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Quando levar o bebê com peito chiando ao pediatra?

Também conhecido como Síndrome do Bebê Chiador, a doença que acontece no bebê com peito chiando, na realidade, se chama Lactente Sibilante, e tem como sintomas chiado no peito e tosse frequente.

A doença ataca crianças na faixa etária equivalente a três anos de vida. E a procura pelo médico deve se dar quando costuma ser constante em um período de tempo equivalente a 2 meses.

Este barulho que tanto preocupa as mães pode estar relacionado a outros sintomas como tosse, coriza, obstrução nasal, falta de ar ou cansaço. As causas são a asma, bronquite, infecções virais, doença do refluxo gastroesofágico e malformações.

Em casos mais raros, os sons sibilantes de um bebê podem indicar a presença de uma doença crônica ou congênita, como a fibrose cística. Também pode ser pneumonia ou coqueluche. Se a criança, com menos de seis meses, tiver febre alta leve-o ao pediatra.

Mantenha a limpeza

Muitos são as aspectos associados à piora da sibilância, mas talvez o pior deles está no hábito prejudicial da mãe que fumou durante a gestação. E, também, lactentes expostas a vírus respiratórios, poluentes domiciliares como ácaros, fungos, baratas e peles de animais.

O aleitamento materno até os dois anos é o melhor fator de proteção, assim como ter sempre em dia o calendário das vacinas. Para que o bebê melhore, é preciso manter a higiene da casa, incluindo chão e mobílias; combater o mofo de paredes, armários e azulejos. Colocar uma capa antiácaros no colchão e travesseiro também é vantajoso e ajuda bastante.

Tratamento para bebê com peito chiando

O melhor tratamento é ainda a prevenção das crises. Tente manter o bebê em locais ventilados, sem aglomerações, ofereça uma alimentação equilibrada, com vegetais, frutas, peixes e grãos, reduzindo o açúcar e os alimentos processados.

A fisioterapia respiratória com a finalidade de remover a secreção pulmonar é recomendado para a síndrome. A mãe pode realizar o tratamento, feito, é claro, por um profissional da área, semanalmente, ou sempre que a crise aparecer. O tratamento é designado pelo pediatra e inclui o uso de medicamentos inalatórios, como corticoides ou broncodilatadores.

Sempre útil ter em casa

Para a mãe que enfrenta o problema é sempre útil ter em casa os seguintes equipamentos: umidificador para hidratar a ar; seringa de bulbo, para ajudar a sugar o muco das vias aéreas; nebulizador e soro fisiológico.

Dor de cabeça constante: descubra o que pode ser!

A dor de cabeça costuma ser um verdadeiro inferno para quem sofre com ela. Chega a qualquer momento, causa incômodo, enjoos frequentes, incapacitando para as ações da vida comum e o trabalho.

Tais dores costumam ser desencadeadas por fatores ambientais ou de estilo de vida, como estresse, mudanças no clima, cafeína ou falta de sono, níveis flutuantes de hormônio, especialmente entre meninos durante a puberdade e mulheres, pular refeições, luzes brilhantes ou fortes, flutuações na pressão atmosférica devido à mudança do tempo e consumo de álcool. O uso excessivo de analgésicos também é outra causa, também chamada de dor de cabeça de rebote.

As principais causas da dor de cabeça

  • Falta de sono
  • Uso de óculos com grau incorreto
  • Exposição a ruídos altos
  • Adereços apertados na cabeça
  • Estreitamento dos músculos da cabeça e pescoço, criando tensão e dor
  • Estimulação do nervo trigêmeo, encontrado em seu rosto. A ativação pode causar dor atrás dos olhos, nariz entupido e vermelhidão nos olhos
  • Alterações nos níveis de certos hormônios, como serotonino e estrogênio
  • Genética

A dor de cabeça, ou mais conhecida pelo termo cefaléia crônica diária, inlcui diferentes dores que podem ser de tensão (como se colocasse uma faixa de aperto em volta da sua cabeça); enxaqueca (latejante, podendo ocorrer em um ou ambos os lados da cabeça) e cefaleias em salvas (acontecem por semanas ou meses, causando dor forte em um lado da cabeça).

Quando é preciso procurar um médico?

Por mais comuns que possam parecer, às vezes, você deve marcar uma consulta com seu médico, analisar os sintomas e colocar em prática um tratamento eficaz. E isto deve ser feito nas seguintes situações:

  • Três ou mais dores de cabeça em apenas uma semama
  • Quando os analgésicos não fazem mais efeito
  • Esforço físico ou atividades extenuantes causam dores de cabeça
  • Sintoma de derrame ou meningite, infecção, febre alta, náuseas ou vômitos
  • Problemas neurológicos, tais como confusão, dormência, problemas de coordenação, caminhada, fala ou ferimento na cabeça.

E qual é o tratamento para dor de cabeça?

Se as dores de cabeça forem causadas por uma doença, é provável que desapareçam assim que for tratada. No entanto, se o caso não for grave, podem ser tratadas com medicamentos sem prescrição, como aspirina, paracetamol (Tylenol) ou ibuprofeno (Advil).

Os naturais, tais como magnésio e Vitamina b12, ervas e suplementos. Se não funcionarem, existem ainda o Biofeedback ( técnica de relaxamento); terapia cognitivo-comportamental, acupuntura, exercícios leves a moderados.

Como prevenir?

Existem algumas formas de prevenir a dor de cabeça, algumas delas são:

  • Evite o consumo excessivo de cafeína
  • Limite a cafeína a duas a três xícaras por dia (ou nenhuma) pode ajudar
  • Durma o suficiente
  • Faça uso das terapias manuais, incluindo massagens e manipulações quiropráticas
  • Pratique exercícios regularmente.

Lembre-se: as informações que passamos aqui podem te ajudar, mas, caso a dor de cabeça persista, o ideal é procurar um médico para se consultar! 

Tosse seca: o que pode ser e quando procurar um médico?

A tosse seca ou não é um sinal de que seu corpo não anda bem. É uma espécie de resposta, alerta para problemas de gripe ou alergia. Para ser mais específico, é um reflexo do organismo, uma tentativa de expulsar os vírus, fungos e partículas de poeira, fuligem ou outro material alérgico de dentro de suas vias respiratórias, composta por nariz, garganta, laringe e pulmões.

A tosse seca é aquela que não apresenta muco ou secreção e fica cada vez mais intensa, em especial pela parte da noite. A sensação é de sufocamento, como se algo estivesse entalado na sua garganta, trancando sua respiração. Se este sintoma persistir por mais de três semanas é hora de procurar um médico especialista com urgência. Não espere.

Outras causas da tosse seca?

Além de gripe, resfriado ou alergia, a tosse seca pode ter outras causas tais como refluxo do suco gástrico do estômago (causando danos ao esôfago, chegando à laringe), e o tabagismo. Neste último caso, o calor da fumaça e as substâncias químicas provocam uma grande irritação das vias aéreas.

Outras causas da tosse seca são:

  • Tuberculose: A tosse persistente por mais de três semanas é um dos sinais da tuberculose.
  • Pneumonia: A tosse pode ser de curta duração, mas, em alguns casos, pode ser prolongada, representando uma infecção pulmonar causada por vírus, bactérias ou fungos.
  • Resfriados: Estes casos iniciam com sintomas de coriza, febre, dor de garganta. A tosse pode durar por semanas.

Além dessas, outras doenças que podem levar à tosse são: doenças do coração; rinite; asma; DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica); câncer.

Quando se consultar com um médico?

Você deverá consultar um médico quando tiver os seguintes sintomas:

  • Falta de ar
  • Febre alta ou prolongada
  • Asfixia
  • Tossindo sangue ou catarro sangrento
  • Fraqueza, fadiga
  • Perda de apetite
  • Respiração ofegante
  • Dor no peito quando você não está tossindo
  • Suor noturno
  • Piora do inchaço nas pernas

O que fazer para melhorar a tosse seca?

Os medicamentos são usados quando a doença é uma condição aguda, causando desconforto. Especialistas alertam para os perigos dos remédios de venda livre, exceto redutores de febre e analgésicos, para tratar tosses e resfriados em crianças menores de 6 anos de idade.

Existem algumas dicas para aliviar o desconforto tais como uma colher de chá de mel (menos para crianças menores de 1 ano de idade, porque pode conter bactérias); hidrate o ar; use um umidificador de vapor frio ou tome um banho de vapor.

Beba líquidos, pois ajuda a diluir o muco na garganta. O caldo de chá ou suco de limão podem acalmar a garganta. Evite a fumaça do tabaco. Fumar ou respirar o fumo passivo pode piorar a tosse.

Doenças pulmonares: qual é o médico especialista?

Se você apresentar tosse (seca ou não), falta de ar ou outros sintomas, como cansaço sem esforço, roncos, rouquidão, dor ou chiado no peito, e infecções respiratórias frequentes, chegou a hora de você consultar um pneumologista, pois esses são sintomas de doenças pulmonares.

No entanto, existem algumas doenças de curta duração que acabam afetando seus pulmões, como a gripe ou a pneumonia. Nestes casos é possível receber todos os cuidados de um médico generalista.

O pneumologista estuda o sistema respiratório e as doenças que afetam boca e nariz; seios da face; garganta (faringe); caixa de voz (laringe); traqueia; brônquios; bronquíolos; alvéolos e diafragma. Alguns podem se especializar em pacientes mais jovens ou mais velhos.

Doenças que eles tratam

Certos pneumologistas acabam tratando doenças bem específicas, como asma, fibrose pulmonar e DPOC (enfisema e a bronquite crônica). As lesões geralmente são irreversíveis e os sintomas incluem falta de ar, sibilos ou tosse crônica. Para minimizar danos maiores são utilizados inaladores e esteroides. Mas não é somente estas enfermidades que estes médicos tratam, existem outras tais como:

  • Bronquiectasia: danifica as vias aéreas, fazendo com que se dilatem e se tornem flácidas ou com cicatrizes;
  • Pneumonia;
  • Covid-19 que causa problemas respiratórios graves;
  • Câncer;
  • Tuberculose: infecção bacteriana dos pulmões;
  • Hipertensão pulmonar: ou pressão alta nas artérias dos pulmões;
  • Doença pulmonar intersticial: causam cicatrizes e enrijecem o órgão;
  • Apneia obstrutiva do sono: pausas repetidas na respiração

Para descobrir qual a doença pulmonar específica que o paciente desenvolveu os pneumologistas usam vários testes como exame de sangue, broncoscopia (utilização de tubo fino e flexível com uma câmera na extremidade para ver o interior dos pulmões e das vias respiratórias), raio X, tomografia computadorizada e espirometria (testa o funcionamento de seus pulmões, medindo com que dificuldade você consegue inspirar e expirar o ar).

O especialista está apto a realizar procedimentos especiais como higiene pulmonar, ablação das vias aéreas, biópsia e broncoscopia. E para que fazer testes? Isto porque às vezes, os sinais são mal interpretados e o paciente acaba se confundindo, atribuindo a causas diversas e diagnósticos que não estão corretos.

É exatamente por isto que os especialistas da área devem ser acionados. Para que seja feita uma boa investigação dos sintomas relacionados à função respiratória e outras queixas torácicas. Desta forma, a avaliação clínica e o pedido de exames complementares serão eficientes.

Casos de doenças pulmonares no mundo inteiro

Relatório do Fórum das Sociedades Respiratórias Internacionais (FIRS) relacionam as doenças pulmonares com fatores do meio ambiente. A fumaça do tabaco, a poluição do ar em ambientes fechados devido à queima de combustíveis, a poluição do ar por trânsito e as fontes industriais são destacadas como causas principais no desenvolvimento das enfermidades.

A Organização Mundial da Saúde adverte a necessidade da prevenção. Evite respirar ar insalubre, reduza o consumo de tabaco e a exposição passiva ao fumo. Mantenha uma nutrição apropriada e atividades físicas. O fortalecimento de programas de imunização infantil e maior disponibilidade de vacina pneumocócica conjugada devem ser prioridade em países de baixa renda.

Trombofilia na gravidez: quais são os principais cuidados

Você sabe o que é a trombofilia? Esta é uma doença que se manifesta em mulheres grávidas. O sangue forma coágulos, entupindo a circulação dos vasos sanguíneos.

Esta anormalidade requer muita atenção médica e tratamento especial durante os nove meses de gestação. As complicações variam de uma trombose nas pernas e outros membros, com inchaço, vermelhidão, dores, dilatação das veias, até complicações como embolia pulmonar, levando o óbito na mulher.

A trombofilia na gravidez pode levar a abortos precoces, morte fetal e prematuridade. Isto acontece porque mesmo quando o óvulo fecundado se fixa na parede uterina, o feto não consegue se desenvolver plenamente.

Inclusive, quando a doença ocorre em gestantes, um dos sinais mais visíveis é o crescimento anormal da barriga, que cresce pouco.

A doença causa a oclusão dos vasos, responsáveis pela formação da placenta, dificultando a passagem dos nutrientes. Já com a mãe, uma das complicações que mais precisam ser levadas a sério é a embolia pulmonar (para quem não sabe, quando as artérias do pulmão ficam obstruídas), podendo causar a morte.

Cuidados especiais

Para diminuir a prevalência da enfermidade, é preciso identificar o mais rápido possível os fatores de risco. O ideal é realizar testes laboratoriais simples, confiáveis e baratos, pois o diagnóstico precoce favorece melhores resultados. O exame pode ser solicitado para mulheres com histórico familiar e a partir de três abortos espontâneos.

O teste é realizado por meio de exame de sangue, capaz de identificar mutações genéticas em relação à coagulação sanguínea. Recomenda-se que a mulher faça uma avaliação diretamente com o cirurgião vascular e, em caso positivo, o tratamento precisa ser iniciado o mais rápido possível com a administração de anticoagulantes.

Estes medicamentos restabelecem a coagulação sanguínea adequada e ajudam a evitar a trombose. A prescrição é feita de acordo com as características de cada quadro. O tratamento é ajustado para a gravidez e mantido até 24 horas antes do parto. Após o nascimento do bebê, a administração é reiniciada.

Grupo de risco da trombofilia

Correm mais riscos mulheres com obesidade, sedentárias, cadeirantes e fumantes. Especialistas recomendam o uso de meias elásticas de média compressão para estimular a circulação sanguínea e evitar a formação de trombos.

Se possível, em viagem de avião, evitar trajetos com mais de quatro horas. Outro cuidado importante e que pode ser adotado é um acompanhamento médico no pré-natal de forma assídua e rigorosa.

Para as gestantes, ou aquelas que estão tentando engravidar, os obstetras fornecem o respaldo inicial, mas, dependendo dos riscos apresentados, o ideal é fazer o acompanhamento multidisciplinar.

Estudiosos reforçam que nem todas as mulheres com trombofilia chegarão a apresentar trombose durante a gravidez, mesmo assim a condição deve ser acompanhada bem de perto.

Dengue, Zika e Chikungunya: saiba como diferenciar os sintomas

Você é capaz de diferenciar as características da Dengue, Zika e Chikungunya? Em comum, todas são transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, visualmente reconhecido por ter em média menos de 1 centímetro de tamanho, escuro e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo.

Perigosas e podendo levar à morte, a Dengue provoca febre aguda. A grande maioria dos pacientes se recupera, mas uma pequena parte progride para doença grave. O risco de gravidade e morte aumenta quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão, mesmo tratada.

O Zica vírus ficou conhecido em todo o país ao provocar o nascimento de bebês com microcefalia (cabeça menor do que a média para a sua idade e sexo).

Por outro lado, a febre Chikungunya pode causar sequelas como dores crônicas nas juntas por longo período de tempo. Para estabelecer se o paciente está com Zika, Dengue ou Chikungunya, além de examinar os sintomas, o médico pode solicitar exames para confirmar o diagnóstico. Saiba mais sobre cada uma delas a seguir!

Dengue

A dengue é uma doença viral transmitida por mosquito que se espalha mais rapidamente no mundo e dissemina-se especialmente nos países tropicais e subtropicais, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti e Aedes albopictus. Dengue é uma doença febril grave causada por um arbovírus.

Existem quatro tipos de vírus de dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). Cada pessoa pode ter os 4 sorotipos da doença, mas a infecção por um deles gera imunidade. Não há transmissão da mulher grávida para o feto, e a infecção pode levar a mãe a abortar ou ter um parto prematuro, além da gestante estar mais exposta para desenvolver o quadro grave.

Quais são os sintomas da dengue?

Entre os sintomas da dengue, incluem-se:

  • Manchas vermelhas no corpo
  • Dor de cabeça
  • Falta de apetite
  • Mal estar
  • Febre alta
  • Vômitos persistentes
  • Sangramento de mucosa ou outra hemorragia
  • Aumento progressivo do hematócrito
  • Queda abrupta das plaquetas
  • Dores musculares intensas
  • Dor abdominal intensa e contínua, ou dor à palpação do abdome
  • Dor ao movimentar os olhos

Qual é o tratamento da dengue?

O tratamento da dengue é bem simples:

  • Fazer repouso
  • Ingerir bastante líquido
  • Hidratação por via oral ou intravenosa

Zika vírus

Um pouco diferente da dengue, o Zika vírus provoca o desenvolvimento de complicações neurológicas, como encefalites, Síndrome de Guillain Barré e outras doenças neurológicas. Uma das principais complicações é a microcefalia.

Quais são os sintomas do Zika vírus?

Alguns dos sintomas mais comuns são:

  • Manchas vermelhas em todo o corpo com muita coceira depois de alguns dias
  • Mialgia e dor de cabeça
  • Dores pelo corpo e nas juntas
  • Febre baixa
  • Conjuntivite

Como é o tratamento?

O tratamento do Zika vírus, assim como o da dengue, não é algo muito complexo. Porém, ele envolve o uso de analgésicos e antitérmicos.

Chikungunya

Em se tratando de Chikungunya, a dor articular está presente em 70% a 100% dos casos, é intensa e afeta principalmente pés e mãos (geralmente tornozelos e pulsos).

O nome significa aqueles que se dobram em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. A palavra refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953.

Mães com Febre de Chikungunya no período perinatal podem transmitir o vírus aos nascidos por via vertical, com taxa de transmissão de até 85%, ocasionando formas graves em cerca de 90% dos neonatos

Sintomas da Chikungunya

Depois de saber os sintomas da dengue e do Zika vírus, vamos aos da Chikungunya:

  • Manchas vermelhas ou dores pelo corpo
  • Dores pelo corpo e nas juntas (joelhos, cotovelos, tornozelos)
  • Mal estar
  • Dor de cabeça
  • Febre

E o tratamento?

Assim como no Zika vírus, o uso de analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar febre e dores também é recomendado quando uma pessoa é infectada com o Chikungunya.

Elimine o mosquito da Dengue, Zika e Chikungunya

Eliminar o mosquito transmissor destas doenças é fundamental, ainda mais em um país tropical como o Brasil. O Aedes costuma ter sua circulação intensificada no verão, em virtude da combinação da temperatura mais quente e chuvas.

Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação busca eliminar esses possíveis criadouros, impedindo o nascimento do mosquito.

Os depósitos preferenciais do mosquito para depositar seus ovos são recipientes domiciliares com água parada. Os principais exemplos são pneus, latas, vidros, cacos de garrafa, pratos de vasos, caixas d’água ou outros reservatórios mal tampados, entre outros.

Insolação: qual médico procurar para tratar?

Um grande problema para quem tem, em especial, a pele muito branca é se expor por várias horas ao sol e pegar uma insolação.

Normalmente isto acontece em ambientes muito quentes ou em situações que provoquem aumento rápido da temperatura corporal. Por exemplo, não passar protetor solar (na praia, clube ou piscina), praticar atividades extenuantes, usar excesso de roupas no calor e ficar sem se hidratar por muito tempo.

Em casos graves é necessário procurar atendimento médico de emergência. Ou seja, qualquer clínico em pronto-socorro poderá prestar o atendimento. O melhor é levar a pessoa imediatamente ao hospital ou solicitar apoio de urgência e emergência (SAMU 192).

A insolação causa sintomas que vão aparecendo aos poucos. Os primeiros sinais são dores de cabeça, tontura, náusea, pele quente e seca, pulso rápido, temperatura elevada, distúrbios visuais e confusão mental.

Até a chegada de um médico e dos primeiros socorros, algumas medidas podem ser tomadas para ajudar a baixar a temperatura corporal, lenta e gradativamente.

O que fazer com uma pessoa com insolação?

  1. Remova a pessoa para um local fresco, à sombra e ventilado e retire o máximo de peças de roupas;
  2. Se estiver consciente, deverá ser mantida em repouso e recostada (cabeça elevada);
  3. Ofereça bastante água fria ou gelada ou qualquer líquido não alcoólico;
  4. Aplique compressas de água fria na testa, pescoço, axilas e virilhas;
  5. Tão logo seja possível, a pessoa deverá ser imersa em banho frio ou envolta em panos ou roupas encharcadas.

O diagnóstico da insolação é basicamente clínico. O profissional de saúde poderá pedir exames detalhados para averiguar o nível da insolação e comprometimento de algum órgão.

Os exames mais usados são o hemograma, urina, testes de função muscular e de imagem. Quando levados para a unidade de terapia intensiva (UTI), os pacientes com insolação podem ter pressão arterial baixa e não respirar adequadamente; portanto, um tubo e um soro intravenoso são geralmente usados.

Para casos muito graves, um dispositivo conhecido como resfriador endovascular é inserido no vaso sanguíneo da coxa, de modo muito semelhante à diálise, para resfriar o sangue.

Outro método é deixar correr água por meio de um tubo inserido pelo nariz até o estômago ou cirurgicamente para resfriar o corpo.

Danos para a saúde

A insolação pode causar convulsões, lesões cerebrais e problemas no fígado, rins e circulação. Também pode afetar a capacidade de coagulação do sangue.

Quando o corpo está muito desidratado, a pressão arterial cai à medida que os vasos se dilatam e os rins não fornecem oxigênio suficiente. Sem tratamento imediato, as chances de óbito são altas ou as pessoas ficam com sequelas irreversíveis. Além disso, os rins podem ficar comprometidos.

Com tantos danos, a principal dica que podemos dar é: previna-se! Evite permanecer sob o sol entre às 10h e às 16h e ficar muito tempo no carro em dias de sol, use roupas leves e protetor solar, beba muitos líquidos e consuma alimentos leves, como frutas e verduras.

Como saber se você corre o risco de ter doenças hereditárias?

Doenças hereditárias são comuns. Inclusive, um bom exemplo foi o caso da atriz norte-americana Angelina Jolie, que retirou os seios ao pesquisar sobre as probabilidades de ter câncer de mama, assim como sua mãe. Pois uma predisposição aumentada a ter uma doença específica também é chamada de suscetibilidade genética, geralmente herdada de um dos nossos pais.

As variações genéticas são baseadas em probabilidades, pequenas ou grandes, conforme o caso. Por exemplo, certas mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2 aumentam o risco de uma pessoa desenvolver câncer de mama e de ovário, caso da atriz norte-americana.

Variações em outros genes, como BARD1 e BRIP1, também aumentam o risco de surgimento do tumor nos seios, mas, neste caso, os riscos são bem menores.

Embora a composição genética de uma pessoa não possa ser alterada, infelizmente, algumas modificações ambientais e de estilo de vida (como exames de doenças mais frequentes e manutenção de um peso saudável) podem sim reduzir o risco de doenças hereditárias em pessoas com predisposição genética.

Além do câncer de mama, diabetes tipo 2, câncer de próstata e doenças cardíacas são conhecidas por terem um forte componente, além de Doença de Huntington, Mal de Alzheimer, Síndrome de Down, Síndrome de Lynch e Fibrose Cística.

Como saber se há predisposição às doenças hereditárias?

Para saber sobre predisposição à doenças hereditárias, existe no mercado os testes de DNA, em geral, feitos a partir de amostras de sangue. Eles podem estipular as probabilidades de aparecimento de mais de 2,2 mil doenças genéticas hereditárias.

O recurso está disponível para pacientes em laboratórios e clínicas. Porém, entidades de pesquisa alertam que os resultados não dão 100% de certeza, podendo apontar positivos, não informativos, negativos e variações com significados incertos. Médicos reforçam que a requisição errônea de testes e interpretação equivocada de resultados podem trazer ainda mais problemas.

Como evitar as doenças hereditárias?

Seu DNA não precisa determinar seu futuro se você considerar tomar algumas medidas para ajudar a diminuir suas chances de desenvolver determinadas doenças. Isto porque os genes interagem com o seu ambiente.

Logo, existem coisas, ações e iniciativas que podem ser feitas para amenizar os riscos, pois os testes atuam no diagnóstico, e não na prevenção.

Dieta baseada em vegetais

Pesquisadores analisaram mais de 450 mil adultos e descobriram que aqueles que seguiram uma dieta que era 70% baseada em vegetais tinham um risco 20% menor de morrer de doenças cardíacas ou derrame do que aqueles cujas dietas eram centradas em carne e laticínios.

Exercite-se

A American Heart Association recomenda 150 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada (como caminhada rápida) a cada semana, ou 75 minutos de atividade aeróbica de intensidade vigorosa como corrida para evitar doenças hereditárias.

Bons números

Para a melhor proteção da saúde contra doenças hereditárias cardíacas e derrame cerebral, seu LDL (colesterol “ruim”) deve ser inferior a 100, seu IMC deve ser inferior a 25, sua pressão arterial deve ser 120/80 ou inferior e sua circunferência abdominal deve ser inferior a 35 polegadas se você for uma mulher e menos de 40 polegadas se você for um homem.

E mais: perca um pouco de peso, limite seu tempo sentado, atualize todos os seus testes de saúde cardíaca e de diabetes tipo 2, e consulte seu médico mantendo sempre a sua medicação.

Poliomielite: quais são as causas e como prevenir?

Você sabia que a poliomielite foi reconhecida pela primeira vez por Jakob Heine, em 1840, e, que seu agente causador, o poliovírus, identificado em 1908 por Karl Landsteiner?

Sem dúvida, esta foi uma das doenças infantis mais temidas do século 20, causando deficiências físicas (paralisia) em milhares de pessoas, especialmente crianças, na Europa e nos Estados Unidos.

Por volta de 1910, grande parte do mundo sofreu um aumento dramático dos casos, incentivando uma corrida contra o tempo em busca da vacina. A medicação foi desenvolvida anos após, na década de 1950, reduzindo o número global dos casos. Em agosto de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou ao mundo a quase erradicação global da doença.

Causas da poliomielite

A poliomielite causa infecção por meio do poliovírus, que coloniza o trato gastrointestinal. O tempo de incubação (até os primeiros sinais e sintomas) varia de três a 35 dias, sendo mais comuns os períodos de seis a 20 dias. O agente patógeno (PV) causa doença somente em humanos. Os cientistas identificaram três sorotipos: tipo 1 (PV1), tipo 2 (PV2) e tipo 3 (PV3). O primeiro é a forma mais comumente encontrada e associada à paralisia.

O poliovírus pode ser transmitido por contato direto com alguém infectado, ou, menos comumente, pela água e alimentos contaminados. Pessoas portadoras também podem espalhar a doença pelas fezes ou pela boca de pessoas doentes, pois a falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal são fatores que favorecem a transmissão.

A poliomielite afeta principalmente crianças menores de 5 anos, no entanto, indivíduos de todas as faixas etárias que não tenham sido vacinados correm o riso de pegar a infecção. Em casos de complicações acabam causando a paralisia muscular temporária ou permanente, invalidez, deformidades ósseas e a morte.

Saiba como se prevenir

A forma mais eficaz de prevenir a poliomielite é a vacinação. A maioria das crianças nos Estados Unidos recebe quatro doses do medicamento, nas idades de dois meses de vida, quatro meses, entre 6 e 18 meses, 4 e 6 anos.

No Brasil, existem estratégias diferenciadas para crianças de 1 a 5 anos de idade. Dependendo do esquema vacinal registrado na caderneta, poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP) ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP).

A vacina é segura para pessoas com sistema imunológico enfraquecido, embora não seja certo quão protetora a vacina é em casos de deficiência imunológica grave. Os efeitos colaterais comuns são dor e vermelhidão no local da injeção.

A VPI pode causar uma reação alérgica em algumas pessoas. Como a vacina contém traços de antibióticos estreptomicina, polimixina B e neomicina, ela não deve ser administrada a ninguém que tenha reagido a esses medicamentos.

Os sinais e sintomas de uma reação alérgica geralmente ocorrem dentro de minutos a algumas horas após a injeção, causando dificuldade ao respirar, fraqueza, rouquidão ou respiração ofegante, frequência cardíaca rápida, urticária e tontura.

Lembrando que uma única dose de reforço de IPV dura a vida toda. Os adultos em risco incluem aqueles que viajam para partes do mundo onde a doença ainda ocorre.

Saiba como identificar e diferenciar as doenças de pele

Como maior órgão do corpo humano, existem centenas de doenças que afetam a nossa pele. As mais comuns podem ter sintomas semelhantes, por isso é importante entender as possíveis diferenças.

Ao notar algo de diferente é necessário consultar um dermatologista para diagnosticar e tratar qualquer anormalidade. Desta forma não somente sua aparência, mas também seu estilo de vida não irão sofrer mudanças. Existem várias doenças de pele, e algumas podem ser separadas por tipo.

Conheça as principais doenças de pele

Alguns problemas de pele duram por muito tempo, quase toda a vida. Podem começar na infância e se prolongar na idade adulta. Em determinados casos, a condição não é visível e nem sempre está presente, mas costuma piorar em determinados momentos.

Dermatite seborreica

dermatite seborreica

Em bebês, isso é muito comum e provocam manchas oleosas e escamosas da pele, mais comumente no couro cabeludo. É inofensivo e geralmente desaparece por conta própria.

Em adultos, pode surgir em qualquer lugar, tende a se agravar e desaparecer para o resto da vida. A pele afetada fica avermelhada, inchada e parece oleosa. Uma crosta nas cores branca e amarela também nasce na superfície e tratamentos específicos ajudam a aliviar os sintomas.

Toupeira

Toupeira - doenças de pele

São tumores comuns na pele e aparecem quando as células se aglomeram com o tecido que as envolve. A maioria das pessoas tem manchas e pode desenvolver outras de vez em quando.

A Toupeira não apresenta sintoma, mas deve ser verificada regularmente se começar a ficar cada vez maior, anormal ou mudar de cor.

Ocorrem normalmente na pele saudável e não representam necessariamente um sinal adiantado da melanoma. Esta doença apresenta assimetria (forma desigual), cor e diâmetro maior de 6 milímetros.

Outros sinais são um dolorido que não cura como o normal, vermelhidão ou inchaço em torno da área e sangramento. Duas são as causas principais do melanoma: exposição à radiação (UV) ultravioleta da luz solar e mutações genéticas.

Rosácea

Rosácea - doenças de pele

A rosácea da pele é mais comumente associada à vermelhidão. No entanto, existem subtipos e podem causar diversos sintomas, entre elas, vermelhidão típica, vasos sanguíneos visíveis e rubor; olhos vermelhos, irritados e pálpebras inchadas; erupções que se parecem com acne; pele espessa com textura irregular.

Não há cura conhecida para a rosácea, mas os sintomas podem e devem ser tratados para manter a condição sob controle.

Lúpus

Lúpus

Doença complexa que ataca o sistema imunológico, causando inflamação e dor. Embora o lúpus possa afetar qualquer parte do corpo, os sintomas na pele incluem manchas vermelhas ou formas de anéis na pele, erupções cutâneas semelhantes a queimaduras de sol no nariz e nas bochechas ou erupções cutâneas circulares que não coçam ou doem.

Eles podem ser acompanhados por outros sintomas, como dores de cabeça, febre, fadiga e articulações inchadas, rígidas ou doloridas. O tratamento inclui vários medicamentos projetados para ajudar a minimizar os danos.

Psoríase

Psoríase

Os sintomas geralmente incluem manchas de pele anormais no couro cabeludo, rosto, tronco e membros. A pele afetada é tipicamente vermelha, escamosa e com muita coceira. As áreas afetadas variam em tamanho e gravidade e incluem pústulas e erupção.

Eczema

Eczema

A condição é comumente encontrada em bebês e crianças pequenas, embora continue na idade adulta também. Os sintomas incluem erupções na face, couro cabeludo, atrás dos cotovelos ou no pescoço, pulsos, tornozelos ou pernas. As erupções cutâneas coçam muito e podem tornar-se acidentadas, mudar de cor ou engrossar.

Vitiligo

doença de pele -vitiligo

É a perda de pigmentação da pele. Manchas brancas na pele são o principal sintoma do vitiligo e aparecem mais comumente em áreas onde a pele é exposta à luz solar. Pessoas com vitiligo geralmente perdem a cor do cabelo cedo também.

Lembrando que a melhor forma de identificar e saber o tratamento de cada doenças de pele é se consultando com um dermatologista. Portanto, a qualquer sinal de problemas na pele, agende uma consulta!