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Pulmão com coronavírus: quais são as consequências do vírus para o órgão?

A pandemia de covid-19 tem causado grande preocupação em todos nós devido às complicações de saúde que a doença pode proporcionar, sendo em algumas vezes até mesmo fatal. E embora acometa diversos órgãos, o que sabemos é que o mais prejudicado é o pulmão. Mas afinal, você sabe quais são as consequências do pulmão com coronavírus?

Criamos esse post para você poder ficar por dentro do assunto. Então continue a leitura e confira!

Veja as consequências do pulmão com coronavírus

pulmão com coronavírus
Veja as consequências do pulmão com coronavírus. | Imagem: Freepik

Como foi dito anteriormente, o covid-19 afetas outras partes do corpo, portanto, as vias respiratórias e os pulmões são os principais alvos da doença. Veja abaixo como funciona e quais são as consequências para o pulmão com coronavírus.

Tudo começa quando a pessoa entra em contato com gotículas do vírus, como é o caso da tosse ou espirro de alguém infectado. A partir desse momento, o vírus começa a hackear as células das vias respiratórias e dos pulmões, fazendo com que elas sejam transformadas em fábricas do vírus, que acabam se espalhando para mais células.

Após isso, alguns sintomas podem começar a surgir, como: tosse, coriza e espirros. Isso acontece por conta do ataque às vias respiratórias e devido ao acometimento aos pulmões. No entanto, é importante ressaltar que para casos em que há consequências graves ao pulmão com coronavírus, há também falta de ar.

Além dos sintomas e da análise clínica, a realização de tomografias são muito importantes para que o diagnóstico e avaliação do pulmão possa ser feita. Isso porque quando o exame mostra mais de 50% do pulmão acometido, é indicativo que há gravidade da doença e insuficiência respiratória, sendo necessário o suporte com a ventilação mecânica para que o paciente consiga recuperar.

Ah! Outra informação importante em relação ao pulmão com coronavírus é que na grande maioria das vezes os dois pulmões costumam ser afetados juntos. E nos casos mais graves, há também infecção dos alvéolos, sendo as estruturas responsáveis pela troca gasosa nos pulmões, e neste caso o acompanhamento médico é ainda mais importante.

Se o quadro não for revertido quando há infecção das vias respiratórias, pulmões e alvéolos, os vasos sanguíneos também poderão ser atacados. E isso acabará levando o aumento da coagulação e a formação de trombos, dificultando a passagem de sangue nos alvéolos e tornando o caso do paciente ainda mais grave.

No caso de quadro pulmonar muito grave causado pelo coronavírus, o paciente poderá ter um conjunto de indicadores como a insuficiência respiratória e a inflamação sistêmica, configurando assim na síndrome do desconforto respiratório aguda, também conhecida como ARDS.

Enfim, podemos perceber que o pulmão com coronavírus pode sofrer graves consequências. Por isso, o melhor a se fazer ainda é nos proteger para evitar a contaminação da doença: usar máscara, lavar as mãos sempre que necessário, usar álcool gel e manter o distanciamento social.

Se cada um fizer a sua parte, essa pandemia logo, logo irá passar e tudo irá se normalizar. E caso você esteja precisando de auxílio médico, não se esqueça que pelo app Sarar você encontra diversos profissionais de saúde para te auxiliar.

No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas e informações de saúde como essa. Te esperamos por aqui!

O que significa estar com o pulmão comprometido?

O coronavírus tem sido uma grande preocupação para todos, especialmente pelos seus sintomas que muitas vezes são graves e até fatais. E um deles que mais vem preocupado os médicos e os pacientes é o pulmão comprometido.

E o motivo disso é que a doença acomete principalmente o trato respiratório, invadindo as células do pulmão e fazendo com que o sistema imunológico de alguns pacientes reaja de maneira exagerada (o que então resulta em uma maior produção de citocinas) e causam uma resposta inflamatória ao vírus no organismo.

Criamos esse post para que você consiga entender sobre o assunto. Continue a leitura e saiba mais.

Entenda como funciona o pulmão comprometido

Como foi dito anteriormente, o pulmão comprometido é um dos sintomas principais do Covid-19, bem como de outras doenças respiratórias, como a pneumonia. E para que isso seja constatado e tratado, é necessário que a avaliação clínica junto à realização de exames. Veja mais abaixo.

Para que essa condição seja examinada e constada os médicos utilizam de diversos exames de imagens, como por exemplo o raio-X e a tomografia. Assim, é possível visualizar a extensão da doença da seguinte forma: a presença de partes esbranquiçadas no exame (também chamadas de vidro fosco) demonstra o quanto o organismo está lutando diante o Sars-CoV-2, prejudicando então para a respiração do paciente.

Vale ressaltar que cada resposta inflamatória irá gerar um acúmulo de líquidos e, nos alvéolos pulmonares (estes considerados estruturas finas e flexíveis) acaba fazendo com que eles se tornem mais espessos e menos flexíveis, atrapalhando as trocas de gás carbônico pelo oxigênio e formando então o “vidro fosco”, fato deixa o pulmão comprometido e prejudica a respiração.

Para entender melhor do que se trata o pulmão comprometido, vamos a um exemplo de como se comporta um paciente com a covid-19 que está com dificuldades para respirar: o paciente fica buscando pelo ar, mas a sensação é como se o ar não tivesse disponível, uma vez que o pulmão está inflamado e não possibilita que o ar consiga entrar de forma eficiente para todas as áreas. Dessa forma, o ar não chega aonde deveria e o paciente, então, fica com a sensação de falta de ar e todo o seu sistema respiratório comprometido.

Entenda a gravidade do comprometimento do pulmão

riscos do pulmão comprometido
Riscos do pulmão comprometido. | Imagem: UOL

Certamente você já ouviu falar que o pulmão comprometido é um sintoma grave e que requer tratamento breve, não é mesmo? E sim, isso é verdade e é necessário ter bastante cuidado.

E pela gravidade do sintoma, os exames tornam-se ainda mais eficazes no tratamento. Isso porque quando identificados que há entre 25% e 30% de comprometimento, indica que o paciente provavelmente terá uma recuperação melhor ou mais rápida. Mas caso o comprometimento do pulmão já tenha atingido cerca de 50%, é sinal de alerta vermelho aos profissionais de fisioterapia das UTIs.

Afinal de contas, isso indica que ele está trabalhando dobrado para se manter e o recomendado é que o paciente fique em repouso para não agravar, caso contrário a gravidade poderá aumentar ainda mais e o quadro ficar crítico e até mesmo irreversível.

Caso o paciente responda bem aos tratamentos, o quadro tende a regredir e o pulmão comprometido vai se curando aos poucos. No entanto, vale dizer que o período entre o 5º e o 7º dia após o início do tratamento é um marco importante para observação se o sintoma melhorou de fato ou se houve uma piora no estado geral daquela pessoa. Se porventura após esse período o paciente não apresentar melhora, é importante reavaliar e intensificar os tratamentos.

Conclusão

Bom, esperamos que você tenha conseguido compreender do que se trata o pulmão comprometido. Caso tenha ficado com alguma dúvida em relação a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, não se esqueça de tomar todos os cuidados necessários de acordo com a secretária de saúde para evitarmos a contaminação de coronavírus: máscara, álcool gel e evitar o distanciamento social sempre!

Se quiser ficar por dentro de outras dicas e informações de saúde como essa, não deixe de continuar acompanhando o nosso blog. Te esperamos por aqui nos próximos posts!

Consulta com psicólogo: como escolher a melhor abordagem para você?

Certamente você já ouviu falar em consulta com psicólogo, certo? Essa é uma ferramenta que, embora possua muitos preconceitos e tabus por parte da população, apresenta inúmeros benefícios quando se trata de problemas psicológicos e dificuldades emocionais, fazendo com que os indivíduos consigam se conhecer melhor, além de auxiliar no tratamento de inúmeras doenças, como: depressão, ansiedade, TOC, transtorno bipolar, TDAH e outros.

 No entanto, antes de manter sua consulta com psicólogo, é essencial que você conheça quais são as abordagens existentes a fim de escolher a que mais combina com você. E é exatamente este o propósito do nosso post de hoje: apresentar os 7 tipos de terapia para que você possa definir a que mais encaixa ao seu perfil. Vamos lá?

Tipos de terapia na consulta com psicólogo

tipos de psicoterapia - consulta com psicólogo
Saiba quais são os tipos de psicoterapia. | Imagem: Freepik

Na lista abaixo você vai ver quais são as abordagens e tipos disponíveis na psicoterapia para que você possa identificar a que mais combina com você antes de agendar sua consulta com psicólogo. Veja só:

Psicanálise

A psicanálise é considerada a primeira escola da psicoterapia e teve como precursor o médico neurologista e psiquiatra Sigmund Freud durante o século 19. Nela o psicólogo terá como objetivo auxiliar o paciente o resgate e reintegração de conteúdos que estão no seu inconscientes, desde o que já apareceram nos sonhos ou até mesmo aqueles que nunca foram acessados.

Dessa forma, o paciente poderá, a partir do contato com seu inconsciente, entender e lidar melhor com seus conflitos e vivências do presente, a fim de promover o autoconhecimento.

Para que isso seja alcançado, são utilizadas as técnicas de associação livre (onde o indivíduo é conduzido a verbalizar livremente sobre os pensamentos que invadem a sua mente, fazendo com que possa emergir fatos reveladores, os quais não eram de conhecimento consciente da própria pessoa) e as pulsões humanas, uma energia mental que contribui para a estruturação de três aparelhos psíquicos que foram debatidos por Freud: id, ego e superego.

Terapia cognitivo-comportamental

A terapia cognitivo-comportamental foi originada a partir da terapia cognitiva ou behaviorismo. O seu percursor foi o Aaron Beck, médico psiquiatra que, a partir de estudos feitos por Freud, conseguiu notar que a cognição de pensamentos e percepções do mundo estavam totalmente ligadas aos processos de adoecimento psicológico dos indivíduos.

A TCC é considerada uma abordagem diretiva e que pode ser aplicada em todos os tipos de transtornos psíquicos e psicológicos a fim de avaliar os padrões e esquemas mentais dos pacientes até chegar à sua crença central, aquelas que dão origem às suas disfunções comportamentais.

Feito isso e através de ferramentas disponíveis na terapia, o psicólogo poderá então propor uma reestruturação cognitiva ao paciente, a fim de ajudá-lo a modificar as suas crenças e assumir um novo repertório de pensamentos e comportamentos.

Análise Junguiana

A análise Junguiana foi elaborada por mais um nome muito importante para a psicanálise: Carl Gustav Jung. No entanto, ela é diferente do método clássico. Aqui os sonhos passam a ser considerados como uma personificação do inconsciente, fazendo com que a técnica da imaginação afetiva seja utilizada durante a psicoterapia.

Ou seja, o paciente será induzido a liberar suas fantasias para conhecer outros personagens que habitam em sua mente, fazendo com que possam se conhecer melhor. Para isso, a arte como: desenhos, pinturas e outras, é muito utilizada.

Behaviorismo

A psicologia comportamental, também conhecida como behaviorismo, tem como o objetivo analisar e modificar o comportamento do indivíduo. isso porque o seu fundador B. F. Skinner acreditava que as nossas ações dependem das seguintes relações funcionais: estímulo antecedente, resposta comportamental e consequência.

Para que isso seja feito, o comportamento humano passa a ser modificado a partir dos estímulos do ambiente em que estamos inseridos, fazendo com que o processo seja diretivo. O psicólogo então irá avaliar as necessidades do paciente para propor técnicas que o ajudarão a modificar seus padrões de ação que resultarão em melhorias.

Psicologia humanista

A psicologia humanista tem como propósito focar na autoestima do indivíduo. Ou seja, diferente dos outros tipos de terapia aqui apresentados, aqui o objetivo não é tratar neuroses ou identificar as causas de um problema, mas sim de proporcionar um ambiente mais acolhedor ao paciente para que ele consiga crescer e alcançar o melhor de si.

Para que isso seja atingido, um dos principais pilares da psicologia humanista é a aceitação incondicional. Isso é, o indivíduo precisará entender que ele só conseguirá mudar quando ele passar a entender e aceitar o que ele realmente é. Para entender melhor como isso funciona, tenha como exemplo a recuperação de dependentes químicos que apenas conseguem buscar tratamento quando admitem que possuem o problema.

Fenomenologia

A fenomenologia foi fundada por Edmund Husserl durante o século 19 e é considerada uma das principais abordagens terapêuticas. Ela busca entender os indivíduos como “um ser no mundo”, o qual não consegue escolher quais serão suas condições existenciais, mas que ao mesmo tempo isso não o torna passivo.

Ele tem consciência de suas intenções e responsabilidade pelo que é e faz. Com isso, o esse tipo terapêutico propõe ao indivíduo a compreensão do significado de sua existência, além de torná-lo responsável pelo seu destino, através de abordagens e atividades terapêuticas.

Terapia Gestalt

Criada pelos teóricos Fritz Perls, Laura Perls e Paul Goodman, a Gestalt-terapia tem como princípio fazer com que os indivíduos consigam criar maior consciência, a fim de evidenciar os aspectos de si que são pouco relevados e promover a aceitação de sua experiência de estar no mundo.

Através da consulta com psicólogo gestaltistas, o objetivo não é mudar os seus pacientes. Na realidade, a verdadeira intenção será incentivá-los se concentrarem em se tornarem mais conscientes de si mesmos, permanecendo presentes e contribuindo para que as coisas possam ser processadas no aqui e no agora.

Com isso, através do aumento da conscientização o paciente poderá identificar os seus bloqueios e encontrar a cura a fim de garantir o seu melhor desenvolvimento e crescimento pessoal.

Conclusão

tipos de psicoterapia - consulta com psicólogo
Consulta com psicólogo: o que você precisa saber antes de agendar. | Imagem: Freepik

E aí, conseguiu identificar qual é o tipo de psicoterapia que mais combina com você? Vale ressaltar que para definir a melhor opção você deve avaliar suas questões psicológicas e emocionais e quais são os seus objetivos.

Ah, e caso a sua queixa seja no âmbito familiar ou em um relacionamento, saiba que existem também as terapias de casal e familiar, sendo essas boas opções para resolver questões sistêmicas.

No mais, independente de qual for a sua escolha, tenha certeza que através do aplicativo Sarar você consegue encontrar bons profissionais para te atender com facilidade e economia. Clique aqui para saber mais e para agendar a sua consulta!

Se tiver ficado com alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos. Por fim, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas e informações de saúde como essa. Até a próxima!

Networking: como essa prática pode ajudar a conquistar clientes

Realizar networking é trabalhar sua rede de clientes, colegas, parceiros, trocando informações relevantes com base na colaboração e ajuda mútua.

Essa troca ajuda a construir um relacionamento duradouro e é essencial para manter uma boa reputação com o passar do tempo. 

E você? Sabe como usar estratégia a favor do seu negócio? Pensando nisso, preparamos um post para auxiliá-lo nessa tarefa. Boa leitura!

Por que o networking é importante e como colocá-lo em prática

Cada vez mais, o espírito colaborativo do networking está se infiltrando nos ambientes de trabalhos tradicionalmente competitivos. 

Nesse sentido, o advento das Tecnologias 4.0 confirma: não importa seu setor de atuação, você deve priorizar o bom relacionamento e a troca de informações com o cliente para conseguir ter um diferencial positivo e alcançar a fidelização.

Em operações intensivas em conhecimento, em que o diferencial é o serviço e atendimento prestado ao consumidor, o networking se torna essencial para conquistar clientes satisfeitos.

Porém, cuidado! Sem uma boa organização, é muito fácil de esquecer clientes que não se fazem ouvir de maneira mais incisiva, o que pode gerar falsas prioridades na sua rede. 

Por isso, existem empresas especializadas que realizam programas de rede de referência de marketing boca-a-boca estruturado, através de eventos e do desenvolvimento de conteúdos.

Assim, parceiros e colaboradores recomendam-se mutuamente gerando novas fontes de receitas.

Portanto, fique atento a parcerias para realizar o seu networking de uma forma sustentável, informativa e consistente e siga as dicas que listamos a seguir:

  • Deixe de lado a timidez e reconecte-se com clientes antigos. Fortaleça sempre a sua base, afinal, é nela que está construída a sua casa; 
  • Lembre-se: construir networking não significa apenas distribuir cartões e apertos de mão! É preciso realmente estabelecer relações e compartilhar dos mesmos interesses;
  • Escolha uma plataforma amigável aos seus clientes. Que redes sociais eles frequentam? Otimize a sua entrega de informação.

    Você pode estar postando conteúdos maravilhosos no LinkedIn, mas, se seus clientes estão em peso no Instagram, por exemplo, de nada adiantará;
  • Crie conteúdos pertinentes às necessidades específicas dos seus clientes. Dessa forma, a geração de valor por interação cresce exponencialmente.
  • Realize um mapeamento de horários com um maior fluxo de clientes nas plataformas escolhidas para suas interações;
  • Mantenha uma presença ativa nas redes. Monte uma agenda e seja consistente.

    Para isso, utilize ferramentas de postagem e agendamento de mídias sociais. Aplicativos como Promo Republic, Hootsuite, Buffer, TweetDeck e CoSchedule podem ajudá-lo (e muito!);
  • Não veja seus colegas de profissão como concorrentes. Eles fazem parte da sua rede e, em colaboração, vocês podem se beneficiar de uma maneira que sozinhos nunca conseguiriam;
  • Saiba se expressar bem em público. Entenda a hora de falar e de ouvir e evite tecer críticas a outras empresas e pessoas, por exemplo. Isso poderá afetar negativamente a sua reputação;
  • Compartilhe suas conquistas. Mostre, através das redes sociais, que você é uma pessoa que está constantemente buscando se atualizar e melhorar profissionalmente. 

Isso agregará ainda mais valor ao seu negócio ou marca. 

E então, gostou das dicas para colocar o networking em prática? Esperamos que sim! Não deixe de acompanhar nossas outras postagens do blog. Até a próxima! 

Consulta com angiologista: 10 perguntas para fazer

Em uma consulta com angiologista, são tratados problemas referentes ao sistema circulatório, o qual compreende as veias, artérias e vasos linfáticos. Esse especialista é responsável por realizar o diagnóstico de enfermidades vasculares que não necessitam de intervenções cirúrgicas. 

Geralmente, esse tipo de profissional é bastante procurado por pacientes que buscam tratamentos para varizes e vasinhos, os quais são identificados mais facilmente por serem visíveis e estarem relacionados à questão estética.

Desse modo, o angiologista poderá tratar tanto de doenças já existentes quanto indicar métodos a fim de preveni-las, como uma alimentação balanceada, uso de meias de compressão e medicações específicas, por exemplo. 

Angiologista x Cirurgião vascular: qual a diferença?

A principal diferença entre as duas especialidades está relacionada ao tipo de tratamento que realizam. O angiologista, como já dissemos anteriormente, utilizará tratamentos clínicos para cuidar de enfermidades que afetam o sistema circulatório.

O cirurgião vascular, por sua vez, poderá fazer intervenções mais invasivas, como laser, radiofrequência e cirurgias convencionais. 

Vale lembrar que nem sempre é fácil distinguir qual dos dois especialistas será o mais indicado para cada caso, uma vez que é necessária uma avaliação detalhada do quadro individual do paciente. 

Há, ainda, a possibilidade de que ambos os profissionais trabalhem em conjunto com o intuito de definir as melhores e mais eficazes soluções para a doença em questão.  

Quais os tipos de doenças tratadas pelo angiologista?

Embora os problemas mais comuns sejam as varizes, há uma infinidade de outras doenças que podem ser tratadas por um angiologista, entre elas:

  • Vasculite
  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Síndrome de Raynaud
  • Arteriosclerose
  • Linfagite
  • Fístulas arteriovenosas
  • Aneurisma arterial
  • Pé de diabético
  • Embolia pulmonar
  • Insuficiência vascular cerebral
  • Trombose venosa profunda
  • Neuropatia diabética
  • Doença venosa

Em que casos devo procurar um angiologista?

Como muitas dessas doenças não são necessariamente visíveis, é preciso ficar atento e procurar um médico ao sentir quaisquer dos sintomas elencados abaixo:

  • Dor ao caminhar;
  • Câimbras;
  • Sensação de peso nas pernas;
  • Dormência nas panturrilhas;
  • Veias com coloração azulada ou arroxeada;
  • Coceira crônica;
  • Inchaço nos tornozelos;
  • Cansaço excessivo nos membros inferiores;
  • Sensação de formigamento;
  • Sensação de queimação na planta dos pés e pernas.
  • Alteração de temperatura.

Quais perguntas devo fazer na consulta?

Sabemos que muitas dúvidas surgem frente ao diagnóstico de uma doença. Sendo assim, preparamos algumas perguntas que poderão guiá-lo no momento da consulta:

  1. Quais os tratamentos mais acessíveis para o meu caso?
  2. Em minha família há histórico de doenças vasculares. Quais precauções devo tomar?
  3. Quais hábitos posso mudar para ter mais sucesso em meu tratamento?
  4. Como meus resultados se comparam ao que é considerado “normal”?
  5. Que tipo de atividades devo evitar?
  6. Quais os gastos que terei durante o tratamento?
  7. Em quanto tempo conseguirei perceber os resultados?
  8. Ganhei peso nos últimos meses, isso pode ter alguma relação com o diagnóstico que recebi?
  9. Quais efeitos colaterais podem surgir no decorrer do tratamento?
  10. Quando deverei retornar para a próxima consulta?

Lembre-se, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, mais fácil será de evitar que a enfermidade se agrave. Não deixe de agendar sua consulta pelo aplicativo da Sarar. Nós te ajudamos a encontrar os melhores especialistas pelo melhor custo x benefício!

O que esperar de uma consulta com psiquiatra?

Por muito tempo, as pessoas acreditavam no mito de que a consulta com psiquiatra era indicada para tratar indivíduos considerados “loucos”. Com o acesso à informação que temos nos dias de hoje, foi possível quebrar esse estigma e entender melhor de que forma esse especialista atua.

Assim, se você tem dúvidas sobre como será a primeira consulta, quando deve procurar um psiquiatra e quais transtornos são tratados por ele, acompanhe o post a seguir!

O que faz um médico psiquiatra?

Um médico especialista na área da psiquiatria cuida da saúde mental de seus pacientes. Ele é responsável por realizar o diagnóstico e cuidar de disfunções como:

Transtornos de ansiedade: transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), síndrome do pânico, entre outros;
Depressão;
– Transtorno de bipolaridade;
– Transtornos alimentares: anorexia, bulimia e vigorexia;
– Esquizofrenia;
– Autismo;
– Síndrome de Burnout;
– Alzheimer;
– Déficit de atenção.

Ao identificar com precisão o problema enfrentado pelo paciente, o psiquiatra indicará o tipo de tratamento adequado a fim de resolvê-lo. Esse tratamento pode ser feito, geralmente, utilizando um destes três métodos:

– Tratamento farmacológico: em que são prescritos remédios;
– Tratamento psicoterapêutico: com o acompanhamento de um psicólogo;
– Tratamento combinado: em que é necessário unir o farmacológico e o psicoterapêutico para que se obtenha o resultado desejado.

Como é a primeira consulta com o psiquiatra?

Em primeiro lugar, o especialista irá perguntar o que levou o paciente a procurá-lo. Como as patologias tratadas pelo psiquiatra não são tão visíveis fisicamente, é preciso ser sincero e aberto para que o profissional consiga entender o quadro.

Além disso, o psiquiatra precisará investigar o histórico clínico do paciente. Para isso, poderão ser realizadas perguntas relacionadas aos seus hábitos, família, trabalho, relacionamentos pessoais e hobbies.

Ainda, é possível que sejam solicitados alguns exames físicos, pois, como se sabe, algumas doenças são fruto de desequilíbrios químicos no organismo. Os exames laboratoriais e de imagens mais indicados pelos psiquiatras são:

– dosagem de anticonvulsivantes no sangue;

– dosagem de hormônios;

– dosagem de lítio no sangue;

– eletrocardiograma;

– função hepática;

– função renal;

– glicemia de jejum;

– hemograma;

– ressonância nuclear magnética do cérebro;

– ultrassom;

– tomografia;

– testes neuropsicológicos.

Quando devo procurar por esse especialista?

Em alguns casos, pode ser que um outro profissional solicite o encaminhamento para um psiquiatra. Uma vez que algumas doenças podem apresentar sintomas físicos, como problemas digestivos, alteração de sono e falta de ar, por exemplo.

Assim, não é incomum que um clínico geral, pneumologista, neurologista, entre outros especialistas indiquem que o paciente procure um especialista em psiquiatria.

Além disso, o próprio paciente também pode ficar atento a alguns sintomas:

– Alterações de apetite: tanto a falta de vontade para se alimentar quanto o consumo de alimentos em excesso podem indicar algum problema emocional;
– Sono desregulado: quando há episódios recorrentes de insônia, por exemplo;
– Medos irracionais e excessivos que o impeçam de realizar simples tarefas cotidianas;
– Tensão muscular constante;
– Outros sintomas físicos como falta de ar, calafrios, arritmia, suor em excesso, náuseas.

Se você tem percebido alguns desses sintomas citados anteriormente, que tal agendar uma consulta com um psiquiatra? Não deixe de cuidar da sua saúde mental.

Nós podemos te ajudar, basta clicar aqui.

Dor no pulmão: o que pode ser e como agir quando sentir

É comum que muitas pessoas já tenham sentido algum tipo de desconforto ou dor no pulmão. Nem sempre essas dores podem indicar doenças graves, como câncer e pneumonia, entretanto, é sempre bom estar atento aos diferentes sintomas e procurar um médico se necessário.

Quer saber mais sobre as possíveis causas dessa dor e como agir quando sentir? Acompanhe a leitura desse post!

O que causa a dor no pulmão?

1. Crise de ansiedade

Um dos sintomas mais comuns ao se ter uma crise de ansiedade são as dores fortes no peito. Normalmente, essa sensação vem associada a outros sintomas, como dificuldade para respirar, tremores, aceleração dos batimentos cardíacos, calafrios e náuseas.

As crises de ansiedade geralmente ocorrem por conta de situações traumáticas ou de muito estresse. Assim, caso sinta esses sintomas com frequência, recomendamos que procure ajuda de um psiquiatra.

Fazer terapia e cuidar da saúde mental com o acompanhamento de um psicólogo também pode auxiliar bastante no controle das crises.

2. Pneumonia

Ocasionada pela infecção dos pulmões, a pneumonia é uma doença não contagiosa que pode derivar de uma simples gripe. Quando o paciente está com a imunidade baixa, bactérias podem penetrar o sistema respiratório com mais facilidade.

Consequentemente, há um acúmulo de secreções nos alvéolos, o que impede a entrada e saída de gases.

Entre os principais sintomas, estão a tosse com catarro, febre, dor no pulmão, fadiga e sensação de peito carregado. Para que a doença tenha um tratamento adequado, é preciso que um médico faça alguns exames, como a gasometria, a fim de obter um resultado preciso.

3. Pleurisia

A pleurisia ou pleurite nada mais é do que uma inflamação do tecido chamado pleura, o qual reveste os pulmões. Ela pode ser desencadeada pela gripe, pneumonia ou artrite reumatoide.

Portanto, ao sentir dores intensas no peito ao tossir e respirar, apresentar febre, pulso acelerado e fraqueza, procure um pneumologista ou clínico geral.

4. Embolia pulmonar

Causada pelo entupimento das artérias do pulmão, a embolia, também conhecida como trombose pulmonar, pode ser fatal se não tratada devidamente.

Isso porque a obstrução dessas veias impede que o sangue circule, causando a falência da área afetada.

Assim, é necessário atentar-se e procurar atendimento médico imediatamente caso sinta dor intensa na região torácica, falta de ar, pele e unhas azuladas, febre e tosse seca ou com sangue.

5. Asma

Acometendo mais de 20 milhões de pessoas em todo o território brasileiro, a asma é causada pela inflamação das vias aéreas. Diversos são os fatores que podem desencadeá-la, dentre eles, destacamos os ácaros, fungos, a poluição e fumaça de cigarros.

O paciente asmático pode sentir muita dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. Embora a doença não tenha cura, é possível conviver bem com ela. Para isso, o acompanhamento com o médico certo é essencial para avaliar o quadro clínico de cada paciente.

Como agir quando sentir dor no pulmão?

Ao sentir dores muito fortes ou até mesmo incessantes nos pulmões, é imprescindível a procura por ajuda médica e evitar se automedicar. Uma boa avaliação feita por um profissional pode evitar e prevenir muitos problemas futuros mais graves.

Essas dicas foram úteis para você? Então, não deixe de comentar e continuar acompanhando nossos posts!

Artrite e artrose: o que são e qual é a diferença entre as duas?

Com certeza você já ouviu dizer nas “doenças das articulações”, certo? E, embora as doenças tenham sintomas muito semelhantes, o que pode acabar causando confusão nos pacientes, a artrite e artrose possuem causas e tratamentos diferentes, portanto, precisam ser tratadas de forma adequada para que tenham resultado e garantam alívio nos pacientes.

Mas afinal, quais são as diferenças? De forma generalista, podemos dizer que a artrite é uma doença que provoca a inflamação da articulação, enquanto a artrose é uma doença que provoca a degeneração da articulação.

Criamos esse post para que você saiba, de fato, do que se trata cada uma dessas doenças e a diferença entre elas. Confira a seguir.

Entendendo a artrite e artrose: o que é uma articulação?

Antes de mais nada, é importante que você entenda o que é uma articulação, afinal, a mesma é comprometida em ambas as condições de saúde. Veja só:

A articulação refere-se a região onde há a conexão de dois ou mais ossos, como: as articulações dos joelhos, cotovelos, tornozelos, punhos, ombros, entre outros.

Vale ressaltar que as articulações ao longo do corpo não são todas iguais, podendo ser coladas por tecido fibroso ou cartilagem, por exemplo.

veja qual é a diferença entre artrite e artrose
Entendendo a diferença entre artrite e artrose. | Imagem: Freepik

O que é artrite?

A artrite é o nome dado quando há processo inflamatório em uma ou mais articulações, podendo acometer qualquer parte do corpo em que haja articulação. Os seus sintomas são diversos, mas são considerados os principais: dor, vermelhidão, inchaço e dificuldade para movimentar a articulação acometida.

Quando a doença acomete apenas uma articulação, é chamada de monoartrite. Porém, ela pode ser mais generalizada e acometer 4 ou mais articulações ao mesmo tempo, causando um desconforto ainda maior no paciente. Neste caso, chamamos de poliartrite.

A causa da artrite (seja em uma ou mais articulações) são diversas, sendo muito associada às doenças:

  • Artrite reumatoide;
  • Lúpus;
  • Freme reumática;
  • Gota;
  • Psoríase;
  • Doença de Crohn;
  • Artrite séptica;
  • Síndrome de Reiter;
  • Granulomatose de Wegener;
  • Espondilite anquilosante;
  • E outras doenças autoimunes.

Entretanto, a causa mais comum da artrite é a artrose, outra condição muito associada às articulações na qual falaremos a seguir.

O que é artrose?

A artrose, também conhecida como osteoartrite, osteoartrose e artrite degenerativa refere-se a uma artrite que ocorre pela degeneração das cartilagens das articulações. As cartilagens, por sua vez, referem-se aos tecidos que servem para amortecer os ossos.

A sua principal causa é o envelhecimento. E a justificativa é que a cartilagem vai se desgastando ao longo do tempo até que os ossos passam a ter contato um com o outro, fazendo com que os atritos se iniciem e as lesões e dores apareçam.

Portanto, existem alguns outros fatores que contribuem para seu aparecimento ou até mesmo aceleram o processo, como: genética, obesidade, diabetes e hipotireoidismo.

A artrose, diferentemente da artrite, é uma condição progressiva que não tem cura. Então quanto mais insultos sofrerem suas articulações ao longo da vida, mais cedo ela irá se manifestar e, assim que houver degeneração das articulações, não há como reverter esse quadro.

E aí, conseguiu compreender qual é a diferença entre artrite e artrose? Esperamos que sim! Caso queira encontrar um profissional competente para analisar os seus sintomas e fazer seu diagnóstico, não deixe de acessar o site da Sarar para saber como podemos te ajudar.

No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas e informações a respeito de saúde e bem-estar. Te esperamos por aqui!

Saiba quais são os sintomas de crise de ansiedade e como melhorar

A crise de ansiedade ou ataques de pânico refere-se ao momento em que os sintomas de crise de ansiedade se manifestam de forma abrupta e intensa, se caracterizando principalmente por taquicardia, respiração irregular, medo e tremores pelo corpo.

Porém, identificar os sintomas da crise, e principalmente saber como controlá-los nem sempre é tarefa fácil. E é justamente nossa função neste post: te ajudar a entender quais são os sintomas de crise de ansiedade e as formas possíveis de melhorar quando os mesmos aparecerem. Veja a seguir.

O que é crise de ansiedade?

Embora a grande maioria das pessoas possam apresentar situações de ansiedade ao longo da vida, alguma delas acabam desenvolvendo ansiedade excessiva que pode se tornar uma doença (CID 10 F41.1), conhecida como transtorno de ansiedade generalizada.

Ela acaba fazendo com que o paciente tenha crise de ansiedade, o que causa sintomas diversos que podem ser tanto físicos quanto emocionais.

Quais são os sintomas de crise de ansiedade?

Pessoas que sofrem com crises de ansiedade podem sentir sintomas diversos, sendo comum inclusive de confundir com outras doenças (como infarto e AVC). Confira abaixo quais são alguns dos principais sintomas de crise de ansiedade:

  • Palpitações;
  • Taquicardia;
  • Sensação de bolo na garganta;
  • Sudorese excessiva;
  • Tremores;
  • Falta de ar;
  • Sensação de desmaio;
  • Náuseas e/ou vômitos;
  • Desconforto abdominal;
  • Formigamentos;
  • Dor ou desconforto no peito;
  • Calafrios ou sensação de calor;
  • Despersonalização (sentir-se fora de si);
  • Sentimento de irrealidade;
  • Sensação de afogamento ou sufocação;
  • Medo de perder o controle da situação ou de enlouquecer;
  • Medo de morrer;
  • Entre outros

Como controlar os sintomas de crise de ansiedade?

Como controlar os sintomas de crise de ansiedade?
Foto por Rawpixel

Quem tem crise de ansiedade sabe que controlar os sintomas na maioria das vezes não é fácil. Portanto, se você passa por essa situação corriqueiramente ou convive com pessoas que têm episódios de sintomas de crise de ansiedade, é fundamental que você saiba quais são as maneiras de driblar esses sintomas e acalmar a mente e o corpo até que a crise de dissipe. Veja abaixo:

  1.  Desvie a atenção dos sintomas

    Esse é um dos principais fatores que faz com que as crises de ansiedade fiquem cada vez mais intensas. Quanto mais você se importar com os sintomas, mais eles parecerão maiores do que realmente são (como, por exemplo: as dores nos peitos parecerão infarto), o que fará com que você sinta cada vez mais medo e com maior impacto. Portanto, é importante que você desvie atenção dos sintomas, focando em uma atividade específica, como o controle da respiração.

  2. 2 – Diminua o ritmo da respiração

    Durante a crise de ansiedade, um dos principais sintomas que podemos notar é o aumento do ritmo da respiração. Nesses casos, é primordial que possamos inspirar e expirar de forma lenta e profunda, a fim de diminuir o estresse e fornecer mais oxigênio para o cérebro.

    Para exercitar a respiração, faça o seguinte: sempre que sentir que os sintomas de crise de ansiedade estiverem se aproximando, coloque uma mão sobre a barriga e a outra sobre o peito e comece a respirar devagar, utilizando o diafragma. Inspire pelo nariz e expire pela boca lentamente. Se sentir dúvidas sobre o movimento, assista vídeos na internet, isso ajuda bastante!

  3. Relaxe os músculos

    Durante a crise de ansiedade, é muito comum que as pessoas contraiam os músculos como forma de defesa. No entanto, essa contração acaba trazendo mais dores e desconfortos e intensificando a sensação de peso. Por isso o ideal é que, após controlar a respiração, você tente também relaxar os seus músculos voltando sua atenção a eles.

    Comece pela cabeça e vá passando para as áreas mais afetadas pelo estresse e ansiedade, como: maxilar, boca, nuca e ombros, buscando aliviar a musculatura no geral.

  4. Se distraia

    Durante a crise de ansiedade é comum que a pessoa fique pensando em várias coisas ao mesmo tempo, o que gera uma sobrecarga emocional.

    Para evitar isso, é importante diminuir o ritmo do pensamento, criando situações externas a ele. Tente conversar com pessoas que você gosta sobre assuntos diversos de seu interesse ou, caso esteja sozinho, tente contar de 1 a 10 repetidas vezes, cantar alguma música, recitar uma história, fazer listas ou qualquer outra atividade mental que possa te livrar desse problema.

  5. Use a imaginação guiada

    A imaginação guiada é mais uma forma muito eficaz de driblar os sintomas de crise de ansiedade. Para isso, pense que você está em um lugar que você se sente em paz e relaxado. Aos poucos, vá adicionando detalhes à cena, fazendo com que sua mente dê asas à imaginação.

    Essa atividade é muito eficaz para desligar a sua mente e fazer com que você relaxe e a crise de ansiedade vá diminuindo.

E aí, conseguiu entender do que se trata a crise de ansiedade e o que se deve fazer para reduzir os sintomas? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, se precisar de auxílio profissional para te ajudar no tratamento da ansiedade ou qualquer outro transtorno psíquico, não tenha dúvidas que através do app Sarar você encontrará excelentes profissionais com um custo x benefício surpreendente. Basta acessar o nosso site para conferir.

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Depressão, ansiedade e estresse: saiba identificar e diferenciar os sintomas

Uma coisa é fato: a depressão, ansiedade e estresse muitas vezes podem causar sintomas semelhantes. Saber como identificá-los e, sobretudo, diferenciá-los poderá fazer com que você entenda o que está sentindo para encontrar os melhores profissionais para te auxiliar. Confira a seguir.

Identificando e diferenciando a depressão, ansiedade e estresse

Veja a seguir as principais características das crises de depressão, ansiedade e estresse para que você saiba como identificá-las e diferenciá-las:

Estresse

O estresse refere-se à resposta do nosso corpo a algum acontecimento traumático, que pode ocorrer apenas uma vez ou sucessivas vezes (se o que ocasionou tiver gerado emoções muito intensas, a memória permanecerá suscitando a reação do corpo por algum tempo).

Ele também aparece quando algo inconveniente se repete por muito tempo, sendo necessário que nosso sistema psicossomático se exponha a uma condição que demanda uma porção extra para manter tudo sob controle, sem que haja tempo suficiente para descansar e recuperar as energias.

Em resumo, o estresse baseia-se a uma condição física ou emocional que pode ocorrer em situações pontuais, como quando perdemos alguém (em caso de morte, separação conjugal ou desemprego) ou quando você fica exposto a situações que te causam cansaço físico e/ou emocional por longo período, sendo capaz de medir quando e o que te causou aqueles sintomas.

São sintomas comuns de uma crise de estresse: dor de cabeça, gastrite, diarreia ou constipação, náuseas ou tonturas, perda da libido, sudorese excessiva, problemas dermatológicos e imunidade baixa.

Ansiedade

Já a ansiedade não pode ser considerada a resposta do organismo a um evento traumático ou inconveniente, como acontece na crise de estresse. Diferente disso, a ansiedade baseia-se a um estado de vigilância e atenção, onde a pessoa assume uma postura preventiva frente a uma situação real ou imaginária de risco.

Pode ser considerada algo abstrato, mas por fazer parte do campo das atitudes, ela não consegue ser controlada apenas pelo campo da razão, fazendo com que frequentemente seu gatilho seja disparado para os outros sentidos do corpo (visão, audição e outros), despertados por sentimentos como o medo e a raiva.

São sintomas comuns de uma crise de ansiedade: palpitação, sensação de garganta fechada (ou “bolo na garganta”), sudorese excessiva, tremores, falta de ar, sensação de desmaio, náusea, vômito e/ou desconforto abdominal, formigamentos, preocupação excessiva, dor ou desconforto no peito e outros.

Depressão

Por fim, a depressão é bem diferente do que vimos até aqui. Ela é considerada uma doença psíquica marcada pelo transtorno de humor, em que a emoção passa a controlar a pessoa e a razão não manda em mais nada. Nesse caso, a pessoa passa a vislumbrar perspectivas de vida sombrias e/ou pessimistas, deixando que a tristeza e o desânimo tomem conta.

Em muitas vezes, a depressão é acompanhada por diversos sintomas físicos, apatia e até mesmo pensamentos suicidas, sendo indispensável o acompanhamento profissional e tratamentos direcionados para reversão do caso.

São sintomas comuns da depressão: tristeza, humor deprimido, perda de interesse, mudança de apetite, ganho ou perda de peso, insônia, dormir em excesso, perda de energia, fadiga acentuada, movimentos físicos sem sentido, dificuldades para raciocinar, pensamentos de morte ou suicídio, irritabilidade, ansiedade e/ou angústia, medo excessivo, diminuição da libido, dores no corpo, azia, indigestão, diarreia e/ou prisão de ventre, entre outros.

Bom, agora que você já sabe do que se trata a depressão, ansiedade e estresse e as principais características que os diferencia, é hora de ir em busca de uma ajuda profissional para que seu quadro possa ser diagnosticado e o melhor tratamento seja iniciado.

Lembre-se de que tanto o estresse acumulado, quanto a ansiedade e a depressão requerem cuidado especial para que o quadro não se agrave, evitando que você tenha comprometimento no seu quadro de saúde e bem-estar geral.

O psiquiatra é o profissional responsável para te avaliar e te direcionar para os melhores tratamentos. Agende uma consulta agora mesmo pelo app Sarar com facilidade, segurança e excelente custo x benefício. Basta acessar www.sarar.com.br e conhecer nossas condições!

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