de sufoco e pânico.

– Tranquilize sua respiração: se estiver em uma crise, tranquilize sua respiração para que suas pulsações voltem a um ritmo tranquilo. Feito isso, sua crise certamente será aliviada.

– Se distraia: Busque entretenimento e distrações que te tirem da crise atual. Eles farão com que a sua mente foque em pontos de atração e não em sintomas típicos de um disparo ansioso.

Como tratar a ansiedade?

Como dito anteriormente, algumas dicas podem ser adotadas para aliviar novas crises e para dispersar sintomas. No entanto, nada deve substituir o acompanhamento médico especializado.

Quando uma crise de ansiedade ou ataque de pânico ocorre, o melhor tratamento está em um psicólogo ou psiquiatra. Os mesmos serão capazes de direcionar as orientações e cuidados certeiros para o seu quadro.

Conclusão

Agora que você entendeu mais sobre a ansiedade de maneira simplificada, busque por tratamentos otimizados e cuidados específicos para manter sua saúde em dia, afinal, ela é sua principal prioridade!

Se gostou do nosso post, continue nos acompanhando por aqui!

Até a próxima.

Ataque epilético: o que fazer?

Hoje vamos falar sobre o ataque epilético, uma condição onde ocorrem crises convulsivas recorrentes devido a descargas elétricas descontroladas no cérebro.

Nesse post, você entenderá como essa doença funciona e como reagir diante dela.

Acompanhe!

O que é epilepsia?

Em síntese, a epilepsia é uma condição onde uma pessoa por determinado período de tempo convulsiona devido ao mau funcionamento dos sinais e descargas que o cérebro emite.

Quando os impulsos elétricos são repassados de maneira incorreta ao corpo, o mesmo reage de forma involuntária. Essa condição atinge a pessoa por um período de tempo, podendo voltar ao normal depois dele.

Também podemos destacar os dois modelos de ataque epilético: epilepsia parcial e epilepsia total.

Na primeira, a emissão de sinais incorretos fica pontuada em apenas uma região do cérebro, enquanto no total, os sinais atingem a região por completo.

Quais são as causas da epilepsia?

causas ataque epilético
Veja o que causa o ataque epilético. | Imagem: Pixabay

A epilepsia pode apresentar inúmeras causas, como doenças neurológicas por exemplo. 

De modo geral, a epilepsia é uma condição que por si só já alerta que o cérebro não está em boas condições.

Considerando esses pontos, é muito importante que a pessoa que apresenta este cenário, recorra a um médico o quanto antes para a realização dos devidos exames e tratamentos.

Quais pessoas podem ser atingidas pela epilepsia?

Nesse caso, vale salientar que a crise epiléptica está inteiramente relacionada à condição da qual o corpo não produz a extensão de descargas corretamente. De todos os modos, este quadro é diagnosticado por um médico especialista.

O diagnóstico desta doença é feito por exames de imagem que fornecem detalhes do cérebro. Entre eles podemos citar a ressonância magnética.

No entanto, os sintomas podem variar bastante considerando aspectos de saúde e faixa etária de cada pessoa. Alguns casos, por exemplo, podem apresentar crises bem mais amenas do que outras.

Por se tratar de uma condição certamente comum, a mesma pode atingir indivíduos de todas as idades, até mesmo crianças.

Quais são os sintomas do ataque epilético?

Quando falamos dos sintomas de um ataque epilético, falamos sobre o tipo de epilepsia que o indivíduo tem.

Entre elas encontramos:

  • Ataque epilético: crises convulsivas, espasmos, contrações musculares, salivação e respiração ofegante.
  • Crise parcial simples: distorções da percepção própria, perda do controle, habilidade e consciência.
  • Crise parcial complexa: epilepsia que leva a perda de consciência
  • Crise de ausência: a pessoa mantém o olhar fixo e não realiza nenhum tipo de comunicação.

Como ajudar alguém em um ataque epilético?

Antes de mais nada, mantenha a pessoa em um lugar seguro para que a sua crise não se torne ainda mais arriscada.

A melhor maneira de auxiliar alguém neste momento, é mantê-lo longe de qualquer coisa que apresente risco e acalmá-lo para que o mesmo reative suas ações.

O que fazer após uma crise de ataque epilético?

Ao presenciar uma crise epiléptica, é muito importante saber como reagir para que o quadro da pessoa não piore.

Após a convulsão, deite a pessoa de lado para que ela se recupere. Também se lembre de checar a saída de ar para que ela respire bem.

Após uma crise de ataque epilético, a pessoa certamente irá se sentir confusa e cansada. Nessa hora, é importante que você afirme que tudo ficará bem e a dirija para um ambiente calmo e confortável.

Se de todos os modos não houver melhora, dirija-se a um médico imediatamente.

Conclusão

Conhecer as causas e reações que determinada doença apresenta, é se assegurar para novos casos.

Em todos os casos, salientamos a importância dos acompanhamentos e tratamentos médicos regulares para a melhora do quadro de cada paciente.

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Até a próxima.

Ataque cardíaco: quais os sintomas?

O ataque cardíaco é uma doença que apresenta altas taxas de ocorrências e mortes em todo o mundo.

E por se tratar de um assunto certamente delicado, considera-se importante o conhecimento das principais informações sobre este quadro.

Se você deseja entender mais, continue acompanhando o post!

O que é ataque cardíaco?

ataque cardíaco
Antes de mais nada, saiba o que é e como identificar um ataque cardíaco. | Imagem: Pixabay

Para começar, é fundamental que você entenda o que é um ataque cardíaco, a fim de diferenciá-lo de outras doenças e também aprender a reagir em algum caso específico.

Também conhecido como infarto do miocárdio, o ataque cardíaco é definido quando as células de determinada região do coração morrem, isso acontece após a formação de um coágulo que interrompe o fluxo sanguíneo instantaneamente.

Portanto, pode-se resumir o ataque cardíaco, como a interrupção súbita do fluxo sanguíneo no coração.

Talvez você esteja se perguntando por qual motivo isso acontece. A resposta está na doença denominada como aterosclerose, que consiste no acúmulo de gordura no interior das paredes arteriais. Uma vez acumuladas, o fluxo sanguíneo é interrompido devido a obstrução.

Após isso, a placa de gordura se rompe formando um coágulo de sangue, que por sua vez, interrompe o fluxo.

Se não houver fluxo sanguíneo, não há oxigenação nas células, portanto o corpo automaticamente reage com um súbito.

Infelizmente, alguns ataques cardíacos podem gerar sequelas para o resto da vida ou levar uma pessoa à morte.

O ataque cardíaco é igual para todas as pessoas?

Essa pergunta é comumente feita na maioria das doenças. No caso do ataque cardíaco, ele pode ocorrer dependendo do quadro em que o corpo de determinada pessoa se encontra. 

Em outras palavras, um infarto de um jovem pode diferenciar muito do infarto de um adulto ou de um idoso. Também podemos notar diferenças em ataques ocorridos em homens e mulheres.

Em homens, por exemplo, os sintomas são mais brutos e notáveis, como dores agudas no peito e braço. Já em mulheres, os sinais são mais sutis, como falta de ar e náuseas.

Quais são os sinais?

E tratando de sinais, chegou a hora de conhecer melhor os principais sintomas e indícios de um infarto. Vale sempre ressaltar, que os mesmos podem variar bastante de pessoa para pessoa, uma vez que a sua ocorrência muda de acordo com critérios como idade e problemas de saúde.

Portanto, é bastante importante que você cuide de sua saúde e mantenha seus acompanhamentos com médicos especialistas em dia.

Agora, conheça os principais sintomas de um ataque cardíaco:

  • Dores agudas e prolongadas na região do peito, braços e costas;
  • Pressão ou aperto no peito;
  • Dor no abdome;
  • Palidez;
  • Falta de ar;
  • Formigamento no braço ou rosto;
  • Sensação de desmaio;
  • Náuseas.

Como reagir diante de um ataque cardíaco?

Em todo caso, aconselha-se chamar imediatamente por um socorro médico para que o paciente seja levado ao hospital o mais rápido possível. 

Antes de mais nada, ninguém deseja presenciar um ataque cardíaco, no entanto, é importante estar por dentro das instruções que você deverá seguir caso precise reagir a um.

Vale ressaltar, que o tempo é primordial neste caso, considerando que quanto mais houver demora, mais riscos de piora poderão existir.

Enquanto você aguarda por ajuda médica, siga os seguintes passos:

  • Não ofereça nada para a pessoa comer ou beber
  • Não ofereça ou aplique calmantes e outros remédios
  • Afrouxe as roupas para impedir que a pessoa faça outros esforços
  • Se houver desmaio, cheque o pulso 
  • Se não houver sinais vitais, realize imediatamente manobras de ressuscitação cardiopulmonar.

Conclusão

Agora que você aprendeu mais sobre os principais sintomas do ataque cardíaco, será bem mais fácil identificar algum possível caso.

De todos os modos, não deixe de realizar acompanhamentos especializados e buscar ajuda médica.

Para complementar suas informações, continue nos acompanhando por aqui com apenas um clique!

Até a próxima.