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o que é encefalomalácia

O que causa a encefalomalácia e quem trata essas “lesões” no cérebro?

O que causa a encefalomalácia e quem trata essas “lesões” no cérebro?

Hoje em dia, com a correria da rotina, ouvimos falar de muitas questões de saúde, entretanto, falta um aprofundamento para podermos saber mais sobre assuntos tão importantes como esses, que nem sempre é fácil de encontrar, ainda mais com informações de fontes seguras. Assim é com a encefalomalácia: muito ouvimos falar, mas pouco entendemos a seu respeito. Para ajudar na compreensão do que se trata a encefalomalácia, seu conceito, causas e quem trata essa condição, preparamos um guia prático e rápido, confira.

O que é a encefalomalácia?

Para podermos entender mais sobre essa patologia, precisamos entender a raiz das palavras que compõem seu nome. O termo “malácia” vem da língua grega, “malaika”, que significa “amolecimento”, “amolecido”, sendo esse termo usado na medicina como sufixo no nome de diversas doenças degenerativas, como por exemplo: condromalácia (amolecimento na patela do joelho), osteomalácia (amolecimento dos ossos), traqueomalácia, e a encefalomalácia, que é o acometimento de todo o conjunto cerebral, que é o cérebro, tronco cerebral e cerebelo, ou seja, tudo o que está dentro do crânio.

Entretanto, a encefalomalácia não é uma doença, e sim uma consequência advinda de diversos fatores, como doenças, acometimentos, acidentes, tudo o que possa diminuir a densidade do encéfalo, sendo as causas mais comuns os tumores que comprimem por tempo prolongado o tecido cerebral, traumatismo craniano, isquemia, esclerose múltipla, AVC, trauma, manipulação cirúrgica, etc. Essas lesões podem ser encontradas até mesmo em EEG de portadores de doença de Alzheimer.

A encefalomalácia, também chamada de gliose, pode ser resumida como uma região do tecido cerebral ou do conjunto encefálico que sofreu algum dano, logo, são lesões cicatriciais (lesões das cicatrizes deixadas por uma doença ou acidente).

Sua gravidade depende muito da extensão da doença que a causou e do tamanho da lesão.

Existem fatores de risco para o desenvolvimento da encefalomalácia?

Alguns fatores de risco para a encefalomalácia são tabagismo, colesterol alto, triglicerídeos altos, alcoolismo, obesidade, sobrepeso, sedentarismo, diabetes, hipertensão, vasculites, lúpus eritematoso sistêmico, casos persistentes e graves de enxaqueca com aura, portadores de alguns transtornos, como o transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão maior, dependência química e enxaqueca com aura.

 Entretanto, até quem tem uma boa saúde e não apresenta os casos (ou a maioria dos casos) acima pode desenvolver uma gliose, por diversos motivos já citamos, pois alguns AVCs isquêmicos, por exemplo, não causam nenhum tipo de sintoma e são silenciosos, sendo descobertos apenas em exames de imagem, nos check ups.

Quem trata essas lesões no cérebro?

encefalomalácia
Saiba quem trata a encefalomalácia. | Imagem: Freepik

Quem trata as lesões da encefalomalácia, bem como é a especialidade que geralmente diagnostica a patologia, é o neurologista. Por meio de exames de imagem e análise do histórico trazido pelo paciente é possível o diagnóstico, bem como a prescrição do tratamento por parte do médico.

Na maioria das vezes, se as lesões forem pequenas e os achados forem de poucas manchas, são alterações benignas ou sem grandes sintomas vinculados. Entretanto, isso deve ser avaliado e visto por um médico especializado, pois qualquer deslize ou caso o tratamento ideal não seja feito, pode ser um fator de risco para a saúde do paciente.

Acesso às informações corretas sobre doenças, hoje em dia, é uma utilidade pública e de muita valia, pois não poderemos informar melhor pessoas que passam pelo problema, bem como guiar familiares que convivem com os pacientes e deter o avanço de notícias falsas e tratamentos alternativos que muitas vezes podem colocar a saúde da população em risco.

Com todas as informações passadas sobre a encefalomalácia, o que é e qual é a especialidade médica que trata essas lesões, será mais fácil entender do que se trata e até mesmo informar pacientes e familiares de quem convive com essa questão de saúde. Não se esqueça que, nesse caso, é imprescindível o acompanhamento de um médico especialista, para garantir tanto o diagnóstico correto como o tratamento mais adequado.

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Para mais dicas e informações de saúde, te esperamos por aqui em nossos próximos posts. Até breve!

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