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Coronavírus: quais são os sintomas e tratamento?

O coronavírus não é um vírus novo. Ele na verdade já é conhecido do meio médico por causar diferentes resfriados. Contudo, estamos diante de uma nova versão vinda da China em 2019 que causou a pandemia da COVID-19. Entenda mais sobre este novo coronavírus a seguir.

Entenda um pouco mais sobre o novo coronavírus

A COVID-19 é uma doença causada por um vírus, o novo coronavírus. Esse “novo” foi incluído porque já conhecemos o coronavírus de outros momentos. Inclusive já tivemos problemas com um tipo, o Sars-COVID-19, o responsável por nossa vacinação anual da gripe.

Contudo, este é realmente um novo coronavírus. Não é impossível de ser combatido, mas é perigoso por sua contaminação rápida. Ele se propaga pelo ar e é resistente em superfícies, podendo então, contaminar pessoas por respirar sem máscara ou tocando objetos e levando aos olhos, nariz e boca.

Por enquanto temos como profilaxia o isolamento social, evitar cumprimentar com toques, usar a máscara e lavar mãos e rosto. O uso de álcool 70% para desinfecção de superfícies e das mãos tem se mostrado eficiente também.

Os sintomas do novo coronavírus de casos leves

Os infectados com o novo coronavírus são divididos em dois tipos: sintomáticos e assintomáticos. Há aqueles que não desenvolvem sintomas, os assintomáticos. Neste caso eles podem transmitir a doença mas não sentem nada. Apesar disso, eles precisam, da mesma forma, ficar em quarentena.

Já os sintomáticos são aqueles que desenvolvem a doença de forma clara, podendo receber um diagnóstico mesmo sem exame. Ou seja, estão visivelmente com a doença. Neste caso eles podem sentir nos quadros mais simples:

  • Indisposição
  • dores no corpo;
  • febre;
  • Tosse seca;
  • Congestão nasal;
  • Espirros; 
  • Coriza;
  • Perda do apetite;
  • dores em todo o corpo.

Todos os sintomas acima são de uma gripe comum, por isso um exame é solicitado em emergências hospitalares. Contudo, ter contato com uma pessoa com os sintomas já é um forte indicador de que está diante dos sintomas da COVID-19.

Sintomas do novo coronavírus mais graves

Quando o quadro do paciente com a COVID-19 se agrava é comum que os sintomas mudem. Nestes casos o paciente pode sentir:

  • Enxaqueca;
  • Perda de olfato;
  • Perda de paladar;
  • Dores de cabeça intensas;
  • Confusão mental;
  • Dificuldade de respirar.

A dificuldade de respirar é o sintoma mais grave da COVID-19. Ele é também o principal motivo de internação de pacientes. Com a oxigenação baixa, não conseguem respirar e precisam ser entubados. Inclusive, podem passar de alguns dias na intubação até meses nos casos mais graves.

Quando ir ao hospital com o novo coronavírus?

A indicação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que os pacientes infectados com o novo coronavírus procurem um hospital apenas com sintomas intensos. Se são leves e suportáveis, é preciso aderir à quarentena em casa. Ou seja: isolamento social por 15 dias. Repouso, alimentação balanceada e muito líquido devem fazer parte da profilaxia.

A ida ao hospital deve acontecer quando os sintomas estão dignos de uma ajuda médica. Com falta de ar o indicado é ir à unidade de internação médica mais próxima porque há uma grande chance de necessidade do uso de um respirador. Isso deve ser feito de pronto, quando o paciente sentir uma resistência na entrada do ar ou não conseguir respirar normalmente.

Clínico geral ou especialista: como saber com quem consultar?

Uma dor incômoda e que vem se agravando pede uma visita ao médico. Ou quem sabe uma mancha na pele. Mas para qual médico marcar uma consulta: clínico geral ou especialista? Entenda as diferenças entre os dois tipos de profissionais de medicina e saiba qual pode te atender melhor.

O que é um clínico geral?

Clínico geral é o médico com entendimento para analisar o corpo humano como um todo. Ele não está focado em tratar apenas um único órgão porque seu estudo foi feito para compreender todo o organismo e sua perfeita harmonia de funcionamento. Ele é então um ‘generalista.’

Todos os estudantes de medicina estudam na universidade ou faculdade e se graduam como clínicos gerais. Eles podem atuar em hospitais em atendimento de emergência, clínicas e até em cirurgia se sua especialidade for a cirurgia geral.

E o que seria então um médico especialista?

Um médico especialista é aquele focado no funcionamento e diagnóstico de doenças de um único órgão. Em outras palavras, ele sabe tudo sobre o funcionamento do corpo humano como um todo mas preferiu focar na sua carreira em um único órgão.

Tais profissionais passaram pela clínica geral após saírem de suas residências mas foram além e se especializaram. São exemplos os cardiologistas, dermatologistas, psicólogos, pediatras, endocrinologistas, dentre muitos outros.

Quando procurar um clínico geral?

Infelizmente nosso corpo é um grande quebra-cabeça quando se trata de doenças e direcionar tratamento. O mesmo sintoma pode ser indicativo de diversas condições clínicas. Febre e dores musculares são grandes exemplos disso. Quando não se sabe exatamente o que está incomodando a melhor dica é procurar um clínico geral.

O trabalho do clínico geral é diagnosticar o problema e realizar o tratamento ou encaminhar para quem possa. Algumas condições são gerais e bem simples como uma dor de barriga causada por infecção intestinal, por exemplo. Após a constatação do problema por meio de exames o médico indica a medicação e acompanha o tratamento.

Os casos em que o especialista é o mais indicado

Especializar-se em um único órgão fornece algumas vantagens ao médico. Ele pode tratar melhor de condições clínicas graves, analisar medicações modernas e novas descobertas no universo da medicina. Ser especialista quer dizer “saber um pouco mais que um médico generalista”.

E são só especialistas os focados em um tratamento bem específico e mais cauteloso de algumas doenças. Um clínico geral pode, por exemplo, tratar uma pressão arterial elevada com medicação. Contudo, quem poderá observar se é um problema crônico ou temporário com um tratamento periódico será o cardiologista.

Um especialista costuma debruçar-se sobre o conhecimento de sua área para fornecer o melhor a seu paciente. Todo o seu tempo é dedicado a uma especialidade, por isso ele tem por obrigação ser melhor nesse órgão do corpo humano em comparação a um clínico geral.

Posso consultar diretamente um especialista?

Se você se sente seguro diante dos sintomas em tratar primeiro com um especialista, pode procurá-lo diretamente sem problemas. Na verdade, esse é um costume bem brasileiro: ir direto a um especialista. Já marcamos uma consulta no endocrinologista, por exemplo, quando desconfiamos de um mal funcionamento da tireoide.

Não há problema em ir direto ao médico que você acha ser capaz de cuidar da sua doença. Um bom profissional da área de saúde investiga as condições clínicas por meio de exames. Então, caso a sua suspeita esteja errada haverá encaminhamento para outro profissional. No máximo há uma perda de tempo, mas há uma oportunidade de checar outras áreas do corpo também.