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Por que é importante ter um médico da família e como escolher um?

Acompanhar de perto todo o desenvolvimento do ser humano, do nascimento à melhor idade, passando por todas as etapas da vida. Resumidamente esta é a principal função de um médico da família. Cuidar da sua saúde e todos os aspectos que envolvem as enfermidades como sintomas, medicação, cirurgias. E a qualidade de vida.

Estes profissionais são treinados e capacitados para enfatizar a prevenção e o atendimento primário. E a gente sabe que, muitas vezes, é melhor evitar o problema a tratá-lo, diminuindo riscos desnecessários, além de sair mais em conta.

Motivos para ter um médico da família

Os médicos da família cuidam do paciente de uma forma integral, em todas as fases do ser humano, independentemente de idade ou sexo. A atenção inclui também aspectos físicos, mentais e emocionais.

Ou seja, este especialista conhece seu paciente a fundo, e não raro, acaba construindo um relacionamento de confiança e de muito afeto com toda a família. Para isto ele precisa estar atento, ouvir, analisar e documentar seu histórico de saúde. Isso o ajuda a entender você, tomar decisões acertadas e coerentes em tudo o diz respeito a seu corpo.

Este profissional também está preparado para uma série de desafios como diagnosticar e tratar doenças agudas e crônicas. Também está apto a fornecer exames de rotina, e, o que é melhor, dão ótimos e bons aconselhamentos sobre importantes mudanças no estilo de vida.

E, se por acaso, você precisar dos cuidados de outro profissional, ele não só vai encaminhá-lo como acompanhar bem de perto o seu tratamento. Vai achar não somente o ajuste certo, mas ajudar na escolha de um especialista em doenças cardíacas, câncer, e outros, e que se adapte às suas necessidades específicas, e personalidade.

Outros requisitos

É importante você saber. Um bom médico da família deve conhecer todos os tratamentos possíveis e as melhores tecnologias existentes no mercado. Ele vai criar um plano de tratamento pessoal muito baseado em questões sobre a saúde, histórico médico e estilo. Isto se chama ciclo de vida, ajudando a determinar possíveis fatores de risco.

Outra vantagem é tornar seus exames médicos mais precisos e eficientes, podendo ser a solução para a maioria dos problemas. O profissional também pode recomendar aconselhamento genético e oferecer um plano de rastreamento não só para você, mas também para outros membros da sua família.

Como escolher

Escolher um médico da família que tenha sintonia com as suas necessidades requer alguns cuidados. Em primeiro lugar, ele precisa atender todas as suas necessidades de saúde.

Um relacionamento sólido, e, principalmente contínuo, leva tempo, portanto, vá com calma. Não tenha pressa. Que tal agendar uma consulta e fazer todos os questionamentos possíveis, se possui plano de saúde, onde atende? Até porque, vai valer a pena.

Pesquisas confirmam: estes profissionais trazem melhores resultados gerais e menores taxas de mortalidade. E o ideal é fazer uma consulta pelo menos uma vez por ano, pois este profissional é uma fonte confiável de respostas.

Quando e como usar o atestado médico digital?

Uma tecnologia que veio para ficar é a do atestado médico digital. Esta é a mais nova forma de aplicar as facilidades da comunicação na área da saúde. Com a pandemia no Brasil, ela se transformou em uma forte aliada de todos os trabalhadores, e também das empresas.

Os certificados online podem ser fornecidos com segurança tanto para doenças leves que não requerem uma visita ao médico, como em casos mais graves, no caso de enfermidades contagiosas. No Brasil, pode ser validado tanto por médicos, quanto por odontólogos.

Isto porque os documentos em papel são facilmente extraviados, como danificados ou falsificados. E as organizações já não possuem mais espaço para manter tantos registros. A eliminação de pilhas e mais pilhas de papel é ambientalmente amigável.

A versão digital também oferece vantagens na gestão corporativa, fornecendo conselhos aos empregadores e apoiando a equipe de volta ao trabalho o mais rápido possível, eliminando os problemas administrativos.

Como usar o atestado médico digital?

Uma das vantagens do atestado médico digital, ainda mais em tempos de pandemia, é a agilidade no processo, podendo ser compartilhado entre os profissionais da saúde e copiado em nuvem.

Ao ser identificado com uma doença e após a consulta com o médico, você receberá um SMS ou um e-mail com um link. Na maioria das vezes, o desbloqueio é feito ao digitar sua data de nascimento. Ao clicar neste endereço será enviado o seu documento, comprovando a incapacidade temporária para o retorno ao trabalho.

Certifique-se sempre de que seu telefone celular esteja correto e atualizado com a instituição de saúde. Uma forma de segurança para que seus dados não sejam enviados para outras pessoas erroneamente.

Além disso, verifique também a conexão com a Internet ou teste o link em outro dispositivo. Em primeiro lugar, faça login usando o seu ID (abreviação de identificação) para verificar o atestado médico e encaminhá-lo ao seu empregador.

Você deve fazer isso no mesmo dia em que sua doença for confirmada pelo profissional de saúde. O RH da empresa será informado e poderá ler o certificado eletronicamente. Não é preciso apresentar nada em papel. Mas, caso seja necessário, solicite uma cópia impressa.

A importância dos dados corretos

Após a recuperação, no último dia da licença médica, você provavelmente receberá uma nova mensagem de SMS ou e-mail. A partir daí, os procedimentos são parecidos. Faça o login novamente, só que desta vez, com o objetivo de enviar o pedido de auxílio-doença. Se a licença médica for longa, a ação deverá ser feita mais vezes durante este período.

É importante que no aplicativo você possa fornecer informações corretas e responder perguntas relevantes, sobre antigas ausências certificadas, se tirou férias durante o período, permaneceu no exterior, etc. Antes de enviar a inscrição, todos os questionamentos devem ser preenchidos.

É bom lembrar que os certificados médicos digitais são válidos com exceções daqueles que, por vários motivos, não têm acesso para fazer login ou receberam a certificação de um hospital ou serviço especializado de saúde.

É bom saber que os links não expiram, não perdem validade, e podem ser novamente acessados quando necessários, sempre disponíveis após solicitação. Portanto, salve-o em seu celular ou mande-o para o seu e-mail. O atestado médico digital deve conter nome do paciente, CPF, data de emissão do documento e identificação do profissional.

Relação médico paciente: quais são os pilares da boa relação

Como em qualquer relação, seja pessoal ou profissional, o respeito e a confiança são fundamentais na consolidação de grandes parcerias. Na relação médico paciente isto também não é diferente. Mas, quais são os pilares que fazem chegar a resultados positivos, com a promoção da saúde em primeiro lugar?

É preciso um diálogo aberto e honesto, pois este profissional da saúde saberá todo seu histórico médico já na primeira consulta. E também traços da sua personalidade, pontos fortes e fracos, bem como detalhes pessoais e da sua vida.

Quando existe uma boa comunicação, tudo flui naturalmente. A eficácia da conversa entre médico e paciente resulta em impactos positivos tais como melhora significativa da saúde, não somente a funcional, como a emocional também. Só assim o tratamento médico irá trazer bons resultados.

Habilidades técnicas e apoio na relação médico paciente

Nos Estados Unidos, a relação médico paciente tem levado alguns especialistas a estudar a questão. Por lá as conclusões são a de que, durante um tratamento, o profissional da saúde deve exercer claramente quatro funções básicas: ser tutor, especialista técnico, conselheiro e amigo. A American Medical Association e principais organizações, confirmam sim a necessidade de um relacionamento sólido.

Por mais pragmáticos que possam ser os profissionais da saúde, eles sabem da importância do apoio que deve ser dado ao enfermo no leito de um hospital, em um momento frágil, e não estar somente preocupado em desenvolver questões de competência clínica e habilidade. A dita compaixão.

Mas nem sempre isto ocorre. Tanto que casos de ações na justiça e outros processos são comuns tanto por lá como aqui. Estamos falando de divergências de opiniões, de tratamentos, personalidades, expectativas frustradas, etc.

E, com advento da tecnologia, muitos médicos sabem que as avaliações dos pacientes ganham relevância. Como consumidores eles comparam e avaliam a qualidade dos serviços que recebem.

Pergunte tudo

A relação médico paciente precisa ser bilateral para ser saudável, ou seja, para funcionar, é preciso que as partes assumam obrigações recíprocas, uma em face da outra. E, para que tudo funcione, são necessárias algumas regras.

Em primeiro lugar, procure credenciais do profissional que tratará de você, informações como especialidades, métodos utilizados para prestar seus serviços, resumo do histórico profissional e educacional, credibilidade e personalidade. Analise várias opiniões e não chegue a decisões precipitadas. O que funciona para um, pode muito bem não funcionar para outro.

E não esconda nada

Na consulta, nunca esconda informações ou minta para o seu médico. Fale abertamente sobre seus sintomas, quais medicamentos você toma e se está seguindo todas as prescrições. Forneça dados corretos e completos.

O consultório não é exatamente um local para deixar aflorar a timidez. Deixe ela do lado de fora da porta. Até porque com a internet, muitos se antecipam e acham que estão armados de informações seguras, o que não é verdade, algumas são imprecisas e não têm nada a ver com o seu caso.

Faça todas as perguntas possíveis sobre a sua enfermidade, detalhes do tratamento, procedimento programado ou cirurgia. Você não está pedindo nada demais, além da conta. Este é o seu direito.

E nunca se esqueça: seja gentil com o seu médico. Cumprimente-o com um sorriso, se possível. Gentileza e educação acima de tudo. Antes de sair do consultório, agradeça. E, siga a risca todas as determinações dadas a você pelo seu médico. Só assim o seu tratamento terá sucesso. E o relacionamento agradece.

Fazer terapia online realmente traz resultados?

Com o advento cada vez maior, e, ao que tudo indica definitivo, da tecnologia a serviço da saúde, fica a pergunta: a terapia online pode ser tão eficaz quanto a pessoal?

Existem sites e aplicativos que oferecem planos de assinatura, sendo possível agendar consultas de vídeo regulares com o terapeuta, enquanto outros oferecem comunicação ilimitada por e-mail. Apesar da facilidade, o serviço ainda gera algumas ressalvas.

O que diz a ciência

Várias pesquisas foram feitas em outros países do mundo, chegando às seguintes conclusões:

  • Estudos do ano de 2014 publicados no Journal of Affective Disorders e na Behavior Research and Therapy descobriram que o tratamento online foi eficaz para a depressão;
  • Em 2018, o Journal of Psychological Disorders descobriu que a terapia cognitivo-comportamental online foi tão eficaz quanto o tratamento presencial para depressão maior, transtorno do pânico, transtorno de ansiedade social e transtorno de ansiedade generalizada.

Benefícios da terapia online

Privacidade: muitos sites de terapia online permitem que os usuários se inscrevam utilizando apenas apelidos, atraindo pessoas que têm vergonha de receber serviços usando seus nomes verdadeiros; clientes não precisam se preocupar em ver pessoas conhecidas na sala de espera; indivíduos com ansiedade social são mais propensos a procurar um terapeuta online.

Custos: a maioria dos serviços de terapia online custa menos do que o tratamento presencial; estudos mostram que a terapia online requer até 8 vezes menos tempo do terapeuta do que presencialmente.

Para quem não é recomendado

Uma das maiores preocupações dos terapeutas é a de não poder observar o tom de voz, a linguagem corporal e o comportamento do paciente, aspectos importantes na avaliação e diagnóstico de doenças psíquicas.

Uma terapia eficaz envolve um relacionamento de confiança e que não é impessoal. Pessoas questionam se a comunicação digital é capaz de fornecer habilidades, ferramentas e poder de cura para indivíduos olhando somente para uma tela.

A terapia online não se destina a pessoas com certos problemas ou condições (como intenção suicida ou psicose) e pode ser difícil para os terapeutas intervir no caso de uma crise.

Além disso, as questões tecnológicas podem se tornar uma barreira, pois chamadas perdidas, vídeos congelados e problemas para acessar bate-papos não são adequados para tratamento;

É importante também, se certificar de que o profissional que está te atendendo realmente é licenciado para isso. Afinal, algumas pessoas que se anunciam como terapeutas online podem não ser provedores de tratamento de saúde mental licenciados.

Outro ponto que merece atenção é que algumas empresas de terapia online não têm diretrizes claras para lidar com situações de risco, como um paciente que pode parecer suicida em suas respostas de mensagens.

Muitas vezes é mais difícil determinar o nível de risco de um paciente por meio de um aplicativo de mensagens do que pessoalmente.

Enfim, apesar de a terapia online ser sim eficiente, é preciso tomar uma série de cuidados e precauções antes de iniciar qualquer tratamento!

Quando procurar um cardiologista?

Você sabe exatamente a hora de ver um cardiologista? A maioria das pessoas só pensa em consultar este especialista quando não se sente bem, o que está errado.

Adiar não é a solução, e o recomendável é fazer o quanto antes um exame físico e check up anual com o profissional de sua confiança e tirar as dúvidas sobre quaisquer dores físicas ou sintomas recorrentes.

Sintomas para uma visita ao cardiologista

Existem alguns sintomas específicos que devem ser sinal de alerta para uma visita ao cardiologista. Veja a seguir.

Dor no coração

Se você tiver alguma dúvida sobre se está ou não experimentando um sintoma, consulte seu médico de confiança.

Histórico de família

Se alguém em sua família tem ou já teve problemas cardíacos, você deve estar ciente dos sintomas de doenças e considerar falar com um cardiologista sobre eles.

Pressão e colesterol altos

Quanto mais alto o colesterol total, maior o risco de doença cardíaca (nível de colesterol de 200 mg / dL ou superior).

É ou era fumante

Fumar é um grande fator de risco para doenças cardíacas. Ele reduz o fluxo de oxigênio para o coração e aumenta a pressão arterial, a frequência cardíaca e a coagulação do sangue, além de danificar as células que revestem as artérias.

Diabético

Se você tiver sintomas de problemas cardíacos e for diabético, deve consultar um cardiologista. O açúcar no sangue é frequentemente medido para diabetes, uma condição que aumenta o risco de uma pessoa ter doenças no coração. De acordo com a American Heart Association, adultos com diabetes têm de duas a quatro vezes mais chances de morrer de doenças cardíacas do que adultos sem diabetes.

Doença gengival

Acredite ou não, a doença gengival pode acontecer quando o corpo está inflamado. Pacientes com gengivas inchadas geralmente apresentam doenças cardíacas.

A doença cardíaca é uma assassina silenciosa. Pode ocorrer sem sintomas até que um ataque cardíaco ou derrame aconteça. É por isso que é importante determinar seus fatores de risco, aprender a reconhecer os sinais precocemente e buscar tratamento preventivo.

O objetivo do atendimento em cardiologia é a prevenção. Doenças que afetam os vasos e veias do corpo, em última análise, têm um impacto no coração e podem ser difíceis de detectar sem testes especializados. Desconforto nas pernas com movimento e atividade são sintomas que devem ser tratados. E ainda:

Excesso de peso

O IMC e a circunferência da cintura são duas medidas que podem ser usadas como ferramentas de triagem para estimar o status do peso em relação ao risco potencial de doença cardíaca. Os números ideais podem variar de indivíduo para indivíduo.

Às vezes uma pessoa tem níveis aceitáveis de colesterol, não tem histórico de doença vascular e de diabetes, administra seu peso, faz exercícios regularmente, não usa tabaco e ainda desenvolve doenças cardíacas. Por esse motivo, os cardiologistas estão sempre procurando permanecer na vanguarda dos avanços na detecção e diagnóstico da doença.

Enfim, em caso de dores, ou se você tem alguma das condições citadas acima, o ideal é procurar por ajuda médica especializada e agendar um a consulta ao cardiologista.

Pediatra atende pessoas de até que idade?

Dúvida de muitas mães é até que idade levar seu filho ao pediatra. À medida que as crianças vão ficando mais velhas, entrando na adolescência, acontecem mudanças hormonais importantes. Portanto, a idade certa para mudar de profissional é algo bem relativo.

Uma vantagem de permanecer com o mesmo médico é a continuidade dos cuidados. Ele, melhor do que ninguém, tem conhecimento sobre todas as etapas do desenvolvimento. E também está mais equipado e preparado para lidar com adolescentes e suas questões reprodutivas, de saúde mental e esportivas do que aquele voltado exclusivamente para adultos.

No mundo

Nos Estados Unidos, o Conselho de Prática Pediátrica ressalta que o acompanhamento de um médico e seu paciente pode ser feito até os 21 anos. Mas outras entidades estabelecem limites diferentes, que vão dos 12 aos 18 anos. Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera um adolescente qualquer pessoa dos 10 anos até os 20 anos incompletos.

Lembrando ainda que dentro da especialidade médica da pediatria existe uma subespecialidade, a hebiatria, que atende adolescentes na faixa etária pré-determinada, entre os 13 e os 21 anos.

Pediatra no Brasil

É importante lembrar que a Lei Federal nº 3268 de 30/09/1957 regulamentada pelo Decreto nº44045 de 19/07/1958, faculta ao profissional médico exercer plenamente a medicina em todas as suas áreas e por extensão em todas as faixas etárias.

Os pediatras têm a vantagem de acompanhar os seres em crescimento e desenvolvimento. Mas, atender adolescente demanda uma postura ética, conhecimento específico, diante de situações que envolvem a família, ou grupos de referência identificando fatores de risco e afastá-los.

Em cumprimento à constituição brasileira, promulgada em 05/10/88, o Ministério da Saúde oficializou o Programa de Saúde do Adolescente, visando proporcionar aos jovens atenção integral à sua saúde e, estabeleceu pela portaria nº 980 de 21/2/1989 que a adolescência é a faixa etária de 10 a 20 anos.

A Sociedade Brasileira de Pediatra compreendendo que a atuação do pediatra se estende desde a concepção até o término do crescimento somático do indivíduo, enviou comunicado, em 13/08/93, dirigido aos pediatras, às instituições públicas e privadas que prestam atendimento médico, às empresas de convênio e às cooperativas médicas, recomendando a abrangência da área de atuação do pediatra até os 18 anos de idade.

Quantidade de visitas ao pediatra

Outra informação importante é a quantidade de visitas. A Sociedade Brasileira de Pediatria informa que vai depender da idade da criança e das necessidades individuais. Nas situações mais comuns, sem o surgimento de alguma doença grave, a recomendação varia de uma vez por mês até três, conforme o desenvolvimento da criança. Na fase dos 7 aos 19 anos, anualmente já é o ideal.

Ressaltando que a relação do pediatra com o paciente começa ainda na gestação, durante o pré-natal. É neste período que se dá a formação do sistema imunológico, a evolução da saúde do bebê, crescimento e desenvolvimento.

Continuidade do tratamento

Baseado em toda esta evolução, os responsáveis devem seguir as indicações de frequência para as consultas, auxiliando assim na prevenção de problemas de saúde. O profissional poderá esclarecer dúvidas, prestar orientações sobre a rotina da criança, recomendação de vacinas e exames.

A continuidade no tratamento é importante. Para crianças com problemas médicos complexos, como, por exemplo, uma doença cardíaca congênita, quando crescem e ficam jovens podem ficar com o especialista mais familiarizado com suas necessidades individuais. Mesmo após os 21 anos muitos ainda recorrem ao pediatra devido a longa interação durante seu crescimento e maturidade.

Sessões de psicologia online são eficazes?

O atendimento de psicologia online também chegou ao divã em mais uma facilidade da tecnologia a serviço da saúde. Uma iniciativa positiva e que ajuda a atenuar os impactos do coronavírus na sociedade.

O atendimento online facilita o trabalho dos (as) psicólogos, muito necessário neste momento de pandemia, com implicações emocionais da quarentena e de aspectos comportamentais como a depressão devido ao isolamento.

A prestação de serviços psicológicos com o uso de tecnologias da informação e da comunicação é regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia por meio da Resolução nº 011/2018, que autoriza a oferta de serviços, além de aplicação de testes.

Desde então, os profissionais estão autorizados a usar plataformas virtuais — como Skype, WhatsApp e Hangouts — para atender seus pacientes. E sem restrição de assunto ou limite de tempo e sessões.

As sessões de psicologia online realmente funcionam?

Há quem veja vantagens com o serviço online, pois o usuário pode recorrer a mais esta facilidade quando estiver viajando ou morando em um lugar distante, em qualquer lugar e em horários flexíveis.

Facilita também, a vida de pessoas com dificuldades de locomoção, com algum tipo de deficiência ou por estarem acamadas, psicologicamente doentes ou aquelas que não podem sair de casa, pois são responsáveis por pessoas idosas ou crianças. Algumas sentem-se mais relaxadas e seguras estando em um ambiente familiar.

Embora algumas pessoas ainda não se sintam completamente seguras em fazer sessões de terapia remotamente, pode-se dizer que sim, elas são eficazes!

Porém, para isso, as sessões de psicologia online exigem cuidados especiais, entre eles:

  1. O Conselho Federal de Psicologia ressalta que é inadequado o atendimento online de casos onde é necessário intervenções por profissionais e equipes de forma presencial como, por exemplo, pessoas e grupos em situação de urgência e emergência.
  2. É vedado em situação de violação de direitos ou de violência;
  3. Os serviços psicológicos online oferecidos à pessoas com deficiência deverão respeitar as especificidades e adequação de métodos e instrumentos, conforme a legislação vigente.
  4. Em relação ao atendimento de crianças e adolescentes, o profissional deverá avaliar a sua viabilidade, e só será permitido com o consentimento expresso de ao menos um dos responsáveis legais;

Existem desvantagens?

Apesar dos benefícios, alguns psicólogos apontam ressalvas em relação à tecnologia, entre elas, a de perder a entonação da voz com que o paciente se expressa no atendimento por chats ou trocas de mensagens, da observação gestual ou comunicação interrompida repentinamente, atrapalhando o desenvolvimento da sessão.

Quais cuidados tomar antes de fazer uma sessão de psicologia online?

Antes de buscar por um atendimento de psicologia online, é preciso tomar algumas precauções:

  • Certificar-se de que ele está inscrito no Cadastro Nacional de Psicólogos, do CFP;
  • Apurar se existem queixas contra o aplicativo em sites de reclamações contra empresas, caso do Reclame Aqui e do Proteste;
  • Escolher uma plataforma que zele pelo sigilo dos dados do paciente;
  • Evite locais públicos, como cafés e bibliotecas e use computador ou celular pessoal;
  • De preferência, escolha uma boa operadora de internet, para que o sinal não fique caindo toda a hora, atrapalhando a comunicação entre o profissional e o paciente.

Por que você deve se consultar com um nutricionista?

Muitas pessoas só lembram da importância do nutricionista quando os números da balança avançam e bate o desespero na hora de perder peso. Pois este é um profissional que deve ser consultado com regularidade, e não somente em casos extremos, quando a saúde do corpo e a qualidade de vida estão afetados pelo excesso de quilos a mais.

Na prática, o nutricionista está habilitado a elaborar com todo o cuidado um planejamento alimentar capaz de suprir a necessidade de nutrientes que cada indivíduo, homem ou mulher, necessita para sobreviver.

A consulta é importante porque este profissional tem conhecimento apropriado e sabe exatamente tudo sobre as refeições que colocamos no prato e os efeitos produzidos no nosso organismo. Mas, para elaborar uma dieta, é preciso investigar o estado de saúde do paciente, estilo de vida e hábitos alimentares.

O que colocar no prato?

O nutricionista promove a educação alimentar, ensina como combinar os alimentos, o que deve ser priorizado e evitado. Ao paciente deve ser dado escolhas na hora de montar o cardápio (colorido, rico e diversificado), conforme as necessidades do dia a dia.

Antes disto é preciso fazer uma análise da saúde, incluindo medições de peso, altura, quantidade de gordura e massa muscular. E, ainda, exames de sangue e de urina. É bom lembrar que o profissional pode ser consultado em todas as fases da vida, e não somente na adulta, e a frequência varia de pessoa para pessoa.

O cardápio ideal é colorido, rico e diversificado

Benefícios para a saúde

Consultar um nutricionista para reeducar a alimentação traz diversos benefícios à saúde. Podemos citar como exemplo:

Viver mais e melhor: ter uma alimentação saudável significa uma expectativa de vida cada vez maior, diminuindo o risco de infartos, doenças crônicas, diabetes, hipertensão e o câncer. Nas crianças promove o crescimento saudável a fim de suprir as necessidades do cálcio e do ferro;

Excesso de peso: seguir as orientações do nutricionista pode eliminar a gordura extra e ensinar a comer direito;

Mais energia: o equilíbrio da alimentação torna a pessoa mais produtiva e dinâmica, com disposição e autoestima elevada. Até mesmo na hora de praticar esportes, pois o corpo responde com mais resultados, atingindo um melhor desempenho e condicionamento físico;

Saúde na terceira idade: com o envelhecimento, o organismo da pessoa idosa pode apresentar necessidade de ferro ou cálcio.

Mais vantagens

Uma alimentação adequada traz uma série de vantagens em várias etapas da nossa vida, do nascimento ao envelhecimento. Uma mulher grávida precisa de atenção especial, pois o estado nutricional materno pode interferir no crescimento e desenvolvimento do feto.

Os nutrientes são fundamentais para evitar o surgimento de doenças como obesidade, diabetes gestacional e má formação do feto.

Você sabia que

Segundo o Ministério da Saúde, 40% dos cânceres e 80% das doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e diabetes tipo II podem ser evitados a partir de uma dieta saudável;

Propriedades anti-inflamatórias dos alimentos promovem o aumento da resposta imune, fundamental na proteção contra infecções;

Pele com acne, queda de cabelo e unhas quebradiças podem ser sinal de deficiência nutricional. O acompanhamento do profissional e a alimentação balanceada podem atenuar, e bastante, o problema.

Como marcar consulta online? Veja o passo a passo!

Vivemos na época da agilidade onde praticamente tudo é feito de casa, na palma da mão e com alguns cliques (inclusive marcar consulta online), com a utilização da tecnologia. Fazemos várias atividades do cotidiano utilizando o celular e o computador. Se as facilidades existem, então vamos aproveitá-las.

As consultas com especialistas periodicamente são importantes e a saúde em tempos de pandemia realmente não pode esperar. E para marcar consulta online, outro grande advento da medicina em tempos modernos, é preciso ter em mente alguns detalhes bem importantes. Siga abaixo o passo a passo, sem medo de errar.

Dica: as consultas médicas virtuais, em muitas vezes, são ideais para problemas de saúde como congestão nasal, tosse, resfriado e erupções cutâneas; consultas ou terapia de saúde mental. Ou seja, é adequada para qualquer problema médico em que exames físicos não sejam tão necessários.

A consulta virtual pode ser acessada por um link

1. Decida pelo especialista

A primeira delas é a escolha da especialidade médica. Na dúvida, opte pelo clínico geral, que passará uma bateria de exames e encaminhará para o especialista.

Filtre por região e escolha uma forma de pagamento (opte pela modalidade de pagamento que estiver ao alcance do seu bolso, e que pode ser desde a popular até a particular, com reembolso). O custo da telemedicina pode variar de acordo com o tipo de consulta. Em caso de dúvida, fale com o seu plano de saúde para ver se há cobertura.

Para agendar a consulta, confira atentamente dias e horários dos atendimentos. Em alguns apps é possível deixar uma avaliação do trabalho realizado pelo profissional, destacando caraterísticas como pontualidade e atenção.

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Em caso de problemas, ligue, envie mensagens de texto

2. Se prepare para a consulta

Depois de escolher o profissional, o próximo passo é se preparar para a consulta. Certifique-se de que o seu plano de saúde (se você tiver) faça a cobertura em gastos com a telemedicina e como configurar a tecnologia.

Procure um lugar tranquilo para se comunicar com seu médico remotamente. Tenho em mãos os seus sintomas, histórico e medicamentos utilizados até o momento, quais funcionam e efeitos colaterais.

Antes de sentar na frente da tela do computador ou do celular é preciso configurar seu compromisso virtual. Alguns consultórios médicos têm portais de pacientes on-line onde é possível acessar os registros médicos, se corresponder com a equipe e solicitar consultas.

No caso de outros provedores, pode ser necessário ligar para o escritório para solicitar a consulta. Depois de configurar seu compromisso virtual, certifique-se de ter acesso à Internet para uma chamada de vídeo via computador, tablet ou smartphone.

Dicas importantes

* A consulta virtual pode ser acessada por um link, enviado por mensagem de texto ou e-mail, levando-o para a videoconferência. Outros podem exigir que você faça login no portal do paciente;

* Em caso de problemas, ligue, envie mensagens de texto ou e-mail para a equipe do consultório médico. É válido pedir mais orientações para ajudar a acessar a consulta virtual;

* Encontre um ambiente tranquilo com boa iluminação, evitando áreas barulhentas e escuras. Mantenha o foco no médico, preste atenção em tudo o que ele vai dizer e não tenha vergonha de tirar todas as suas dúvidas;

* Use fones de ouvido para manter a privacidade e, antes de mais nada, seja paciente. Se a tela congelar ou o áudio ficar lento, diga a eles educadamente e mantenha a calma. Se houver uma desconexão, combine para ver quem ligará primeiro.

A forma mais prática de marcar consulta online

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É só baixar o aplicativo, escolher o médico especialista mais próximo de você, agendar a consulta pelo app e pronto! Para saber mais é só clicar: sarar.com.br

O passo a passo de uma consulta médica eficiente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fornece orientações específicas para as pessoas no momento da realização de uma consulta médica, diagnóstico ou tratamento de saúde. Na realidade são sugestões de perguntas importantes a serem feitas e que podem resultar em uma boa relação médico e paciente.

A comunicação entre ambos é fundamental e é preciso levar em consideração o momento exato de fazer os questionamentos, a melhor forma de se expressar e também o contexto.

O que o médico deve fazer na consulta médica?

Antes de entrar no consultório do médico leve em mãos, ou se possível, anote em uma folha de papel, detalhes dos sintomas. Relate sobre todos os medicamentos que estão sendo usados e exames anteriores.

Durante a consulta, e bem antes de seguir em frente com o tratamento, antes de mais nada, é necessário obter respostas sobre a necessidade do exame, benefícios, contraindicações e os efeitos colaterais, opções mais simples e seguras e custos envolvidos.

Frente a frente com o seu médico, relate em detalhes o que você está sentindo e o que vem fazendo para resolver o problema. Escute com bastante atenção as orientações do profissional de saúde e responda corretamente o que é perguntado, sem medo ou vergonha de entender absolutamente tudo.

Se ele prescrever exames, é do seu direito como cliente e paciente indagar sobre benefícios, contraindicações, possíveis e futuras complicações, a obrigatoriedade, e, principalmente, a data do resultado.

Depois do diagnóstico fique por dentro da exata duração do tratamento, riscos, resultados, opções e alimentação adequada. Certifique-se da necessidade ou não do retorno e a existência de grupos de apoio ou associação de pacientes relacionados ao problema de saúde. Todas estas dicas são importantes para um resultado efetivo.

Anamnese médica

Todo o processo acima é chamado de anamnese médica ou entrevista clínica e não existe uma duração pré-determinada para essa etapa. Porém, ela precisa ser muito bem apurada.

Além da troca de informações, o médico precisa checar alguns sinais vitais do paciente e aferir a pressão arterial, a frequência do pulso para detectar irregularidades cardíacas, pesagem corporal em casos de pessoas com sobrepeso e testes de reflexo em suspeita de doença neurológica.

Na consulta médica, o profissional precisa ver, sentir e escutar o paciente para ter um diagnóstico correto e prescrever um tratamento mais efetivo. É preciso olhar atentamente o paciente, e como isto vai ser feito dependerá da especialidade do profissional consultado.

Muitos sintomas de doenças são visíveis, com partes do corpo apresentando deformidades, inchaços, vermelhidão, irritação na pele, etc.

Retorno

Se refere à consulta anterior e não se enquadra em atendimento em relação a uma nova doença, anamnese, exames. Se o tratamento é contínuo, exigindo reavaliações periódicas e modificações terapêuticas, deverá ocorrer o pagamento de novos honorários.

O médico sempre será o responsável por identificar as hipóteses de retorno ou de nova consulta. Paciente, clínica ou hospital não podem interferir na autonomia. Mas em 2018, a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que proíbe a cobrança de consulta médica no caso de retorno do paciente para apresentar exames num determinado período de tempo, de até 30 dias.