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Arritmia sinusal: o que é, o que causa e qual é a gravidade?

Você já ouviu dizer em arritmia sinusal? Essa é uma condição de saúde em que há uma variação na frequência cardíaca do paciente, sendo na grande maioria das vezes associada à respiração. Ou seja, quando se inspira, há uma tendência de aumentar a quantidade de batimentos cardíacos e, ao expirar, essa quantidade tende a diminuir.

Vale dizer que esse tipo de arritmia é bastante comum em bebês, crianças e adolescentes, e neste caso não costuma indicar nenhum problema de saúde de maior gravidade. Muito pelo contrário, para esses pacientes essa condição pode representar até mesmo um bom estado de saúde.

No entanto, quando a arritmia sinusal surge em adultos, especialmente os idosos, é necessário investigar mais à fundo para entender quais são as causas, uma vez que ela pode estar associada a alguma doença (como é o caso da hipertensão intracraniana ou cardiopatia aterosclerótica).

Separamos no post de hoje as principais informações sobre a arritmia sinusal para que você possa ficar por dentro do assunto. Portanto, continue a leitura para saber mais.

Principais sintomas da arritmia sinusal?

o que é arritmia sinusal
Veja as informações referentes à arritmia sinusal. | Imagem: Medway

Pessoas que apresentam arritmia sinusal não costumam apresentar nenhum sintoma, sendo descoberta através da avaliação da frequência cardíaca e, em alguns casos, onde há uma alteração ligeira, através da realização do eletrocardiograma de rotina.

É importante ressaltar que, caso a pessoa apresente quadros de palpitações, isso não está necessariamente associado a uma doença, podendo inclusive passar sozinhos. No entanto, se essa for uma queixa persistente, o mais indicado é que você procure um médico cardiologista para que o mesmo possa te avaliar e descartar qualquer doença que necessite de tratamento. 

Como é feito o diagnóstico?

Como dito anteriormente, a arritmia sinusal pode ser identificada através da frequência cardíaca e/ou da realização de um eletrocardiograma solicitado pelo seu médico cardiologista.

Em caso de bebês e crianças, o pediatra poderá solicitar um eletrocardiograma para constatar se há a presença de arritmia sinusal, sendo neste caso sinal de boa saúde, que irá desaparecer ao longo dos anos.

Tratamento para arritmia sinusal

A boa notícia é que essa condição não requer nenhum tratamento específico na grande maioria dos casos. Porém, caso o médico suspeite que essa condição está associada a outro problema de saúde, ele poderá solicitar novos exames para fechar o diagnóstico e sendo assim determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido.

Bom, agora você já sabe do que se trata a arritmia sinusal e certamente você está mais aliviado por saber que essa condição não costuma ser grave à saúde, certo? Porém, não se esqueça que manter as consultas com cardiologista em dia é essencial para a sua saúde.

E se porventura você estiver procurando um bom profissional para te atender, não tenha dúvidas que através do app Sarar você encontra diversas opções com muita facilidade, segurança, e o melhor: economia! Acesse www.sarar.com.br e saiba mais.

Para mais dicas e informações de saúde, te esperamos por aqui em nossos próximos posts. Até breve!

Sistema respiratório: O que é e quais são os sintomas quando ele é afetado?

É considerado como sistema respiratório o conjunto de órgãos responsáveis pelo transporte do ar para o interior dos pulmões que, após isso, é expelido para o exterior. Este movimento permite a respiração, a fala e a percepção de odores.

Além disso, podemos dizer que o principal objetivo da respiração é garantir que todas as células do corpo terá oxigênio, bem como que o gás carbônico será eliminado. Isso poderá ocorrer através da inspiração ou da inalação (que é o movimento em que o ar entra pelos pulmões) e a expiração ou exalação (que é quando o ar sai pelos pulmões).

Embora este movimento aconteça a todo tempo, vale dizer que existem muitos órgãos envolvidos e, se porventura algo não está bem, todo o processo pode ficar comprometido.

No post de hoje te explicaremos qual é a função do sistema respiratório, quais são os órgãos que o compõem, bem como quais são as principais doenças respiratórias e os seus sintomas. Continue a leitura para descobrir!

Qual é a função do sistema respiratório?

Como foi dito anteriormente, a principal função do sistema respiratório é realizar a respiração, a qual permite o transporte de oxigênio para todas as células do corpo, bem como a eliminação de dióxido de carbono.

Para que ela aconteça, a pessoa irá aspirar o ar atmosférico que, em seguida, passa pesas narinas, atravessa a faringe, laringe e traqueia, até chegar aos pulmões, onde irá fluir pelos brônquios, bronquíolos e, por fim, chegar aos alvéolos.

A respiração pode ocorrer em duas etapas, sendo elas a inspiração e a expiração e, além disso, vale dizer que esse movimento acontece desde o nascimento do bebê sem que seja necessário passar por um aprendizado (é controlado pelo sistema nervoso autônomo).

Além da respiração, o sistema respiratório exerce outras funções importantes como: controlar o sentido do olfato e auxiliar a fala (através das cordas vocais).

Quais são os órgãos do sistema respiratório?

São considerados os órgãos do sistema respiratório, aqueles responsáveis pela respiração:

  • Fossas nasais;
  • Faringe, laringe e traqueia;
  • Brônquios;
  • Alvéolos

Quais são as principais doenças do sistema respiratório?

doenças do sistema respiratório
Veja quais são as principais doenças do sistema respiratório. | Imagem: Freepik

Existem diversas doenças que acometem o sistema respiratório, sendo necessário ficar de olho nos sintomas para buscar auxílio médico sempre que percebê-los.  Afinal de contas, algumas das doenças da lista abaixo, se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, podem causar graves consequências a sua saúde.

Veja quais são as principais doenças do sistema respiratório:

Gripe ou resfriado

A gripe e o resfriado são condições quando há vírus no sistema respiratório. No resfriado o vírus encontra-se apenas nas fossas nasais podendo chegar até a faringe, e os principais sintomas são: congestão nasal e desconforto. Já na gripe o vírus pode acometer até os pulmões, e dentre os sintomas estão: febre e presença de muito catarro no peito.

Asma

A asma é uma condição em que a pessoa apresenta uma diminuição dos brônquios ou bronquíolos, obtendo uma pequena produção de muco e fazendo com que o ar tenha maior dificuldade para passar por essas estruturas. Com isso a pessoa passa a emitir um som agudo durante as inspirações.

Bronquite

A bronquite refere-se a uma contração e inflamação dos brônquios e bronquíolos, causando a produção de muco, que pode ser expelido em forma de catarro ou engolido e direcionado ao estômago.

Alergia

A alergia é uma condição quando o paciente possui um sistema imune muito reativo e acaba considerando algumas substâncias presentes no ar prejudiciais à saúde, sendo muito comum com poeira, perfume ou pólen.

Pneumonia

A pneumonia é uma condição potencialmente grave que pode ser causada por vírus ou bactérias, bem como pela presença de objetos estranhos (como é o caso de restos de comida ou vômitos dentro dos pulmões). Dentre seus sintomas estão: febre e dificuldade para respirar. Vale dizer que uma gripe pode ocasionar uma pneumonia, mas um resfriado não.

Tuberculose

A tuberculose acontece quando há presença e bactéria nos pulmões que chegou através das vias respiratórias. Seus principais sintomas são: febre, tosse com catarros e em alguns casos sangue. É uma doença bastante contagiosa, que pode ser passada através d ar pelo contato das secreções do indivíduo doente e o seu tratamento é muito importante, pois o bacilo pode chegar ao sangue e causar tuberculose fora dos pulmões, agravando o caso do paciente.

Covid-19

A covid-19 é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus SARS-CoV-2 que pode levar até 14 dias da infecção para manifestar os sintomas. Tais sintomas podem ser bastante semelhantes ao de uma gripe, no entanto, à medida que o vírus se multiplica no organismo, pode começar as complicações, como: perda de olfato e paladar, dor no peito, febre e dificuldade para respirar.

Onde encontrar um bom médico para cuidar do sistema respiratório?

Agora você já sabe quais são as principais doenças do sistema respiratório, bem como a importância de ficar atento aos sintomas. Mas… Será que você também sabe onde encontrar um bom profissional caso necessite de uma consulta?

Nós te contamos: através do app Sarar você encontra diversos profissionais com muita facilidade, segurança e o melhor de tudo: muita economia! Acesse o nosso site para obter mais informações e marque suas consultas agora mesmo!

No mais, caso você tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos. E se quiser continuar acompanhando mais dicas e informações de saúde, é só ficar de olho no nosso blog. Até a próxima!

Pulmão com coronavírus: quais são as consequências do vírus para o órgão?

A pandemia de covid-19 tem causado grande preocupação em todos nós devido às complicações de saúde que a doença pode proporcionar, sendo em algumas vezes até mesmo fatal. E embora acometa diversos órgãos, o que sabemos é que o mais prejudicado é o pulmão. Mas afinal, você sabe quais são as consequências do pulmão com coronavírus?

Criamos esse post para você poder ficar por dentro do assunto. Então continue a leitura e confira!

Veja as consequências do pulmão com coronavírus

pulmão com coronavírus
Veja as consequências do pulmão com coronavírus. | Imagem: Freepik

Como foi dito anteriormente, o covid-19 afetas outras partes do corpo, portanto, as vias respiratórias e os pulmões são os principais alvos da doença. Veja abaixo como funciona e quais são as consequências para o pulmão com coronavírus.

Tudo começa quando a pessoa entra em contato com gotículas do vírus, como é o caso da tosse ou espirro de alguém infectado. A partir desse momento, o vírus começa a hackear as células das vias respiratórias e dos pulmões, fazendo com que elas sejam transformadas em fábricas do vírus, que acabam se espalhando para mais células.

Após isso, alguns sintomas podem começar a surgir, como: tosse, coriza e espirros. Isso acontece por conta do ataque às vias respiratórias e devido ao acometimento aos pulmões. No entanto, é importante ressaltar que para casos em que há consequências graves ao pulmão com coronavírus, há também falta de ar.

Além dos sintomas e da análise clínica, a realização de tomografias são muito importantes para que o diagnóstico e avaliação do pulmão possa ser feita. Isso porque quando o exame mostra mais de 50% do pulmão acometido, é indicativo que há gravidade da doença e insuficiência respiratória, sendo necessário o suporte com a ventilação mecânica para que o paciente consiga recuperar.

Ah! Outra informação importante em relação ao pulmão com coronavírus é que na grande maioria das vezes os dois pulmões costumam ser afetados juntos. E nos casos mais graves, há também infecção dos alvéolos, sendo as estruturas responsáveis pela troca gasosa nos pulmões, e neste caso o acompanhamento médico é ainda mais importante.

Se o quadro não for revertido quando há infecção das vias respiratórias, pulmões e alvéolos, os vasos sanguíneos também poderão ser atacados. E isso acabará levando o aumento da coagulação e a formação de trombos, dificultando a passagem de sangue nos alvéolos e tornando o caso do paciente ainda mais grave.

No caso de quadro pulmonar muito grave causado pelo coronavírus, o paciente poderá ter um conjunto de indicadores como a insuficiência respiratória e a inflamação sistêmica, configurando assim na síndrome do desconforto respiratório aguda, também conhecida como ARDS.

Enfim, podemos perceber que o pulmão com coronavírus pode sofrer graves consequências. Por isso, o melhor a se fazer ainda é nos proteger para evitar a contaminação da doença: usar máscara, lavar as mãos sempre que necessário, usar álcool gel e manter o distanciamento social.

Se cada um fizer a sua parte, essa pandemia logo, logo irá passar e tudo irá se normalizar. E caso você esteja precisando de auxílio médico, não se esqueça que pelo app Sarar você encontra diversos profissionais de saúde para te auxiliar.

No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas e informações de saúde como essa. Te esperamos por aqui!

O que significa estar com o pulmão comprometido?

O coronavírus tem sido uma grande preocupação para todos, especialmente pelos seus sintomas que muitas vezes são graves e até fatais. E um deles que mais vem preocupado os médicos e os pacientes é o pulmão comprometido.

E o motivo disso é que a doença acomete principalmente o trato respiratório, invadindo as células do pulmão e fazendo com que o sistema imunológico de alguns pacientes reaja de maneira exagerada (o que então resulta em uma maior produção de citocinas) e causam uma resposta inflamatória ao vírus no organismo.

Criamos esse post para que você consiga entender sobre o assunto. Continue a leitura e saiba mais.

Entenda como funciona o pulmão comprometido

Como foi dito anteriormente, o pulmão comprometido é um dos sintomas principais do Covid-19, bem como de outras doenças respiratórias, como a pneumonia. E para que isso seja constatado e tratado, é necessário que a avaliação clínica junto à realização de exames. Veja mais abaixo.

Para que essa condição seja examinada e constada os médicos utilizam de diversos exames de imagens, como por exemplo o raio-X e a tomografia. Assim, é possível visualizar a extensão da doença da seguinte forma: a presença de partes esbranquiçadas no exame (também chamadas de vidro fosco) demonstra o quanto o organismo está lutando diante o Sars-CoV-2, prejudicando então para a respiração do paciente.

Vale ressaltar que cada resposta inflamatória irá gerar um acúmulo de líquidos e, nos alvéolos pulmonares (estes considerados estruturas finas e flexíveis) acaba fazendo com que eles se tornem mais espessos e menos flexíveis, atrapalhando as trocas de gás carbônico pelo oxigênio e formando então o “vidro fosco”, fato deixa o pulmão comprometido e prejudica a respiração.

Para entender melhor do que se trata o pulmão comprometido, vamos a um exemplo de como se comporta um paciente com a covid-19 que está com dificuldades para respirar: o paciente fica buscando pelo ar, mas a sensação é como se o ar não tivesse disponível, uma vez que o pulmão está inflamado e não possibilita que o ar consiga entrar de forma eficiente para todas as áreas. Dessa forma, o ar não chega aonde deveria e o paciente, então, fica com a sensação de falta de ar e todo o seu sistema respiratório comprometido.

Entenda a gravidade do comprometimento do pulmão

riscos do pulmão comprometido
Riscos do pulmão comprometido. | Imagem: UOL

Certamente você já ouviu falar que o pulmão comprometido é um sintoma grave e que requer tratamento breve, não é mesmo? E sim, isso é verdade e é necessário ter bastante cuidado.

E pela gravidade do sintoma, os exames tornam-se ainda mais eficazes no tratamento. Isso porque quando identificados que há entre 25% e 30% de comprometimento, indica que o paciente provavelmente terá uma recuperação melhor ou mais rápida. Mas caso o comprometimento do pulmão já tenha atingido cerca de 50%, é sinal de alerta vermelho aos profissionais de fisioterapia das UTIs.

Afinal de contas, isso indica que ele está trabalhando dobrado para se manter e o recomendado é que o paciente fique em repouso para não agravar, caso contrário a gravidade poderá aumentar ainda mais e o quadro ficar crítico e até mesmo irreversível.

Caso o paciente responda bem aos tratamentos, o quadro tende a regredir e o pulmão comprometido vai se curando aos poucos. No entanto, vale dizer que o período entre o 5º e o 7º dia após o início do tratamento é um marco importante para observação se o sintoma melhorou de fato ou se houve uma piora no estado geral daquela pessoa. Se porventura após esse período o paciente não apresentar melhora, é importante reavaliar e intensificar os tratamentos.

Conclusão

Bom, esperamos que você tenha conseguido compreender do que se trata o pulmão comprometido. Caso tenha ficado com alguma dúvida em relação a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, não se esqueça de tomar todos os cuidados necessários de acordo com a secretária de saúde para evitarmos a contaminação de coronavírus: máscara, álcool gel e evitar o distanciamento social sempre!

Se quiser ficar por dentro de outras dicas e informações de saúde como essa, não deixe de continuar acompanhando o nosso blog. Te esperamos por aqui nos próximos posts!

Consulta com psicólogo: como escolher a melhor abordagem para você?

Certamente você já ouviu falar em consulta com psicólogo, certo? Essa é uma ferramenta que, embora possua muitos preconceitos e tabus por parte da população, apresenta inúmeros benefícios quando se trata de problemas psicológicos e dificuldades emocionais, fazendo com que os indivíduos consigam se conhecer melhor, além de auxiliar no tratamento de inúmeras doenças, como: depressão, ansiedade, TOC, transtorno bipolar, TDAH e outros.

 No entanto, antes de manter sua consulta com psicólogo, é essencial que você conheça quais são as abordagens existentes a fim de escolher a que mais combina com você. E é exatamente este o propósito do nosso post de hoje: apresentar os 7 tipos de terapia para que você possa definir a que mais encaixa ao seu perfil. Vamos lá?

Tipos de terapia na consulta com psicólogo

tipos de psicoterapia - consulta com psicólogo
Saiba quais são os tipos de psicoterapia. | Imagem: Freepik

Na lista abaixo você vai ver quais são as abordagens e tipos disponíveis na psicoterapia para que você possa identificar a que mais combina com você antes de agendar sua consulta com psicólogo. Veja só:

Psicanálise

A psicanálise é considerada a primeira escola da psicoterapia e teve como precursor o médico neurologista e psiquiatra Sigmund Freud durante o século 19. Nela o psicólogo terá como objetivo auxiliar o paciente o resgate e reintegração de conteúdos que estão no seu inconscientes, desde o que já apareceram nos sonhos ou até mesmo aqueles que nunca foram acessados.

Dessa forma, o paciente poderá, a partir do contato com seu inconsciente, entender e lidar melhor com seus conflitos e vivências do presente, a fim de promover o autoconhecimento.

Para que isso seja alcançado, são utilizadas as técnicas de associação livre (onde o indivíduo é conduzido a verbalizar livremente sobre os pensamentos que invadem a sua mente, fazendo com que possa emergir fatos reveladores, os quais não eram de conhecimento consciente da própria pessoa) e as pulsões humanas, uma energia mental que contribui para a estruturação de três aparelhos psíquicos que foram debatidos por Freud: id, ego e superego.

Terapia cognitivo-comportamental

A terapia cognitivo-comportamental foi originada a partir da terapia cognitiva ou behaviorismo. O seu percursor foi o Aaron Beck, médico psiquiatra que, a partir de estudos feitos por Freud, conseguiu notar que a cognição de pensamentos e percepções do mundo estavam totalmente ligadas aos processos de adoecimento psicológico dos indivíduos.

A TCC é considerada uma abordagem diretiva e que pode ser aplicada em todos os tipos de transtornos psíquicos e psicológicos a fim de avaliar os padrões e esquemas mentais dos pacientes até chegar à sua crença central, aquelas que dão origem às suas disfunções comportamentais.

Feito isso e através de ferramentas disponíveis na terapia, o psicólogo poderá então propor uma reestruturação cognitiva ao paciente, a fim de ajudá-lo a modificar as suas crenças e assumir um novo repertório de pensamentos e comportamentos.

Análise Junguiana

A análise Junguiana foi elaborada por mais um nome muito importante para a psicanálise: Carl Gustav Jung. No entanto, ela é diferente do método clássico. Aqui os sonhos passam a ser considerados como uma personificação do inconsciente, fazendo com que a técnica da imaginação afetiva seja utilizada durante a psicoterapia.

Ou seja, o paciente será induzido a liberar suas fantasias para conhecer outros personagens que habitam em sua mente, fazendo com que possam se conhecer melhor. Para isso, a arte como: desenhos, pinturas e outras, é muito utilizada.

Behaviorismo

A psicologia comportamental, também conhecida como behaviorismo, tem como o objetivo analisar e modificar o comportamento do indivíduo. isso porque o seu fundador B. F. Skinner acreditava que as nossas ações dependem das seguintes relações funcionais: estímulo antecedente, resposta comportamental e consequência.

Para que isso seja feito, o comportamento humano passa a ser modificado a partir dos estímulos do ambiente em que estamos inseridos, fazendo com que o processo seja diretivo. O psicólogo então irá avaliar as necessidades do paciente para propor técnicas que o ajudarão a modificar seus padrões de ação que resultarão em melhorias.

Psicologia humanista

A psicologia humanista tem como propósito focar na autoestima do indivíduo. Ou seja, diferente dos outros tipos de terapia aqui apresentados, aqui o objetivo não é tratar neuroses ou identificar as causas de um problema, mas sim de proporcionar um ambiente mais acolhedor ao paciente para que ele consiga crescer e alcançar o melhor de si.

Para que isso seja atingido, um dos principais pilares da psicologia humanista é a aceitação incondicional. Isso é, o indivíduo precisará entender que ele só conseguirá mudar quando ele passar a entender e aceitar o que ele realmente é. Para entender melhor como isso funciona, tenha como exemplo a recuperação de dependentes químicos que apenas conseguem buscar tratamento quando admitem que possuem o problema.

Fenomenologia

A fenomenologia foi fundada por Edmund Husserl durante o século 19 e é considerada uma das principais abordagens terapêuticas. Ela busca entender os indivíduos como “um ser no mundo”, o qual não consegue escolher quais serão suas condições existenciais, mas que ao mesmo tempo isso não o torna passivo.

Ele tem consciência de suas intenções e responsabilidade pelo que é e faz. Com isso, o esse tipo terapêutico propõe ao indivíduo a compreensão do significado de sua existência, além de torná-lo responsável pelo seu destino, através de abordagens e atividades terapêuticas.

Terapia Gestalt

Criada pelos teóricos Fritz Perls, Laura Perls e Paul Goodman, a Gestalt-terapia tem como princípio fazer com que os indivíduos consigam criar maior consciência, a fim de evidenciar os aspectos de si que são pouco relevados e promover a aceitação de sua experiência de estar no mundo.

Através da consulta com psicólogo gestaltistas, o objetivo não é mudar os seus pacientes. Na realidade, a verdadeira intenção será incentivá-los se concentrarem em se tornarem mais conscientes de si mesmos, permanecendo presentes e contribuindo para que as coisas possam ser processadas no aqui e no agora.

Com isso, através do aumento da conscientização o paciente poderá identificar os seus bloqueios e encontrar a cura a fim de garantir o seu melhor desenvolvimento e crescimento pessoal.

Conclusão

tipos de psicoterapia - consulta com psicólogo
Consulta com psicólogo: o que você precisa saber antes de agendar. | Imagem: Freepik

E aí, conseguiu identificar qual é o tipo de psicoterapia que mais combina com você? Vale ressaltar que para definir a melhor opção você deve avaliar suas questões psicológicas e emocionais e quais são os seus objetivos.

Ah, e caso a sua queixa seja no âmbito familiar ou em um relacionamento, saiba que existem também as terapias de casal e familiar, sendo essas boas opções para resolver questões sistêmicas.

No mais, independente de qual for a sua escolha, tenha certeza que através do aplicativo Sarar você consegue encontrar bons profissionais para te atender com facilidade e economia. Clique aqui para saber mais e para agendar a sua consulta!

Se tiver ficado com alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos. Por fim, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas e informações de saúde como essa. Até a próxima!

Networking: como essa prática pode ajudar a conquistar clientes

Realizar networking é trabalhar sua rede de clientes, colegas, parceiros, trocando informações relevantes com base na colaboração e ajuda mútua.

Essa troca ajuda a construir um relacionamento duradouro e é essencial para manter uma boa reputação com o passar do tempo. 

E você? Sabe como usar estratégia a favor do seu negócio? Pensando nisso, preparamos um post para auxiliá-lo nessa tarefa. Boa leitura!

Por que o networking é importante e como colocá-lo em prática

Cada vez mais, o espírito colaborativo do networking está se infiltrando nos ambientes de trabalhos tradicionalmente competitivos. 

Nesse sentido, o advento das Tecnologias 4.0 confirma: não importa seu setor de atuação, você deve priorizar o bom relacionamento e a troca de informações com o cliente para conseguir ter um diferencial positivo e alcançar a fidelização.

Em operações intensivas em conhecimento, em que o diferencial é o serviço e atendimento prestado ao consumidor, o networking se torna essencial para conquistar clientes satisfeitos.

Porém, cuidado! Sem uma boa organização, é muito fácil de esquecer clientes que não se fazem ouvir de maneira mais incisiva, o que pode gerar falsas prioridades na sua rede. 

Por isso, existem empresas especializadas que realizam programas de rede de referência de marketing boca-a-boca estruturado, através de eventos e do desenvolvimento de conteúdos.

Assim, parceiros e colaboradores recomendam-se mutuamente gerando novas fontes de receitas.

Portanto, fique atento a parcerias para realizar o seu networking de uma forma sustentável, informativa e consistente e siga as dicas que listamos a seguir:

  • Deixe de lado a timidez e reconecte-se com clientes antigos. Fortaleça sempre a sua base, afinal, é nela que está construída a sua casa; 
  • Lembre-se: construir networking não significa apenas distribuir cartões e apertos de mão! É preciso realmente estabelecer relações e compartilhar dos mesmos interesses;
  • Escolha uma plataforma amigável aos seus clientes. Que redes sociais eles frequentam? Otimize a sua entrega de informação.

    Você pode estar postando conteúdos maravilhosos no LinkedIn, mas, se seus clientes estão em peso no Instagram, por exemplo, de nada adiantará;
  • Crie conteúdos pertinentes às necessidades específicas dos seus clientes. Dessa forma, a geração de valor por interação cresce exponencialmente.
  • Realize um mapeamento de horários com um maior fluxo de clientes nas plataformas escolhidas para suas interações;
  • Mantenha uma presença ativa nas redes. Monte uma agenda e seja consistente.

    Para isso, utilize ferramentas de postagem e agendamento de mídias sociais. Aplicativos como Promo Republic, Hootsuite, Buffer, TweetDeck e CoSchedule podem ajudá-lo (e muito!);
  • Não veja seus colegas de profissão como concorrentes. Eles fazem parte da sua rede e, em colaboração, vocês podem se beneficiar de uma maneira que sozinhos nunca conseguiriam;
  • Saiba se expressar bem em público. Entenda a hora de falar e de ouvir e evite tecer críticas a outras empresas e pessoas, por exemplo. Isso poderá afetar negativamente a sua reputação;
  • Compartilhe suas conquistas. Mostre, através das redes sociais, que você é uma pessoa que está constantemente buscando se atualizar e melhorar profissionalmente. 

Isso agregará ainda mais valor ao seu negócio ou marca. 

E então, gostou das dicas para colocar o networking em prática? Esperamos que sim! Não deixe de acompanhar nossas outras postagens do blog. Até a próxima! 

Consulta com angiologista: 10 perguntas para fazer

Em uma consulta com angiologista, são tratados problemas referentes ao sistema circulatório, o qual compreende as veias, artérias e vasos linfáticos. Esse especialista é responsável por realizar o diagnóstico de enfermidades vasculares que não necessitam de intervenções cirúrgicas. 

Geralmente, esse tipo de profissional é bastante procurado por pacientes que buscam tratamentos para varizes e vasinhos, os quais são identificados mais facilmente por serem visíveis e estarem relacionados à questão estética.

Desse modo, o angiologista poderá tratar tanto de doenças já existentes quanto indicar métodos a fim de preveni-las, como uma alimentação balanceada, uso de meias de compressão e medicações específicas, por exemplo. 

Angiologista x Cirurgião vascular: qual a diferença?

A principal diferença entre as duas especialidades está relacionada ao tipo de tratamento que realizam. O angiologista, como já dissemos anteriormente, utilizará tratamentos clínicos para cuidar de enfermidades que afetam o sistema circulatório.

O cirurgião vascular, por sua vez, poderá fazer intervenções mais invasivas, como laser, radiofrequência e cirurgias convencionais. 

Vale lembrar que nem sempre é fácil distinguir qual dos dois especialistas será o mais indicado para cada caso, uma vez que é necessária uma avaliação detalhada do quadro individual do paciente. 

Há, ainda, a possibilidade de que ambos os profissionais trabalhem em conjunto com o intuito de definir as melhores e mais eficazes soluções para a doença em questão.  

Quais os tipos de doenças tratadas pelo angiologista?

Embora os problemas mais comuns sejam as varizes, há uma infinidade de outras doenças que podem ser tratadas por um angiologista, entre elas:

  • Vasculite
  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Síndrome de Raynaud
  • Arteriosclerose
  • Linfagite
  • Fístulas arteriovenosas
  • Aneurisma arterial
  • Pé de diabético
  • Embolia pulmonar
  • Insuficiência vascular cerebral
  • Trombose venosa profunda
  • Neuropatia diabética
  • Doença venosa

Em que casos devo procurar um angiologista?

Como muitas dessas doenças não são necessariamente visíveis, é preciso ficar atento e procurar um médico ao sentir quaisquer dos sintomas elencados abaixo:

  • Dor ao caminhar;
  • Câimbras;
  • Sensação de peso nas pernas;
  • Dormência nas panturrilhas;
  • Veias com coloração azulada ou arroxeada;
  • Coceira crônica;
  • Inchaço nos tornozelos;
  • Cansaço excessivo nos membros inferiores;
  • Sensação de formigamento;
  • Sensação de queimação na planta dos pés e pernas.
  • Alteração de temperatura.

Quais perguntas devo fazer na consulta?

Sabemos que muitas dúvidas surgem frente ao diagnóstico de uma doença. Sendo assim, preparamos algumas perguntas que poderão guiá-lo no momento da consulta:

  1. Quais os tratamentos mais acessíveis para o meu caso?
  2. Em minha família há histórico de doenças vasculares. Quais precauções devo tomar?
  3. Quais hábitos posso mudar para ter mais sucesso em meu tratamento?
  4. Como meus resultados se comparam ao que é considerado “normal”?
  5. Que tipo de atividades devo evitar?
  6. Quais os gastos que terei durante o tratamento?
  7. Em quanto tempo conseguirei perceber os resultados?
  8. Ganhei peso nos últimos meses, isso pode ter alguma relação com o diagnóstico que recebi?
  9. Quais efeitos colaterais podem surgir no decorrer do tratamento?
  10. Quando deverei retornar para a próxima consulta?

Lembre-se, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, mais fácil será de evitar que a enfermidade se agrave. Não deixe de agendar sua consulta pelo aplicativo da Sarar. Nós te ajudamos a encontrar os melhores especialistas pelo melhor custo x benefício!

O que esperar de uma consulta com psiquiatra?

Por muito tempo, as pessoas acreditavam no mito de que a consulta com psiquiatra era indicada para tratar indivíduos considerados “loucos”. Com o acesso à informação que temos nos dias de hoje, foi possível quebrar esse estigma e entender melhor de que forma esse especialista atua.

Assim, se você tem dúvidas sobre como será a primeira consulta, quando deve procurar um psiquiatra e quais transtornos são tratados por ele, acompanhe o post a seguir!

O que faz um médico psiquiatra?

Um médico especialista na área da psiquiatria cuida da saúde mental de seus pacientes. Ele é responsável por realizar o diagnóstico e cuidar de disfunções como:

Transtornos de ansiedade: transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), síndrome do pânico, entre outros;
Depressão;
– Transtorno de bipolaridade;
– Transtornos alimentares: anorexia, bulimia e vigorexia;
– Esquizofrenia;
– Autismo;
– Síndrome de Burnout;
– Alzheimer;
– Déficit de atenção.

Ao identificar com precisão o problema enfrentado pelo paciente, o psiquiatra indicará o tipo de tratamento adequado a fim de resolvê-lo. Esse tratamento pode ser feito, geralmente, utilizando um destes três métodos:

– Tratamento farmacológico: em que são prescritos remédios;
– Tratamento psicoterapêutico: com o acompanhamento de um psicólogo;
– Tratamento combinado: em que é necessário unir o farmacológico e o psicoterapêutico para que se obtenha o resultado desejado.

Como é a primeira consulta com o psiquiatra?

Em primeiro lugar, o especialista irá perguntar o que levou o paciente a procurá-lo. Como as patologias tratadas pelo psiquiatra não são tão visíveis fisicamente, é preciso ser sincero e aberto para que o profissional consiga entender o quadro.

Além disso, o psiquiatra precisará investigar o histórico clínico do paciente. Para isso, poderão ser realizadas perguntas relacionadas aos seus hábitos, família, trabalho, relacionamentos pessoais e hobbies.

Ainda, é possível que sejam solicitados alguns exames físicos, pois, como se sabe, algumas doenças são fruto de desequilíbrios químicos no organismo. Os exames laboratoriais e de imagens mais indicados pelos psiquiatras são:

– dosagem de anticonvulsivantes no sangue;

– dosagem de hormônios;

– dosagem de lítio no sangue;

– eletrocardiograma;

– função hepática;

– função renal;

– glicemia de jejum;

– hemograma;

– ressonância nuclear magnética do cérebro;

– ultrassom;

– tomografia;

– testes neuropsicológicos.

Quando devo procurar por esse especialista?

Em alguns casos, pode ser que um outro profissional solicite o encaminhamento para um psiquiatra. Uma vez que algumas doenças podem apresentar sintomas físicos, como problemas digestivos, alteração de sono e falta de ar, por exemplo.

Assim, não é incomum que um clínico geral, pneumologista, neurologista, entre outros especialistas indiquem que o paciente procure um especialista em psiquiatria.

Além disso, o próprio paciente também pode ficar atento a alguns sintomas:

– Alterações de apetite: tanto a falta de vontade para se alimentar quanto o consumo de alimentos em excesso podem indicar algum problema emocional;
– Sono desregulado: quando há episódios recorrentes de insônia, por exemplo;
– Medos irracionais e excessivos que o impeçam de realizar simples tarefas cotidianas;
– Tensão muscular constante;
– Outros sintomas físicos como falta de ar, calafrios, arritmia, suor em excesso, náuseas.

Se você tem percebido alguns desses sintomas citados anteriormente, que tal agendar uma consulta com um psiquiatra? Não deixe de cuidar da sua saúde mental.

Nós podemos te ajudar, basta clicar aqui.

Dor no pulmão: o que pode ser e como agir quando sentir

É comum que muitas pessoas já tenham sentido algum tipo de desconforto ou dor no pulmão. Nem sempre essas dores podem indicar doenças graves, como câncer e pneumonia, entretanto, é sempre bom estar atento aos diferentes sintomas e procurar um médico se necessário.

Quer saber mais sobre as possíveis causas dessa dor e como agir quando sentir? Acompanhe a leitura desse post!

O que causa a dor no pulmão?

1. Crise de ansiedade

Um dos sintomas mais comuns ao se ter uma crise de ansiedade são as dores fortes no peito. Normalmente, essa sensação vem associada a outros sintomas, como dificuldade para respirar, tremores, aceleração dos batimentos cardíacos, calafrios e náuseas.

As crises de ansiedade geralmente ocorrem por conta de situações traumáticas ou de muito estresse. Assim, caso sinta esses sintomas com frequência, recomendamos que procure ajuda de um psiquiatra.

Fazer terapia e cuidar da saúde mental com o acompanhamento de um psicólogo também pode auxiliar bastante no controle das crises.

2. Pneumonia

Ocasionada pela infecção dos pulmões, a pneumonia é uma doença não contagiosa que pode derivar de uma simples gripe. Quando o paciente está com a imunidade baixa, bactérias podem penetrar o sistema respiratório com mais facilidade.

Consequentemente, há um acúmulo de secreções nos alvéolos, o que impede a entrada e saída de gases.

Entre os principais sintomas, estão a tosse com catarro, febre, dor no pulmão, fadiga e sensação de peito carregado. Para que a doença tenha um tratamento adequado, é preciso que um médico faça alguns exames, como a gasometria, a fim de obter um resultado preciso.

3. Pleurisia

A pleurisia ou pleurite nada mais é do que uma inflamação do tecido chamado pleura, o qual reveste os pulmões. Ela pode ser desencadeada pela gripe, pneumonia ou artrite reumatoide.

Portanto, ao sentir dores intensas no peito ao tossir e respirar, apresentar febre, pulso acelerado e fraqueza, procure um pneumologista ou clínico geral.

4. Embolia pulmonar

Causada pelo entupimento das artérias do pulmão, a embolia, também conhecida como trombose pulmonar, pode ser fatal se não tratada devidamente.

Isso porque a obstrução dessas veias impede que o sangue circule, causando a falência da área afetada.

Assim, é necessário atentar-se e procurar atendimento médico imediatamente caso sinta dor intensa na região torácica, falta de ar, pele e unhas azuladas, febre e tosse seca ou com sangue.

5. Asma

Acometendo mais de 20 milhões de pessoas em todo o território brasileiro, a asma é causada pela inflamação das vias aéreas. Diversos são os fatores que podem desencadeá-la, dentre eles, destacamos os ácaros, fungos, a poluição e fumaça de cigarros.

O paciente asmático pode sentir muita dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. Embora a doença não tenha cura, é possível conviver bem com ela. Para isso, o acompanhamento com o médico certo é essencial para avaliar o quadro clínico de cada paciente.

Como agir quando sentir dor no pulmão?

Ao sentir dores muito fortes ou até mesmo incessantes nos pulmões, é imprescindível a procura por ajuda médica e evitar se automedicar. Uma boa avaliação feita por um profissional pode evitar e prevenir muitos problemas futuros mais graves.

Essas dicas foram úteis para você? Então, não deixe de comentar e continuar acompanhando nossos posts!

Artrite e artrose: o que são e qual é a diferença entre as duas?

Com certeza você já ouviu dizer nas “doenças das articulações”, certo? E, embora as doenças tenham sintomas muito semelhantes, o que pode acabar causando confusão nos pacientes, a artrite e artrose possuem causas e tratamentos diferentes, portanto, precisam ser tratadas de forma adequada para que tenham resultado e garantam alívio nos pacientes.

Mas afinal, quais são as diferenças? De forma generalista, podemos dizer que a artrite é uma doença que provoca a inflamação da articulação, enquanto a artrose é uma doença que provoca a degeneração da articulação.

Criamos esse post para que você saiba, de fato, do que se trata cada uma dessas doenças e a diferença entre elas. Confira a seguir.

Entendendo a artrite e artrose: o que é uma articulação?

Antes de mais nada, é importante que você entenda o que é uma articulação, afinal, a mesma é comprometida em ambas as condições de saúde. Veja só:

A articulação refere-se a região onde há a conexão de dois ou mais ossos, como: as articulações dos joelhos, cotovelos, tornozelos, punhos, ombros, entre outros.

Vale ressaltar que as articulações ao longo do corpo não são todas iguais, podendo ser coladas por tecido fibroso ou cartilagem, por exemplo.

veja qual é a diferença entre artrite e artrose
Entendendo a diferença entre artrite e artrose. | Imagem: Freepik

O que é artrite?

A artrite é o nome dado quando há processo inflamatório em uma ou mais articulações, podendo acometer qualquer parte do corpo em que haja articulação. Os seus sintomas são diversos, mas são considerados os principais: dor, vermelhidão, inchaço e dificuldade para movimentar a articulação acometida.

Quando a doença acomete apenas uma articulação, é chamada de monoartrite. Porém, ela pode ser mais generalizada e acometer 4 ou mais articulações ao mesmo tempo, causando um desconforto ainda maior no paciente. Neste caso, chamamos de poliartrite.

A causa da artrite (seja em uma ou mais articulações) são diversas, sendo muito associada às doenças:

  • Artrite reumatoide;
  • Lúpus;
  • Freme reumática;
  • Gota;
  • Psoríase;
  • Doença de Crohn;
  • Artrite séptica;
  • Síndrome de Reiter;
  • Granulomatose de Wegener;
  • Espondilite anquilosante;
  • E outras doenças autoimunes.

Entretanto, a causa mais comum da artrite é a artrose, outra condição muito associada às articulações na qual falaremos a seguir.

O que é artrose?

A artrose, também conhecida como osteoartrite, osteoartrose e artrite degenerativa refere-se a uma artrite que ocorre pela degeneração das cartilagens das articulações. As cartilagens, por sua vez, referem-se aos tecidos que servem para amortecer os ossos.

A sua principal causa é o envelhecimento. E a justificativa é que a cartilagem vai se desgastando ao longo do tempo até que os ossos passam a ter contato um com o outro, fazendo com que os atritos se iniciem e as lesões e dores apareçam.

Portanto, existem alguns outros fatores que contribuem para seu aparecimento ou até mesmo aceleram o processo, como: genética, obesidade, diabetes e hipotireoidismo.

A artrose, diferentemente da artrite, é uma condição progressiva que não tem cura. Então quanto mais insultos sofrerem suas articulações ao longo da vida, mais cedo ela irá se manifestar e, assim que houver degeneração das articulações, não há como reverter esse quadro.

E aí, conseguiu compreender qual é a diferença entre artrite e artrose? Esperamos que sim! Caso queira encontrar um profissional competente para analisar os seus sintomas e fazer seu diagnóstico, não deixe de acessar o site da Sarar para saber como podemos te ajudar.

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