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4 dicas de como aumentar a imunidade contra doenças

Uma das maiores preocupações quando se trata da nossa saúde e bem-estar é em relação à imunidade. Isso porque, quando nosso sistema imunológico está prejudicado, você fica mais suscetível a desenvolver problemas de saúde, sendo necessário que você pense em formas de como aumentar a imunidade contra doenças.

E é justamente pensando nisso que criamos esse post: para te ajudar a entender quais são as formas capazes de aumentar a imunidade para que você possa se organizar para implementá-las na sua rotina e usufruir dos seus benefícios. Confira a seguir!

Como aumentar a imunidade: confira nossas dicas

Estar com a imunidade em dia é um dos pontos principais quando se trata na prevenção contra os problemas de saúde, sendo essencial que você se atente a isso.

Por outro lado, o que também vale muita atenção são os sinais de que há algo de errado com o seu sistema imunológico. São alguns sintomas que indicam baixa na imunidade: febre, cansaço excessivo, resfriados constantes, vômitos e/ou diarreia.

Veja, na lista abaixo, as 4 dicas que reunimos para aumentar a imunidade e ter mais saúde e qualidade de vida:

1 – Tome sol diariamente

Um banho de sol diário é uma excelente forma de aumentar a sua vitamina D, o que agirá diretamente no seu sistema imunológico e no fortalecimento do seu corpo. Entretanto, lembre-se de que, embora o contato com o sol deva ser diário, você não deve exagerar.

Veja algumas dicas de quando e como você deve tomar sol nos seus dias:

2 – Tenha uma alimentação saudável e balanceada

Você já deve saber que uma alimentação saudável e balanceada proporciona inúmeros benefícios ao seu organismo. E um dos seus principais está ligado diretamente às formas de como aumentar a imunidade.

a alimentação contribui diretamente para o aumento da imunidade
Ter uma boa alimentação contribuirá diretamente ao aumento da sua imunidade. | Imagem: Pixabay

Portanto, inclua o máximo de comidas naturais em sua alimentação, como: carnes vermelhas, peixes, frutas, vegetais e legumes e, sempre que possível, evite o consumo exagerado de comidas industrializadas e frituras.

3 – Hidrate-se corretamente

Assim como a alimentação, a hidratação correta de água também oferece diversos benefícios à saúde. E em relação ao sistema imunológico, o consumo de pelo menos 2 litros de água diariamente está ligado ao fato de a hidratação contribuir para a eliminação de toxinas, transporte de nutrientes e, consequentemente, o fortalecimento da imunidade.

4 – Priorize uma boa noite de sono

Por fim, mas não menos importante, não se esqueça que dormir bem (ao menos 8 horas diárias) é essencial para garantir que sua imunidade estará em dia.

E a justificativa disso é que durante o sono o organismo passa pelo processo de revitalização e renovação celular, a fim de repor as energias e descansar as funções vitais do indivíduo, o que também está diretamente ligado à imunidade.

E aí, conseguiu compreender quais são as 4 dicas essenciais para manter a imunidade alta? Esperamos que sim! Agora basta incluí-las no seu dia a dia para garantir seus benefícios.

Caso tenha ficado com alguma dúvida em relação ao assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos. E se porventura você quiser continuar recebendo dicas e informações sobre saúde, continue acompanhando o nosso blog. Te esperamos por aqui!

Saúde da mulher: 8 cuidados indispensáveis para corpo e mente saudáveis

Se você deseja ter mais longevidade e qualidade de vida, é essencial que você preste atenção na saúde da mulher. E isso se explica pois, quando você tem mais cuidado com sua saúde e bem-estar, você consegue diagnosticar as doenças precocemente, ter mais disposição e autoestima e se sentir melhor.

Mas afinal… Você sabe quais são os cuidados que devem ser tomados diariamente para garantir uma boa saúde física e mental da mulher? É sobre isso que falaremos aqui. Acompanhe!

O que fazer para manter a saúde da mulher em dia

Antes de mais nada, vale ressaltar que para cuidar da saúde da mulher, você não precisa necessariamente tomar medidas drásticas. Com alguns cuidados diários já é possível cuidar de você e principalmente prevenir o aparecimento de alguns problemas de saúde. Veja abaixo quais são:

dicas sobre saúde da mulher
O autocuidado é essencial para todas as mulheres – Foto por Freepik

Tenha uma alimentação saudável

A alimentação saudável e balanceada é um dos principais fatores que precisam ser avaliados quando se trata da saúde da mulher, independente da sua idade. E isso se explica pois, através de uma dieta adequada ao seu perfil, você garante mais bem-estar físico e mental, e ainda reduz consideravelmente o aparecimento de doenças, como a diabetes e colesterol alto.

Priorize a sua saúde mental

Estar com a saúde mental em dia é essencial para que você tenha uma boa qualidade de vida. Portanto, se você estiver passando por qualquer transtorno emocional, como é o caso da ansiedade, depressão, insônia e/ou estresse, é essencial que você procure ajuda médica para que o melhor tratamento possa ser iniciado.

Marque avaliações periódicas de saúde da mulher

As avaliações periódicas de saúde são mais um fator essencial para a saúde da mulher. Afinal, através delas é possível que você evite o aparecimento de doenças, além de poder diagnosticar algum problema precocemente, o que aumenta consideravelmente as chances de cura.

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Controle o seu peso

Quando falamos do controle de peso, não estamos focando apenas na estética. Na realidade, a maior importância é mesmo para a saúde, afinal, a obesidade pode desencadear sérios problemas de saúde, como é o caso da diabetes, hipertensão, AVC, cânceres, entre outros. Por isso, controlar o seu peso através de uma dieta balanceada e práticas de atividades físicas é essencial para a saúde da mulher.

Aumente a ingestão de água

A ingestão correta de água diariamente é fundamental para o perfeito funcionamento do metabolismo, atividades celulares e do intestino. Então não vacile e hidrate-se diariamente, consumindo, no mínimo, 2 litros de água diariamente.

Reduza a ingestão de sal

O sal, quando ingerido exageradamente, acaba sendo um dos grandes vilões para a saúde feminina. As consequências disso vão desde a retenção de líquidos e inchaço até a sobrecarga do coração, rins e vasos sanguíneos, sendo bastante preocupantes e aumentando consideravelmente a chance do desenvolvimento de hipertensão.

Diga não ao tabagismo

Parar de fumar é muito importante para quem quer manter a saúde da mulher em dia. Afinal, o tabagismo pode causar doenças cardiovasculares, respiratórias e até mesmo o câncer, condições de saúde muito sérias que em alguns casos podem ser até fatais. Cuide-se!

Cuide da sua autoestima

Por fim, não se esqueça da sua autoestima! Se sentir bem, bonita e confiante é essencial para que a mulher queira cuidar da sua saúde, além de manter o bem-estar físico elevados. Pensando nisso, sempre que possível, tire um tempo para você, faça skincare, hidrate o seu cabelo e pele, vá ao salão… Você merece muito.

E aí, conseguiu entender quais são os 8 cuidados essenciais para manter a saúde da mulher em dia? Então agora é hora de segui-los e cuidar mais de você.

Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, não deixe de comentar aqui. No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar como essa. Até a próxima!

Descubra qual é o grande perigo da imunidade baixa!

É bem provável que você saiba que o sistema imunológico é o principal responsável pela proteção do organismo contra infecções e doenças. E, por isso, é muito importante que você evite a imunidade baixa.

Mas afinal… Você sabe quais são as principais causas da imunidade baixa e principalmente como evitá-la? É sobre isso que falaremos no post de hoje. Confira a seguir!

Principais causas da imunidade baixa

As causas da imunidade baixa podem ser diversas. Por isso, se você tiver desconfiado(a) que o seu sistema imunológico está comprometido, o ideal é que você marque uma consulta médica para que o profissional possa te avaliar e indicar o tratamento mais indicado.

Entretanto, podemos citar como causas comuns da imunidade baixa a má alimentação e a variação hormonal.

Quais são os sintomas e perigo da imunidade baixa?

imunidade baixa
Foto por Freepik

Os principais sintomas relacionamentos ao comprometimento do sistema imunológico é a diminuição das defesas no organismo, que faz com que o paciente fica mais suscetível para desenvolver doenças recorrentes.

Porém, quando não ocorre tratamento adequado, o corpo começa a apresentar sintomas alarmantes, fazendo com que a imunidade baixa seja ainda mais perigosa.

Veja abaixo quais são esses sintomas:

  • Cansaço excessivo;
  • Náuseas, vômitos e/ou diarreias;
  • Otites;
  • Herpes genital e/ou labial;
  • Infecções respiratórias recorrentes;
  • Mudança de peso repentina;
  • Meningite e encefalite;
  • Queda de cabelo e/ou unhas fragilizadas;
  • Estresse e/ou depressão;
  • Deficiência de vitaminas;
  • Doenças simples que acabam ficando graves;
  • Entre outros.

O que fazer para evitá-la?

Bom, você pôde perceber que a imunidade baixa é realmente perigosa para o organismo, devendo ser tratada imediatamente assim que notar o aparecimento dos sintomas.

Além disso, é essencial que você adote algumas medidas diariamente para evitá-la. Confira a seguir quais são:

  • Beba bastante água;
  • Tenha uma alimentação saudável e equilibrada;
  • Pratique atividades físicas regularmente

E aí, conseguiu compreender quais são os perigos da imunidade baixa e o que você deve fazer para evitá-la? Esperamos que sim. E não se esqueça que, assim que notar o surgimento de um ou mais sintomas dessa lista, é essencial que você procure um atendimento médico para que possa ser examinado.

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No mais, se tiver alguma dúvida sobre esse tema, não deixe de comentar aqui para que possamos esclarecê-lo. E se quiser mais dicas e informações sobre saúde e bem-estar, basta continuar acompanhando o nosso blog. Até a próxima!

Exames de sangue: quanto custa fazer os exames de rotina?

Uma coisa é fato: grande parte das pessoas pensam que só precisamos buscar por ajuda médica quando apresentamos algum sintoma. E esse é um grande equívoco, afinal, existem diversas doenças silenciosas que podem aparecer sem manifestar sintoma algum.

E é exatamente pensando nisso que dizemos que ir ao médico com frequência, nem que seja para realizar os famosos exames de rotina, é muito importante para garantir que está tudo bem com nossa saúde e bem-estar.

Mas afinal, você sabe sobre os exames de sangue, quanto custa para realizar os de rotina? Te esclareceremos aqui os valores médios dos principais exames solicitados pelos médicos. Confira abaixo.

Do que se trata os exames de sangue de rotina?

Os exames de rotina referem-se a um conjunto de exames solicitados pelos médicos que tem como intuito diagnosticar doenças assintomáticas, ou seja, em que os pacientes não apresentam sintomas.

Na sua grande maioria das vezes é uma ação preventiva e, quando diagnosticado alguma doença, costuma ser em seu estágio inicial, com boas chances de um tratamento bem-sucedido e até mesmo a cura.

A periodicidade para a realização desses exames precisa ser avaliada juntamente ao seu médico de confiança. Contudo, o que costuma ser recomendado é que sejam feitos anualmente.

Quanto custa os principais exames de rotina?

Essa é uma preocupação que acerca principalmente os pacientes que não possuem plano de saúde. De todo modo, vale ressaltar que, no geral, eles não costumam ser muito caros e que podem variar por laboratório e até mesmo por pessoa para pessoa (de acordo com idade, condição de saúde, etc).

Veja abaixo os valores médios dos principais exames de sangue:

  • Hemograma: R$ 10,00 a R$ 25,00
  • Glicemia de jejum: R$ 7,00 a R$ 15,00
  • Colesterol total e frações: R$ 23,00 a R$ 56,00
  • Ureia e creatinina: R$ 7,00 a R$ 15,00
  • Ácido úrico: R$ 9,00 a R$ 18,00
  • Triglicerídeos: R$ 7,00 a R$ 20,00
  • TGO/AST e TGP/ALT: R$ 7,00 a R$ 19,00
  • TSH e T4 livre: R$ 30,00 a R$ 50,00
  • Proteína C-reativa (PCR):  R$ 25,00 a R$ 56,00
  • Gama GT: R$ 7,00 a R$ 15,00
  • Fosfatase alcalina: R$ 7,00 a R$ 18,00
  • Exame de urina: R$ 8,00 a R$ 18,00
  • Exame de fezes: R$ 8,00 a R$ 19,00

No entanto, há uma maneira de economizar e fazer que os valores dos exames de sangue sejam ainda menores: através do app Sarar. Com ele você consegue realizar o agendamento de diversos atendimentos e exames médicos e ainda garantir descontos de até 70% nos procedimentos através de clínicas credenciadas. Se interessou? Clique aqui e conheça os nossos serviços!

Esperamos que você possa ter compreendido a importância e os valores dos exames de sangue de rotina. Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, não deixe de comentar aqui que nós te esclarecemos.

E para mais dicas e informações sobre saúde e bem-estar, não deixe de acompanhar o nosso blog. Te esperamos por aqui. Até a próxima!

A vacina contra corona é realmente eficaz?

Há umas semanas atrás foi iniciada a campanha de vacinação contra covid-19 no Brasil e várias dúvidas em torno do assunto surgiram entre a população: ela apresenta efeitos colaterais? Quem poderá tomar? E, afinal, a vacina contra corona é realmente eficaz?

Para a felicidade de todos, as respostas para essas perguntas são, até o momento, bastante animadoras. Afinal das contas, ainda não foram identificados nenhum efeito colateral grave significativo, a grande maioria da população está apta para se vacinar (leia mais sobre o tema aqui) e a vacina apresenta sim eficácia comprovada contra corona.

Separamos uma lista com a eficácia das principais vacinas já divulgadas para que você tenha conhecimento. Confira a seguir.

Eficácia da vacina contra corona

Eficácia da vacina contra corona
Freepik

As vacinas que apresentam resultados mais promissores são:

  • Pfizer e BioNTech (BNT162): a vacina norte americana e alemã apresentou, na fase 3 dos estudos, 90% de eficácia contra coronavírus;
  • Moderna (mRNA-1273): a eficácia dessa vacina norte americana é de 94,5% na fase 3 dos estudos;
  • AstraZeneca e Universidade de Oxford (mRNA-1273): é uma vacina inglesa que apresentou, também na fase 3 dos estudos, eficácia contra coronavírus de 70,4%;
  • Sinovac (Coronavac): essa é a vacina que atualmente está sendo usada na campanha de vacinação no Brasil é chinesa desenvolvida em parceria com o instituto Butantan. A eficácia dessa vacina contra corona é de 78% para casos leves e 100% para casos moderados e graves;
  • Johnson & Johnson (JNJ-78436735): a vacina desenvolvida pelo laboratório da Johnson & Johnson possui eficácia entre 66 e 85%, uma vez que a mesma poderá variar de acordo com o país em que ela é aplicada.

Como é calculada a eficácia da vacina?

A eficácia da vacina contra corona é calculada com base no número de pessoas que desenvolveram a infecção mesmo sendo vacinadas, em comparação àquelas que não foram vacinadas e receberam placebo.

Por exemplo: no caso da vacina de Pfizer, foram estudadas 44.000 pessoas e deste grupo 94 acabaram desenvolvendo o Covid-19, sendo que: 9 eram pessoas que tinham sido, de fato, vacinadas, e as outras 85 eram pessoas que, no lugar da vacina, haviam recebido placebo. Sendo assim, chegaram à conclusão da taxa de eficácia de 90%.

Bom, esperamos que você tenha conseguido compreender qual é a eficácia da vacina contra corona. Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas sobre saúde e bem-estar. Te esperamos!

Como conferir se o resultado de exame de sangue está normal?

Embora saibamos que o profissional capacitado para interpretar resultado de exame de sangue é o médico que o solicitou, não tem como não admitir que sempre ficamos curiosos para verificar se o exame está ou não normal, não é mesmo?

No entanto, essa tarefa parece ser difícil na grande maioria das vezes, fazendo com que a curiosidade e ansiedade dos pacientes fique ainda maior. Pensando nisso, separamos algumas dicas que irão te ajudar a interpretar o resultado do exame de sangue para que você saiba verificar quando ele está normal ou alterado. Veja abaixo:

Como verificar resultado do exame de sangue

Separamos alguns dos principais exames de sangue solicitados pelos médicos para te ajudar a como você deve identificá-los. Confira na lista a seguir:

VHS (Velocidade de hemossedimentação)

O exame de VHS normalmente é solicitado para investigação de processos inflamatórios ou infecciosos no organismo, consistindo na observação da quantidade de hemogramas que sedimentam durante uma hora.

Para análise do resultado, considere que para homens com menos de 50 anos o valor normal de VHS é de até 15mm/h e para homens acima de 50 anos o valor de referência é de até 30mm/h.

No caso das mulheres com menos de 50 anos o valor é de 20mm/h e acima de 50 anos este valor sobe para 42mm/h.

CPK (Creatinofosfoquinase)

Este exame é solicitado para avaliação e diagnostico de doenças relacionadas aos músculos e cérebro, principalmente no que se diz respeito à função cardíaca.

Os valores de referência para este exame são: em homens entre 32 e 294 U/L   e em mulheres 33 e 211 U/L.

TSH, T3 total e T4 total

Os exames TSH, T3 total e T4 total são solicitados com o intuito de avaliar o funcionamento da tireoide.

Os valores de referência para este exame ficam entre 0,3 e 4µUI/mL, podendo variar de acordo com o laboratório em que você realiza o exame e por isso sendo importante que você confira as informações dadas por ele.

PCR – Proteína C reativa

A proteína C reativa é uma proteína produzida no fígado que, quando alterada, pode indicar que há uma suspeita de infecção ou inflamação no organismo.

O valor de referência para este exame é de até 3mg/L, podendo também haver variação de acordo com cada laboratório, sendo recomendado consultar as informações existentes no seu exame.

TGO e TGP

TGO e TGP são enzimas produzidas pelo fígado cuja sua concentração aumentada podem indicar lesões nesse órgão, que indicam doenças como: hepatite, cirrose e até mesmo câncer de fígado.

O valor normal de TGP varia entre 7 e 56 U/L, enquanto o TGO é de 5 e 40 U/L.

PSA – Antígeno Prostático Benigno

O PSA é um hormônio produzido pela próstata, fazendo com que este exame seja muito solicitado pelos médicos para avaliação do funcionamento dessa glândula.

O valor de referência para este exame fica entre 0 e 4 ng/mL, podendo variar de acordo com cada laboratório, sendo necessário que você leia as informações ditas no seu exame.

resultado de exame de sangue
Freepik

Bom, esses são só alguns dos principais exames solicitados pelos médicos que o paciente consegue conferir o resultado antes mesmo da consulta. Mas lembre-se: mesmo que você consiga tirar algumas conclusões, a análise e diagnóstico do profissional é essencial para constatação do seu estado de saúde.

O ideal é que você busque um profissional capacitado para te acompanhar e tenha a certeza que os seus exames de sangue serão interpretados sempre da melhor forma e os diagnósticos sejam esclarecidos corretamente.

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No mais, esperamos que você possa ter compreendido como conferir resultado do exame de sangue. Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

Te esperamos por aqui nos próximos posts para mais dicas de saúde e bem-estar. Até a próxima!

Exame Papanicolau: o que é e quando deve ser feito?

O Exame Papanicolau, também conhecido como exame preventivo, refere-se a um exame ginecológico que deve ser realizado pelas mulheres a partir do início da atividade sexual e tem a finalidade de detectar alterações e doenças no colo do útero, como: inflamações, HPV e até mesmo câncer.

Ele pode ser realizado dentro do próprio consultório médico, é rápido e não dói, embora algumas mulheres podem sentir um pequeno incômodo, desconforto ou pressão durante a raspagem das células do útero.

Quer ter maiores informações a respeito desse exame ginecológico e saber quando especificadamente ele precisa ser realizado? Continue a leitura desse post!

Para que serve o exame Papanicolau?

O exame Papanicolau é feito com o intuito de identificar alterações no útero, que podem ser:

  • Infecciosas, como: candidíase, tricomoníase ou vaginose bacteriana;
  • DST (doenças sexualmente transmissíveis), como: gonorreia, sífilis, clamídia ou HPV;
  • Câncer de colo do útero;
  • Avaliar a presença de cistos de Naboth (que são pequenos nódulos formados devido ao acúmulo de líquido que são liberados por glândulas presentes no útero).

Como ele é feito?

Como foi dito anteriormente, este exame é simples, rápido e pode ser realizado pelo próprio ginecologista durante a consulta médica. No entanto, para que ele possa ser realizado sem interferências no resultado, é necessário que a mulher siga algumas recomendações. São elas:

  • Realizá-lo fora do período menstrual;
  • Não fazer duchas vaginais ou uso de cremes intravaginais nas 48 horas antecessoras ao exame;
  • Não ter relações sexuais nas 48 horas antecessoras ao exame.

Durante o exame, a mulher ficará na posição ginecológica para que o médico possa introduzir um dispositivo médico no canal vaginal para visualização do colo uterino. Em seguida, ele utilizará uma espátula ou escovinha para recolhimento de uma pequena amostra das células do útero que serão analisadas por um laboratório especializado.

exame papanicolau
Imagem ilustrativa do dispositivo sendo inserido no canal vaginal. – Freepik

Embora o exame não seja dolorido, a paciente poderá sentir um pequeno incômodo, desconforto e/ou dor durante a raspagem. Essa sensação é rápida e passará assim que o exame finalizar.

Quando fazer o exame Papanicolau?

Este exame é indicado para todas as mulheres, a partir do início da atividade sexual, até os 65 anos de idade. Ele costuma ser realizado anualmente, no entanto, se o exame der negativo duas vezes seguidas, o médico pode sugerir que ele seja realizado a cada 2 ou 3 anos, ficando a critério médico.

Da mesma forma que, caso o exame der positivo, o médico pode solicitar que a paciente realize o exame em um menor período, como por exemplo, semestralmente, para avaliar a evolução da doença e verificar qual será o melhor tratamento a ser feito.

Portanto, para verificar a necessidade e periodicidade da realização do exame, não deixe de agendar uma consulta com um ginecologista de qualidade. Através do app Sarar, você encontra excelentes opções de profissionais com praticidade, segurança e excelente custo x benefício, podendo economizar até 70% no valor das consultas. Clique aqui e saiba mais!

E aí, conseguiu compreender do que se trata e quando você deve realizar o exame Papanicolau? Esperamos que sim! Caso tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, basta comentar aqui que nós te esclarecemos.

No mais, continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de saúde e bem-estar. Até a próxima!

Quando fazer o teste do coronavírus e qual é o mais eficaz?

O teste do coronavírus tem sido uma ferramenta essencial para diagnóstico da doença causada pelo vírus Sars-Cov-2. Porém, é muito importante que você saiba qual é o exame mais eficaz e quando ele deve ser realizado para garantir que o resultado seja assertivo.

E é exatamente sobre isso que falaremos hoje: qual é o melhor teste do coronavírus a se fazer e quando você deve realizá-lo. Confira a seguir.

Tipos de teste do coronavírus

quando fazer o teste do coronavirus
tipos de teste do coronavírus

Antes de identificar qual o melhor teste do coronavírus para você, é necessário avaliar alguns fatores, como: tempo de evolução dos sintomas, indicação clínica, custo e/ou disponibilidade. Feito isso, veja como funciona e as recomendações dos principais tipos de teste disponíveis na atualidade:

Exame de Covid – RT PCR

O teste do coronavírus RT PCR é indicado para pacientes com sintomas iniciais do vírus ou para avaliação de retorno ao trabalho de profissionais de saúde. Ele utiliza a enzima transcriptase reversa para transformar o RNA do vírus em DNA complementar (cDNA), e é usada principalmente para medir a quantidade de um RNA específico.

Para que isso seja realizado, o profissional coleta o material do paciente através do nariz e/ou garganta e, por meio das técnicas de biologia molecular (RT-PCR), o diagnóstico de infecção por coronavírus poderá ser feito.

O recomendado é que a coleta seja feita até o 14º dia dos sintomas, entretanto, a sua taxa de sensibilidade é mais eficaz se o teste do coronavírus RT PCR for feito entre os 3º e 5º dia do aparecimento dos sintomas.

Exame de Covid – Sorológico IgG

Em caso de identificação de casos tardios de Covid-19 ou para avaliação da resposta imune em indivíduos expostos ao SARS-CoV-2, o exame mais indicado é o Sorológico igG. Além disso, ele também pode ser utilizado para fins de estudos epidemiológicos.

Ele é baseado na sorologia, um conceito da medicina que se refere a um exame laboratorial efetuado para comprovação se há ou não a presença de anticorpos no sangue, ou seja, determinar concretamente a sua presença no organismo.

Para a realização do teste do coronavírus Sorológico IgG é necessário coletar amostras de sangue do paciente, preferencialmente após 20 dias dos sintomas ou exposição ao vírus, para que se possa ter maior assertividade quanto à detecção qualitativa de anticorpos IgG contra o SARS-CoV-2, através do soro e plasma humanos.

E aí, conseguiu compreender quais são os exames e quando eles devem ser realizados? Esperamos que sim! Caso você tenha ficado com alguma dúvida referente a este assunto, não deixe de comentar aqui para que possamos esclarecê-la.

Ah, e não deixe de se consultar com um profissional de saúde para que ele possa te examinar e dizer se há ou não a necessidade de realização de um dos dois testes do coronavírus.

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No mais, te esperamos por aqui em nossos próximos posts para mais dicas de saúde e bem-estar. Até a próxima!

Vacina coronavírus: quem pode tomar e quem tem prioridade?

No último dia 17 de janeiro de 2021, a Anvisa liberou o uso emergencial da vacina coronavírus no Brasil e a campanha de vacinação foi inicializada em todos os estados para garantir a imunização da população.

Porém, este assunto costuma gerar diversas dúvidas entre as pessoas: quem pode tomar a vacina? Quem tem prioridade? Criamos esse post para esclarecer essas questões e te deixar por dentro de tudo que está acontecendo sobre vacina coronavírus. Confira a seguir.

Grupos prioritários da vacina coronavírus

vacina coronavírus

Junto ao Ministério da Saúde, foi criado uma ordem de prioridades para serem seguidas no plano de vacinação. Contudo, cada estado e município, juntamente ao Sistema Único de Saúde (SUS), podem montar o seu esquema de vacinação próprio, desde que sigam as orientações do ministério e a ordem estipulada pelo mesmo.

Estima-se que os grupos prioritários têm em média uma população de 77,2 milhões de pessoas, número equivalente a mais de um terço do total da população brasileira (cerca de 210 milhões). Veja quais são os grupos prioritários da vacina coronavírus:

  • Grupo 1: trabalhadores da saúde, pessoas com 80 anos ou mais, pessoas de 75 a 79 anos e indígenas acima de 18 anos;
  • Grupo 2: pessoas de 70 a 74 anos, de 65 a 69 anos e de 60 a 64 anos;
  • Grupo 3: pessoas acima de 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, doença renal, anemia falciforme, transplantados de órgão sólido, câncer e/ou obesidade grave (IMC maior ou igual a 40);
  • Grupo 4: professores do nível básico ao superior, forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional.
  • Há também outros grupos que foram considerados prioritários, mas que ainda não foram definidos em que fase da vacinação eles se enquadram. São eles: povos e comunidades ribeirinhas e quilombolas, pessoas com deficiência permanente severa e população acima de 18 anos privada de liberdade.

Quem não pode tomar a vacina?

Bom, por ser uma vacina nova e que requer mais estudos e análises, o único grupo para o qual há restrição prévia à vacinação são os menores de 18 anos, uma vez que os estudos clínicos não contaram com crianças até o momento.

No entanto, há algumas outras observações que devem ser levadas em consideração antes da vacinação. São elas:

  • Pessoas com COVID, suspeita de COVID ou com febre não devem se vacinar até que a hipótese seja descartada;
  • Pessoas em tratamento de radioterapia ou quimioterapia não devem se vacinar, uma vez que a doença debilita o sistema imunológico. Essa recomendação serve para todas as vacinas e não apenas para vacina coronavírus.

No mais, até o momento não foram encontradas outras limitações quanto a não vacinação no paciente. Portanto, para a garantia de que você estará protegido(a), nossa recomendação é que você consulte um médico para avaliação do seu quadro clínico e para a liberação para se vacinar.

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Ah, e se quiser continuar acompanhando mais conteúdos a respeito de saúde e bem-estar, basta ficar de olho aqui em nosso blog. Até o próximo post!

DIU: quais são os tipos e como decidir qual usar?

O Dispositivo Intra-Uterino, também conhecido como DIU, é um método contraceptivo confeccionado em plástico flexível em formato de T. Ao ser introduzido no útero, ele tem como função impedir a gravidez e possui eficácia igual ou superior a 98%.

O profissional indicado para a colocação e remoção do DIU é o ginecologista, e, embora seja possível começar a usar o método em qualquer época do período menstrual, o desejado é que se coloque dentro dos primeiros 12 dias do ciclo.

Em relação aos tipos de DIU, existem dois principais que são muito usados e possuem características diferentes. Mas afinal… O que de fato difere cada um deles? Como decidir qual usar? É sobre isso que falaremos nesse post. Confira a seguir!

O que é o DIU de cobre?

O  DIU de cobre é feito de plástico e revestido somente com cobre ou cobre de prata e serve apenas como uma barreira de proteção. Ou seja, não envolve o uso de hormônios e isso faz com que, na maioria dos casos, ele tenha menos efeitos colaterais, como: alterações de humor, alterações de peso ou diminuição da libido.

Com garantia de proteção para aproximadamente 10 anos, ele pode ser usado por mulheres de qualquer idade e não há nenhuma interferência com a amamentação.

O que é o DIU mirena?

Por outro lado, o DIU mirena contém hormônio (levonorgestrel) que vai sendo liberado no útero após a sua colocação. Embora ele possa causar mais efeitos colaterais na mulher, ele também proporciona diversos benefícios, como: diminuição do risco de câncer do endométrio, redução do fluxo da menstruação e alívio das cólicas menstruais.

Esses benefícios fazem com que o DIU mirena seja usado não apenas por mulheres que desejam encontrar um método contraceptivo, mas também por aquelas que estejam em tratamento de endometriose ou miomas e a sua proteção é de 5 anos aproximados.

Como decidir qual dos dois usar?

DIU

Bom, essa é uma questão muito pessoal e que precisa ser avaliada criteriosamente por cada paciente: quais são seus objetivos com o DIU? Somente contraceptivo ou deseja reduzir os sintomas da tensão pré-menstrual ou da menstruação intensa? Você possui alguma restrição quanto ao uso de hormônios? Quanto a possibilidade de efeitos colaterais, ela te incomoda ou é algo que você consegue suportar?

Enfim, são perguntas que a mulher precisa avaliar antes da tomada de decisão. O médico ginecologista de sua confiança também poderá avaliar sua condição de saúde para te indicar qual é a opção mais segura para você. Portanto, na hora de se decidir, não deixe de consultá-la e busque esclarecer todas suas dúvidas a respeito do assunto.

O que podemos afirmar é que, independente do tipo (cobre ou mirena), o DIU é um excelente contraceptivo que, quando colocado e acompanhado por um profissional competente, possui boa eficácia e com baixos riscos à saúde da mulher.

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No mais, te esperamos por aqui em nossos próximos posts para mais dicas de saúde e bem-estar. Até a próxima!